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Super Hornet lança bombas contra petroleiros iranianos que tentaram furar o bloqueio

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  Os EUA realizaram novos ataques contra alvos iranianos, atingindo vários petroleiros vazios que tentavam furar o bloqueio, de acordo com uma publicação do Comando Central dos EUA (CENTCOM). Este último incidente ocorre enquanto os Emirados Árabes Unidos afirmam ter sido novamente atacados pelo Irã e horas depois de os EUA e o Irã trocarem golpes no Estreito de Ormuz e arredores. As forças norte-americanas atacaram os petroleiros M/T Sea Star III e M/T Sevda no dia 8 de maio, antes que ambos entrassem em um porto iraniano no Golfo de Omã, em violação ao bloqueio em curso. Um caça F/A-18 Super Hornet da Marinha dos EUA, a bordo do porta-aviões USS George HW Bush (CVN 77), atingiu os dois navios-tanque após lançar munições de precisão contra suas chaminés, impedindo que as embarcações, que não estavam cumprindo o bloqueio, entrassem no Irã. Esta foi a terceira vez que os EUA dispararam contra navios iranianos que furavam o bloqueio. A Marinha usou um canhão de 127 mm de um destróier...

Feliz Aniversário!

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  No dia 10 de maio de 1972, há exatos 54 anos, voava o primeiro protótipo do Fairchild Republic YA-10A Thunderbolt II. O A-10 foi projetado e construído em torno de seu canhão automático General Electric GAU-8 Avenger de 30 mm, do tipo Gatling, operado hidraulicamente. A arma possui 7 canos rotativos e é capaz de disparar a uma cadência de 4.300 tiros por minuto. O Thunderbolt II pode transportar um máximo de 1.350 projéteis de munição de alto explosivo-incendiária ou perfurante-incendiária. Foram produzidos 715 A-10 entre 1976 e 1983. Sua primeira utilização em combate ocorreu durante a Operação Tempestade no Deserto (1991). A aeronave permanece em serviço na Força Aérea dos Estados Unidos, tendo sido utilizada mais recentemente na Operação Fúria Épica (2026). FONTE: https://www.thisdayinaviation.com/

FAB KC-130

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  Embora a FAB tenha operado um total de 29 aeronaves da família C-130 Hercules em diversas versões (C-130E, C-130H e SC-130E), apenas os dois KC-130H vieram de fábrica equipados com os "pods" subalares para transferir combustível a outras aeronaves. O KC-130H foi a primeira aeronave do inventário brasileiro com capacidade nativa de reabastecimento em voo (REVO).

Os soviéticos tentaram dar uma sobrevida ao "Koncordski"

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  Quando os voos comerciais do Tu-144 foi encerrado, surgiu a questão sobre o que fazer com as aeronaves já produzidas. Planejava-se transferi-las para as forças armadas, em particular para uso na aviação naval, como aeronaves de apoio aos porta-mísseis Tu-22M Backfire. A versão Tu-144P (Pomekhovyi, traduz-se para o português como "de interferência" ou "perturbador") seria uma aeronave de guerra eletrônica e reconhecimento, protegendo a formação Backfire quando (teoricamente) atacassem porta-aviões dos EUA. Outra variante, o DP-2 (Dalniy Perekhvatchik, interceptor de longo alcance), deveria transportar mísseis ar-ar, também para proteger formações de Tu-22M. Finalmente, o Tu-144PP deveria ser uma combinação de ambos os conceitos, um interceptador e um avião de escolta com capacidade de interferência eletrônica. Outro projeto, o Tu-144MR, seria uma aeronave de ataque e reconhecimento, equipada com dois mísseis antinavio pesados ​​Kh-45, para a Marinha da URSS. Como p...

EUA liberaram os primeiros arquivos sobre OVNIs

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  O governo dos EUA divulgou 162 vídeos, fotos e documentos desclassificados referentes aos chamados fenômenos aéreos não identificados (unidentified aerial phenomena - UAP), também conhecidos como objetos voadores não identificados (OVNIs). Os registros datam das décadas de 1940 a 2020, provêm de diversas Agências e incluem materiais relacionados a supostos avistamentos de UAPs em território nacional, no exterior e até mesmo na superfície da Lua. Em uma análise inicial superficial, não parece haver nada de inovador nesta divulgação, o que não deve ser surpresa. Essa avaliação pode mudar à medida que ufologos estudem os arquivos. As autoridades norte-americanas afirmam que este é apenas o primeiro lote de registros a ser compartilhado como parte de um novo esforço por “transparência total” sobre o assunto, que há muito tempo é fonte de controvérsia e críticas. Preocupações com a segurança nacional têm aumentado em relação aos avistamentos de OVNIs, muitos dos quais foram identifica...

O cancelamento do Lavi levou a indústria aeroespacial israelense a ajudar a China no desenvolvimento do J-10?

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  Quando a produção do Kfir terminou em 1986, com 212 aeronaves fabricadas, Israel estava ansioso para continuar o desenvolvimento e a produção de aeronaves de combate no país, como forma de manter certa independência de fontes estrangeiras e por razões econômicas. A capacidade de produção de aeronaves cresceu juntamente com o Kfir, com a fabricação também de jatos executivos e aeronaves de transporte leve. Componentes exclusivos para modernização de jatos e aeronaves comerciais mais antigos estavam se tornando uma especialidade, juntamente com acordos de compensação com empresas norte-americanas e conteúdo israelense em novos produtos estrangeiros. Em 1980, as vendas de armamentos representavam 30% das exportações nacionais e empregavam de 20 a 25% da força de trabalho. Portanto, a IAI concebeu com confiança um novo caça que foi se transformando à medida que a Força Aérea Israelense (Israel Air Force - IAF) fornecia feedback. Como extensão do projeto Kfir, este se tornou um jato m...

Como a França ajudou ambos os lados na Guerra das Falklands

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  Em suas memórias, o ex-secretário de Defesa do Reino Unido, Sir John Nott, descreveu a França como a "maior aliada" da Grã-Bretanha durante a guerra. Mas documentos antes secretos e outras evidências vistas pela BBC mostram que essa não era toda a história. Antes da guerra, a França vendeu cinco mísseis Exocet à junta militar argentina. Na época, poucos suspeitavam que a antiga reivindicação do regime sobre as Ilhas Malvinas levaria a uma guerra, e a venda passou praticamente despercebida. Mas quando, em maio de 1982, esses mísseis Exocet foram usados ​​para atingir os navios britânicos HMS Sheffield e Atlantic Conveyor, com a perda de 32 vidas britânicas, um clima de pânico se instaurou em Londres. No início do conflito, o presidente francês de esquerda, François Mitterrand, saiu em defesa da Grã-Bretanha ao declarar um embargo às vendas de armas francesas e à assistência à Argentina. Ele também permitiu que a frota britânica rumo às Ilhas Falklands utilizasse as instalaçõ...