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Dinamarca planejou destruir os aeródromos da Groenlândia em caso de invasão dos EUA

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  Segundo reportagem do jornal DR, o governo da Dinamarca deu a ordem de explodir as pistas na Groenlândia no caso de uma possível invasão dos EUA. Em janeiro de 2026 forças militares dinamarquesas foram enviadas para a ilha e levaram consigo explosivos, inclusive para destruir as pistas de pouso em Nuuk e Kangerlussuaq. O objetivo era impedir que aeronaves norte-americanas desembarcassem tropas na ilha caso o presidente Donald Trump decidisse realizar uma tomada militar da Groenlândia. FONTE: https://www.dr.dk/nyheder/indland/groenland/danmark-forberedte-sig-paa-muligt-angreb-fra-usa-floej-poser-med-blod-til-groenland-og-gjorde-klar

Columbia

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  Março de 1981: O Ônibus Espacial Columbia a caminho da plataforma de lançamento em preparação ao primeiro voo do programa Shuttle.
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  Até o momento, o CENTOM ( U.S. Central Command - Comando Central dos EUA) não negou que um caça F-35A da Força Aérea tenha sido atingido pela artilharia anti-aérea iraniana, porém o vídeo divulgado pela Guarda Revolucionária iraniana aponta para ser falso. Imagens reais de FLIR (Forward Looking Infrared) quando comparadas com as do vídeo revelam uma borda escura, algo jamais visto antes.

AMX, o avião sem nome

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Curiosamente, o AMX nunca recebeu um nome de batismo pela Força Aérea Brasileira (FAB), como ocorreu com o T-27 Tucano ou o F-39 Gripen, mantendo apenas sua designação oficial de emprego, A-1. Embora não exista uma justificativa oficial para essa ausência, conta-se que como o jato nasceu de um consórcio internacional entre a Embraer e as empresas italianas Aeritalia e Aermacchi, o nome do programa, AMX (uma sigla técnica para Aeritalia-Macchi-X), tornou-se tão forte e amplamente utilizado mundialmente que acabou "substituindo" qualquer necessidade de um nome de batismo no Brasil. Além disso, na FAB o jato foi integrado sob o sistema de designações técnicas, onde "A" refere-se à função de Ataque e "1" indica que foi o primeiro modelo dessa categoria específica no inventário moderno da Força, ao contrário do Tucano, que foi um projeto puramente nacional da Embraer e recebeu um nome para facilitar a exportação. É importante lembrar que o AMX já possuía uma id...

Em algum lugar do Passado...

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  Embraer A-1 da Força Aérea Brasileira (FAB) capturado durante o lançamento de flares (contramedidas térmicas)

Peru desistiu do Gripen E?

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Embora a mídia local tivesse publicado que a Força Aérea Peruana (FAP) teria escolhido o Gripen E da Saab e que a assinatura do contrato estava próxima, durante uma entrevista o Presidente peruano José María Balcázar anunciou categoricamente que a FAP irá de F-16 Block 70 para substituir os velhos caças Mirage 2000 e MiG-29. A FAP havia avaliado três aeronaves: o Lockheed F-16 Block 70, o Saab Gripen E/F e o Dassault Rafale. O valor do negócio foi dito ser de US$ 3,42 bilhões para 12 caças F-16 Block 70 (dez F-16C e dois F-16D). O valor também contempla apoio logístico, fornecimento de armas, entre os quais se destaca a presença de mísseis ar-ar de longo alcance AIM-120C-8 (versão mais avançada do míssil disponível para clientes de exportação), 12 mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9X Block II Sidewinder, juntamente com canhões M61A1 e lançadores de foguetes guiados LAU-129. O Presidente José Maria disse que "os Estados Unidos são um parceiro histórico em nível regional, e dentro...

VÍDEO: drone ucraniano derruba helicóptero Kamov Ka-52 da Rússia

  Após serem atingidos, os pilotos foram forçados a pousar o helicóptero. No entanto, drones de ataque eliminaram a tripulação enquanto tentavam escapar dos destroços.