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O Convair F-106A Delta Dart foi o principal interceptador para todas as condições meteorológicas da Força Aérea dos Estados Unidos de 1959 a 1988

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  O Dart era um caça monomotor, monoplace e asas em delta, capaz de atingir velocidades acima de Mach 2. O avião foi um desenvolvimento direto do Convair F-102A Delta Dagger e foi inicialmente designado F-102B. No entanto, tantas mudanças foram feitas que ele foi considerado uma aeronave nova. O F-106A tinha 21 m de comprimento e uma envergadura de 11 m e altura (até o topo da deriva) era de 10,88 m. A área alar media 64,83 m². O ângulo de incidência era de 0° e sem diedro. As bordas de ataque eram enflechadas para trás em 60°. O interceptador pesava 10,899 kg vazio e seu peso máximo de decolagem ( maximum takeoff weight - MTOW ) era de 17,779 kg. Seu motor turbojato Pratt & Whitney J75-P-17 com pós-combustão permitia ao F-106 atingir a velocidade máxima de 2.135 km/h a 10.600 metros de altitude. O F-106A tinha uma razão máxima de subida de 210 m/s ao nível do mar. Podia subir a 15.240 metros em 5 minutos. O teto de serviço era de 16.000 metros. Seu raio de combate era de 789 ...

Os grupos de ataque de porta-aviões da Marinha estão no topo dos ativos de projeção de poder das Forças Armadas dos EUA

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  Eles oferecem imensa capacidade de exercer controle sobre o mar e o espaço aéreo circundantes, bem como de lançar ataques contra alvos na água e em terra a centenas de quilômetros de distância, em qualquer direção. Também fornecem enormes bases flutuantes que podem ser utilizadas de outras maneiras, inclusive como pontos de lançamento para grandes missões das forças de operações especiais.

USS Ford está sendo retirado da Europa e enviado para o Caribe

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O super porta-aviões USS Gerald R. Ford da Marinha dos EUA e pelo menos parte do restante de seu grupo de ataque receberam ordens para águas latino-americanas. A chegada iminente do Ford Carrier Strike Group sinaliza que as operações dos EUA no Hemisfério Ocidental estão entrando em uma nova fase. Ataques a supostos barcos de tráfico de drogas tornaram -se rotina, e a possibilidade de que a campanha se estenda a alvos em terra, particularmente na Venezuela, continua a crescer. O Ford, o mais novo porta-aviões da Marinha dos EUA, conta atualmente com uma ala aérea completa embarcada, que inclui caças F/A-18E/F Super Hornet, jatos de guerra eletrônica EA-18G Growler, aviões de alerta antecipado e controle aéreo E-2D Hawkeye, aeronaves C-2A Greyhound Carrier Onboard Delivery (COD) e helicópteros MH-60R/S Seahawk. O restante de seu grupo de ataque inclui quatro contratorpedeiros da classe Arleigh Burke – USS Winston S. Churchill, USS Bainbridge, USS Mahan e USS Forrest Sherman – e provave...

X-BAT

  A Shield AI revelou o X-BAT, um "caça autônomo" furtivo a jato, projetado para decolar verticalmente e pousar da mesma forma, apoiado sobre a cauda, após completar sua missão. A empresa é mais conhecida por seu software de autonomia Hivemind e seu drone de decolagem e pouso vertical V-BAT, muito menos complexo, mas comprovado em combate. Agora, a empresa quer ter um impacto disruptivo no crescente mercado de drones do tipo Aeronaves de Combate Colaborativas (CCA) e Veículos Aéreos de Combate Não Tripulados (UCAV), com um design que visa oferecer um nível totalmente diferente de flexibilidade de missão em relação aos pontos de lançamento e recuperação em terra ou no mar. Com seu design em fomra de "pipa articulada" , terá 8 metros de comprimento, envergadura de 11 metros e 1,4 metros de altura. O drone, equipado com um único motor a jato com pós-combustão, terá um alcance máximo de 3.200 km e um teto de serviço de cerca de 15.200 metros.

Gripen E do Brasil para a Ucrânia?

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  De acordo com material publicada pelo DefesaNet, após o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky assinar uma carta de intenções para a aquisição de até 160 caças Gripen E - o mais moderno vetor de combate desenvolvido pelo consórcio sueco, em parceria com o Brasil - pode ser acabar sendo uma oportunidade ímpar para a Embraer. O novo contrato, estimado em mais de US$ 11 bilhões, representa não apenas um impulso estratégico para a indústria sueca, mas também uma oportunidade inédita para o Brasil participar indiretamente — e possivelmente diretamente — na cadeia de fornecimento global do programa, consolidando-se como parceiro tecnológico do Gripen. A Força Aérea Brasileira (FAB) encomendou 36 aeronaves Gripen E/F, das quais 10 já foram entregues. Entretanto, com a nova prioridade de produção voltada à Ucrânia, discute-se a possibilidade de utilizar a linha de montagem de Gavião Peixoto para acelerar entregas e ampliar a capacidade de produção, tanto para atender a demanda ucraniana...

Boeing YC-14

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No início dos anos 1970, a USAF procurava um substituto para o C-130 Hercules, o que resultou numa competição entre o Boeing YC-14 e o McDonnell Douglas YC-15. Ambos faziam uso de uma configuração com o motor soprando sobre ou diretamente no flap para fazer uso do "efeito Coanda", melhorando o desempenho em baixa velocidade. O programa foi cancelado e o Hercules continua voando até hoje sem um substituto. O YC-15 serviu de base para o C-17 Globemaster e o YC-14 acabou relegado a um parágrafo na história.

Bombardeiros B-1 voaram na costa da Venezuela

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  Dados de rastreamento de voo online rastrearam dois bombardeiros B-1, usando os indicativos BARB21 e BARB22, voando perto da Venezuela. Os rastros online disponíveis, que podem não ser totalmente precisos, sugerem que os bombardeiros podem ter se aproximado a cerca de 80 quilômetros da costa venezuelana e até mesmo mais perto das ilhas Los Testigos. Qualquer ação direta que os militares dos EUA possam tomar contra a Venezuela poderia facilmente envolver ataques à distância lançados de B-1, bem como de outras plataformas. Os bombardeiros também poderiam atingir alvos em terra e no mar com outras munições convencionais como parte de qualquer operação desse tipo. As forças armadas venezuelanas têm capacidades limitadas de defesa aérea, mas ainda podem representar uma ameaça crível.