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Aeronave misteriosa avistada sobre a Área 51 lembra conceito de caça furtivo da década de 1980

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  Recentemente o site TWZ publicou uma imagem térmica que supostamente mostra um projeto de aeronave avançada nunca antes visto, que parece ser um precursor do futuro caça Boeing F-47 da Força Aérea dos EUA. Diversos analistas lembraram de um conceito de caça furtivo em formato de "árvore de Natal" criado no início da década de 1980 por Darold Cummings, uma das mentes brilhantes por trás do YF-23 Black Widow da Northrop. Cummings possui um extenso currículo na indústria da aviação que remonta a décadas. Ele foi uma figura-chave na Northrop no desenvolvimento do YF-23 e liderou a equipe da Boeing que desenvolveu o X-40A, que foi usado como plataforma de testes em apoio ao trabalho no que evoluiu para o avião espacial reutilizável X-37B. “Fui contratado em 1982 para ser o Chefe de Configuração do programa Northrop ATF (Advanced Tactical Fighter) YF-23. ​​No início de 1983, a Northrop havia tentado desenvolver um caça tipo asa-voadora, mas que não seria possível, já que um caça...

BRASIL: colapso na defesa?

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  De acordo com artigo publicado pelo defesa.net, o bloqueio de R$ 4,363 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa em 2026 representa muito mais do que um simples ajuste fiscal. Na prática, trata-se de uma medida que inviabiliza a continuidade da quase totalidade dos projetos estratégicos das Forças Armadas brasileiras e aprofunda um processo de desmonte gradual da capacidade militar do país. A situação é particularmente grave porque o corte ocorre em um momento em que Exército, Marinha e Força Aérea já operam sob forte restrição orçamentária, acumulando atrasos em programas estratégicos, dificuldades logísticas e crescentes limitações operacionais. Projetos de modernização, aquisição de equipamentos, manutenção de meios, desenvolvimento tecnológico e programas industriais de defesa passam a operar em estado crítico. Em muitos casos, o problema já não é mais desacelerar programas — é simplesmente garantir sua sobrevivência administrativa e financeira. O mais simbólico é que, enq...

F.1 equatoriano

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  A Força Aérea do Equador (FAE) operou um total de 18 caças Dassault Mirage F1. O contrato foi assinado com a França em 1977, e as aeronaves foram entregues a partir de 1979. A frota equatoriana dividia-se em dois modelos específicos para o país, sendo 16 Mirage F1JA (variante monoplace) de caça e ataque e dois Mirage F1JE (variante biplace) voltada para treinamento e conversão operacional de pilotos. Os Mirage F1 participaram ativamente de dois conflitos armados contra o Peru: a Guerra de Paquisha (1981) e a Guerra do Cenepa (1995). Neste último conflito, os caças equatorianos protagonizaram combates aéreos reais e foram creditados com a derrubada de um Sukhoi Su-22 da Força Aérea Peruana. A FAE aposentou o F.1 em fevereiro de 2011, após 31 anos de serviço ativo e mais de 33 mil horas de voo acumuladas.

Jaguar equatoriano

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  A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 15 caças SEPECAT Jaguar ao longo de sua história. Essas aeronaves foram adquiridas da França, em resposta ao Dassault Mirage 5P adquiridos pelo Peru. Assim, em 1974, após analisar o F-4 Phantom, o English Electric Lightning, o Hawker Hunter e o Dassault Mirage 5, foi finalmente encomendada uma leva de doze aeronaves SEPECAT Jaguar International, dez delas monoposto e duas biposto. Em 1991, para compensar as perdas por acidentes e o desgaste natural da frota ao longo dos anos, a FAE comprou 3 Jaguar Gr.1 ex-RAF. Em 1981, o Jaguar teve um papel ativo na Guerra de Paquisha, um conflito com o Peru, com os Jaguars realizando missões reais de reconhecimento tático na região da Cordilheira do Cóndor para mapear posições inimigas, embora não tenha realizado nenhum ataque. Mísseis Matra R-550 Magic são carregados no FAE 309 Jaguar. A aeronave já está carregada com uma bomba de 500 kg Em 1995, durante a Guerra do Cenepa contra o Peru, a FA...

Força Aérea do Chile planeja a substituição do Tiger III

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  Com mais de 50 anos de operações em um dos ambientes geográficos mais exigentes do mundo, o Ministério da Defesa e a Força Aérea do Chile (FACh) iniciaram o planejamento para a futura substituição da frota de caças Northrop F-5E/F Tiger III. Recebidos a partir de 1976, os Northrop F-5E/F Tiger II rapidamente se tornaram um dos pilares da defesa aérea. A FACh recebeu 18 jatos (15 F-5E e 3 F-5F). Sua aquisição coincidiu com um profundo processo de modernização das Forças Armadas Chilenas durante o auge da Guerra Fria, contexto no qual a instituição começou a adotar novas doutrinas de combate supersônico, interceptação em alta velocidade e operações de reação rápida. Na década de 1990, os caças remanescentes foram modernizados, sendo elevados ao padrão Tiger III. A modernização deu ao F-5E a capacidade BVR. Atualmente 13 caças modernizados para o padrão Tiger III estão em serviço, sendo 10 da variante F-5E e três F-5F. Diversas alternativas estão surgindo para suceder o F-5. Uma das...

GUERRA DOS SEIS DIAS: O papel da surpresa e da dissimulação na guerra moderna

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  A criação do Estado de Israel em região palestina (1948) está na raiz da Guerra dos Seis Dias, mas não é sua causa única. A surpresa sempre foi um elemento fundamental na guerra. Da destruição da armada persa em Salamina (480 a.C.) ao ataque alemão nas Ardenas, em 1940, são numerosos os exemplos de campanhas militares decididas por lances inesperados. No mundo contemporâneo, a surpresa desempenha papel ainda mais central, sobretudo porque o alto poder destrutivo das armas modernas significa que a capacidade de retaliação de um inimigo pode ser desmantelada com um só golpe. A solução para isso tem sido o desenvolvimento de formas cada vez mais sofisticadas de vigilância. Em alguns exemplos a surpresa pode resultar de falha flagrante da vigilância e dos serviços de informação. Antes do ataque japonês a Pearl Harbor, em dezembro de 1941, a coordenação do serviço secreto norte-americano era feita de maneira inadequada, o que não lhe permitia interpretar com precisão as intenções japo...