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Os demônios da McDonnell: F4H Phantom II

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  Entre 1953 e 1955, os engenheiros da McDonnell trabalharam sobre a plataforma do F3H Demon. Inicialmente o novo caça era chamado de Super Demon. A proposta original era para um caça-bombardeiro monoplace de ataque, mas em 1955, a Marinha dos EUA mudou os requisitos para um interceptador focado na defesa da frota, capaz de operar em quaisquer condições climáticas. Isso exigiu a necessidade de um segundo tripulante para operar o radar. O projeto foi então rebatizado como F4H-1. O protótipo XF4H-1 voou pela primeira vez em maio de 1958. Os primeiros testes em túnel de vento mostraram instabilidade lateral. Para corrigir isso sem redesenhar toda a fuselagem, os engenheiros aplicaram soluções estéticas marcantes: asas com 5° de diedro positivo (pontas dobradas para cima) e estabilizadores traseiros com 23° de anhedral (inclinados para baixo). Os primeiros F4H tiveram de voar provisóriamente com os motores J79-GE-2 e -2A até que o J79-GE-8 estivesse disponível. A Marinha dos EUA realiz...

F-35 para o Chile?

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  Nos ultimos dias a mídia especializada e as redes sociais tem repercutido que a informação de que a Força Aérea Chilena (FACh) estaria avaliando o F-35 como uma opção para substituir seus velhos Northrop F-5E Tiger III. O assunto ganhou força junto as comemorações dos 50 anos de serviço do Tiger com a FACh. Além disso, o embaixador dos Estados Unidos no Chile destacou que o país poderia operar sim operar o F-35, incendiando a mídia e as redes sociais. Sim, os militares chilenos tem no F-35A uma opção, mas antes disso, eles precisam ter orçamento. O Chile tem algo muito positivo que é a certeza de verbas. O país tem por lei destinar 1,5% do PIB para as Forças Armadas, o que gera previsibilidade e a capacidade de planejamento. Com base nisso, eles podem criar todo um planejamento para aquisição de equipamentos militares. O F-5E foi o primeiro caça supersônico do Chile Mas antes disso se tornar realidade, o Congresso dos EUA precisa autorizar, pois atualmente, o F-16 Viper Block 70 ...

Os demônios da McDonnell: F3H Demon

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Projetado para ser o sucessor do F2H Banshee, o Demon se tornou o primeiro caça da Marinha equipado com mísseis guiados por radar. O projeto nasceu com um sério problema. A McDonnell adotou o motor Westinghouse J40. Esse motor se mostrou severamente subpotenciado e pouco confiável, causando vários acidentes fatais e a perda de várias aeronaves logo no início. Para solucionar e salvar o projeto, a companhia trocou o motor pelo Allison J71, mais potente. A nova versão foi designada como F3H-2 Demon. O Demon se destacou por sua capacidade de operar em qualquer clima e por ser a plataforma de lançamento dos primeiros mísseis ar-ar AIM-7 Sparrow e AIM-9 Sidewinder. O Demon ficou muito pouco tempo em serviço e nunca entrou em combate real. A McDonnell fabricou 519 aeronaves entre 1953 e 1959.O jato foi retirado oficialmente de serviço em 1964. O maior legado do F3H foi ter pavimentado o caminho para o F4H, que se tornaria o lendário F-4 Phantom II

Futuro caça furtivo de 6ª geração F/A-XX da Marinha dos EUA está "sem rumo"

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  Em abril de 2026, autoridades da Marinha e do Departamento de Defesa dos EUA afirmaram que o vencedor da competição do caça de 6ª geração F/A-XX seria anunciado em agosto. Porém, em setembro, nenhuma decisão havia sido divulgada. Publicações especializadas indicam que o processo permanece praticamente parado, levantando dúvidas sobre financiamento, planejamento e autoridade para a decisão final. O atraso já provoca impactos na aviação naval. Os F/A-18E/F Super Hornet terão de permanecer em serviço por mais tempo que o previsto, enquanto os F-35C deverão assumir maior carga operacional e uma variedade maior de missões. O resultado será maior desgaste, custos de manutenção crescentes e pressão sobre a logística e os orçamentos da Marinha. Entre os principais desafios está a integração do F/A-XX ao planejamento orçamentário das próximas duas décadas. O programa já havia sido suspenso em 2025 e só avançou após o Congresso acrescentar US$ 900 milhões ao financiamento do ano fiscal de ...

Ataque ucraniano destruiu Su-33

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  Os russos estão removendo os destroços de um caça Su-33 (a versão naval do Su-27). O jato foi destruído durante ataque com drones contra o aeródromo de Vityazevo, no Krai de Krasnodar, na Federação Russa. Imagens de satélite foram publicadas pelo projeto OSINT CyberBoroshno , mostrando uma escavadeira e uma asa da aeronave. O caça foi destruído por um drone de ataque de médio alcance FP-2. FONTE: https://militarnyi.com/en/news/ukraine-destroy-su-33-jet-vityazevo-airbase/

Rolls-Royce e Safran disputam o motor de caça de próxima geração da Índia

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  O ambicioso plano da Índia de desenvolver em conjunto um motor com uma empresa estrangeira para seu caça de quinta geração abriu caminho para uma disputa entre empresas aeroespaciais britânicas e francesas que buscam participar do programa. O objetivo de Nova Déli é acabar com sua longa dependência de motores estrangeiros, um dos aspectos mais desafiadores de seus programas de caças. Apesar de décadas de esforços, a Índia não conseguiu construir um motor capaz de impulsionar um caça de linha de frente. Como resultado, todos os caças construídos na Índia dependem de motores de origem estrangeira. A francesa Safran propôs desenvolver em conjunto um novo motor a jato com a Índia e compartilhar as tecnologias necessárias para sua construção e manutenção. Segundo a proposta, engenheiros indianos trabalharão em habilidades consideradas essenciais para futuros programas de propulsão. A Rolls-Royce e a Reliance Industries, um dos maiores conglomerados da Índia, anunciaram sua "intenção ...

Os demônios da McDonnell: FH-2 Banshee

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  O FH-2 foi uma evolução direta do FH-1 Phantom e fez parte dos primeiros caças a jato embarcados operados pela Marinha e pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. O Banshee provou ser uma plataforma de armas muito estável e robusta no início da Era dos jatos, pavimentando o caminho para interceptadores ainda mais pesados e tecnológicos de pós-guerra. Equipado com dois motores turbojato Westinghouse J34-WE-34, conseguia operar em velocidades próximas de Mach 0,85. A variante F2H-2 recebeu tanques de combustível permanentes nas pontas das asas (tip tanks) de 700 litros, o que aumentou drasticamente o seu alcance de combate. O jato tinha quatro canhões de 20 mm no nariz e recebeu pontos de fixação sob as asas para carregar até oito bombas ou foguetes. Também fazia uso de asas dobráveis e um sistema exclusivo de "ajoelhamento" da engrenagem dianteira, que abaixava o nariz do avião para permitir o estacionamento compacto de mais aeronaves no deck. O F2H teve seu batism...