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Com a retirada de serviço do argentino A-4R Fightinghawk, a Marinha do Brasil tornou-se a única Força Militar no mundo a voar com o icônico guerreiro.

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  Com a retirada de serviço do argentino A-4R Fightinghawk, a Marinha do Brasil tornou-se a única Força Militar no mundo a voar com o icônico guerreiro. Abaixo, lista de todos os operadores (militares) do Skyhawk ao longo da história: Argentina: Operado pela Força Aérea Argentina (versão A-4AR Fightinghawk). A Marinha Argentina também já operou o modelo no passado (versão A-4Q); Austrália: Operado pela Marinha Real Australiana a bordo do porta-aviões HMAS Melbourne. As unidades sobreviventes foram vendidas para a Nova Zelândia; Brasil: Operado exclusivamente pela Marinha do Brasil (designado localmente como AF-1 Falcão). A frota passou por modernizações pela Embraer e opera a partir de bases terrestres; Estados Unidos: Desenvolvedor e maior usuário original. Foi operado pela Marinha (US Navy), pelo Corpo de Fuzileiros Navais (USMC) e pela equipe de acrobática Blue Angels; Indonésia: Adquiriu aeronaves de segunda mão vindas de Israel e dos EUA para sua Força Aérea; Israel: Tev...
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  Suécia divulga documentos confidenciais sobre o incidente de 1981 envolvendo o submarino soviético O governo da Suécia desclassificou documentos relacionados ao incidente de 1981 envolvendo o submarino soviético S-363, que encalhou na costa do país enquanto transportava torpedos nucleares. As teorias sobre o que exatamente aconteceu quando o submarino encalhou são variadas. Em 16 de setembro de 1981, o submarino a diesel S-363 da 157ª Brigada de Submarinos da Frota Soviética do Báltico partiu de Paldiski em uma missão de treinamento. O capitão de 3ª classe Anatoly Gushchin era o comandante. Durante a viagem, o S-363 transportou dois torpedos com ogivas nucleares. Em 18 de outubro, às 18h10, enquanto submerso, o submarino colidiu com a rede de arrasto de um barco de pesca. A antena do radiogoniômetro foi danificada e ocorreram falhas no sonar e no sistema Decca. O comandante não comunicou o incidente à costa e não tomou medidas adicionais de navegação. Devido a erros grosseiros na...

F.1 persas

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  Embora o Irã nunca tenha comprado o Dassault Mirage F.1, a Força Aérea da República Islâmica do Irã ( Islamic Republic of Iran Air Force - IRIAF) operou um total de 24 destes caças. Durante a Guerra do Golfo em 1991, pilotos iraquianos fugiram para o território iraniano. O governo iraniano confiscou os caças como reparações pela Guerra Irã-Iraque durante a década de 1980 do século XX. A frota consistia de duas variantes: Mirage F-1EQ, uma ersão monoplace de ataque e superioridade aérea desenvolvida pela Dassault especificamente para o Iraque. Mirage F-1BQ, uma versão biplace focada no treinamento. Estimativas ocidentais apontam que cerca de 17 caças ainda podem estar em serviço com a IRIAF, apesar dos embargos e da complexa manutenção.

F-35 israelenses estão recebendo tanques de combustível externos

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  Israel está aprimorando as capacidades de seu caça F-35I Adir, financiando uma nova modernização do tanque de combustível externo que aumentará o potencial da Força Aérea Israelense (Israel Air Force - IAF) para realizar ataques de longo alcance. O anúncio surge após as extensas operações dos caças contra alvos no Irã durante as campanhas deste ano e do ano passado. Nesse processo, a frota operou em um ritmo que levantou questionamentos sobre a capacidade de Israel de fornecer suporte adequado de reabastecimento em voo. A nova modificação para o F-35I ajudará a solucionar esse problema. O Ministério da Defesa de Israel confirmou que o desenvolvimento e a integração dos tanques de combustível externos do F-35I serão realizados pela Cyclone, subsidiária da Elbit Systems. O contrato está avaliado em mais de US$ 34 milhões e envolverá tanques baseados em um projeto existente originalmente desenvolvido para o F-16. Com base na referência ao F-16, o anúncio foi amplamente interpretado ...

EAU constroem enormes "gaiolas de proteção" para proteger instalações de energia de ataques de drones iranianos

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  Obrigados a se defender de milhares de ataques de drones e mísseis iranianos antes e depois do cessar-fogo na guerra entre EUA e Israel contra o Irã, agora suspensa, os Emirados Árabes Unidos (EAU) parecem ter se inspirado na Rússia e em sua guerra com a Ucrânia, numa tentativa de proteger algumas de suas instalações de energia com enormes "gaiolas" de metal. Uma imagem publicada no X pelo portal de notícias israelense I24 mostra o que eles afirmam ser uma estrutura de contenção ao redor de tanques de petróleo perto do Aeroporto Internacional de Dubai. Na extremidade direita da foto, o que parece ser uma estrutura metálica mais completa envolvendo alguns dos tanques de combustível pode ser visto, enquanto em primeiro plano, a construção de uma nova estrutura de contenção para tanques adicionais parece estar em andamento. A ideia por trás desse tipo de estrutura metálica é mitigar os danos causados ​​por munições, criando uma barreira entre o ponto de impacto da arma e o alv...

Adeus ao Guerreiro!

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  A Força Aérea Argentina (FAA) oficializou a retirada de serviço de sua frota de caça-bombardeiros Lockheed Martin A-4AR Fightinghawk. Em 1965 o governo argentino assinou contrato para 50 jatos Douglas A-4B Skyhawk, todos excedentes da Marinha dos EUA. O modelo recebeu a designação A-4P. O primeiro lote de 25 unidades chegou em 1966 e os demais em 1970. A Argentina tornou-se o primeiro cliente de exportação do Skyhawk no mundo. O modelo foi amplamente utilizado nos combates nas Falklands em 1982. A Força Aérea Argentina perdeu 19 jatos e a Marinha, três. A variante A-4R Fightinghawk foi uma profunda modernização pela Lockheed nos anos 1990 nas células restantes. O programa tinha por objetivo recuperar o poder de combate do país no pós-Guerra das Falklands. Com a retirada do A-4R, a Marinha do Brasil torna-se o único operador militar no Mundo do pequeno notável desenvolvido pela Douglas nos anos 1950 do Século XX.

Fencer Persa

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  A Força Aérea da República Islâmica do Irã ( Islamic Republic of Iran Air Force - IRIAF) operou cerca de 30 a 36 caças-bombardeiros Sukhoi Su-24MK. O jato da Sukhoi foi adquirido no final dos anos 1980 diretamente da União Soviética. O primeiro lote era composto de 12 unidades. Durante a Guerra do Golfo em 1991, a IRIAF recebeu um incremento, quando um total de 24 caças Su-24MK fugiram do Iraque. O Irã confiscou as aeronaves e as integrou ao seu inventário como reparação pelos danos da Guerra Irã-Iraque. Atualmente acredita-se que entre 19 a 21 jatos estão com algum nível de operacionalidade devido ao desgaste, à falta de peças sobressalentes e baixas operacionais.