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Para atender demanda, Saab vi elevar a produção do Gripen

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  A gigante aeroespacial sueca anunciou que pretende expandir a produção do Gripen E/F para trinta 30 caças por ano, a fim de responder às encomendas e programas atuais ligados à Colômbia, Brasil, Suécia e Ucrânia. O segundo trimestre de 2026 registrou um crescimento de vendas de quase 30%. A empresa também reportou um fluxo de caixa positivo superior a US$ 100 milhões durante o primeiro semestre do ano. O crescimento da demanda reflete na carteira de encomendas da Saab, que atingiu US$ 30 bilhões, enquanto a empresa manteve suas metas financeiras para o período de 2023 a 2027. A empresa prevê um crescimento orgânico das vendas de aproximadamente 22% durante esse período. A Saab planeja aumentar progressivamente a produção do Gripen. Em abril, a empresa estava produzindo aproximadamente 15 aeronaves por ano. A meta é atingir entre 20 e 30 unidades/ano, com uma expansão gradual da capacidade. A Ucrânia é um dos principais fatores por trás da expansão da produção, que avançou com a a...

EUA perderam 25% de sua frota de drones MQ-9

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  Segundo o The Washington Post, a Força Aérea dos EUA perdeu cerca de 45 drones MQ-9 Reaper devido à guerra com o Irã. Isso representa cerca de 25% de toda a frota norte-americana desses UAVs, que somava aproximadamente 185 unidades antes do início do conflito. As perdas resultaram do uso intensivo de Reapers sobre o Irã e perto do Estreito de Ormuz. Devido a essas perdas, os EUA chegaram a recorrer à compra dos MQ-9 Reapers restantes dos estoques da General Atomics. Esses drones mostraram-se vulneráveis ​​aos sistemas de defesa aérea do Irã devido à sua baixa velocidade e voos em altitudes relativamente baixas. Um MQ-9 Reaper tem custo estimado em até US$ 50 milhões, o que significa que as perdas já ultrapassaram US$ 1,3 bilhão. FONTE: https://www.washingtonpost.com/national-security/2026/08/13/us-military-has-lost-roughly-25-its-reaper-drones-iran-war-depletes-arsenal/

Índia retoma a produção do Su-30MKI

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  A HAL (Hindustan Aeronautics Limited) noticiou que ira remotar a fabricação sob licença do Sukhoi Su-30MKI. Serão 12 novos jatos para a Força Aérea Indiana (IAF), a um custo de US$ 1,3 bilhão. Atualmente, a IAF opera 260 caças Su-30MKI, e os novos aviões substituirão aqueles perdidos em acidentes ao longo dos anos. A HAL fabricou o Su-30MKI entre 2002 e 2021. Mais de 50% dos componentes serão indianos. O Su-30MKI é uma variante projetada especificamente para atender aos requisitos da IAF. Ao longo dos anos, a Índia modernizou os sistemas aviônicos e eletrônicos do Su-30MKI, conferindo à aeronave maiores capacidades e eficácia em combate. FONTE: https://www.vietnam.vn/pt/an-do-noi-lai-san-xuat-tiem-kich-su-30mki

2000 peruano

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  A Força Aérea Peruana (FAP) operou um total de 12 caças Dassault Mirage 2000. Inicialmente o governo do Peru comprou 26 jatos em 1982, mas a grave crise econômica enfrentada pelo país na década de 1980 forçou a renegociação do pedido, reduzindo o lote final para 12 aeronaves. A FAP recebeu 10 Mirage 2000P (monoplace) e dois Mirage 2000DP (biplace). Os caças começaram a ser entregues em dezembro de 1986. Em Combate Os jatos realizaram missões de patrulha aérea de combate em 1995 durante a Guerra de Cenepa contra o Equador. No início das hostilidades, a FAP contava com apenas 3 caças em condições de voo. O governo peruano injetou cerca de US$ 500 mil em caráter de urgência para comprar peças sobressalentes, conseguindo colocar em combate 7 aeronaves. Apesar da capacidade BVR, os pilotos peruanos - por falta de treinamento - não dominavam completamente o uso de mísseis ar-ar de médio alcance, operando principalmente com mísseis de curto alcance Matra Magic II. Entre 2009 e 2012, tod...
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  Fala de ex-comandante do NORAD pode validar ataque de F-5 iranianos contra as forças dos EUA no Kuwait É o que afirma um ex-comandante aposentado do NORAD. Apesar da falta de confirmação, a suposta missão de bombardeio iraniana demonstra a necessidade urgente de repensar as defesas aéreas. De acordo com o General aposentado da Força Aérea dos EUA, Glen VanHerck, os EUA levaram uma surra de drones e outros veículos. Para ele, foi "inadimissível três velhos F-5E terem decolado do Irã, voarem em baixa altitude e lançaram bombas sobre uma base aérea norte-americana”. Uma série de relatos, bem como alegações não confirmadas, afirmam que caças F-5 iranianos alvejaram o Campo Buehring no Kuwait em uma missão de bombardeio a baixa altitude extremamente perigosa. O ataque teria ocorrido por volta de 1º de março, apenas três dias depois que as forças norte-americanas e israelenses começaram a lançar ataques combinados contra o Irã. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) nega tal aconteciment...

Arábia Saudita utilizou 86% de seu estoque de mísseis Patriot

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  De acordo com a Reuters, nos 38 dias de guerra contra o Irã, o país utilizou a maior parte de seu estoque de 2.800 mísseis antimissil PAC-3 Patriot, restando aproximadamente 400 à sua disposição. Em vista dessa redução, o governo dos EUA aprovou a venda de 5.250 mísseis para os países do Golfo — Bahrein, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos. Além disso, o Exército dos EUA assinou um contrato com a Lockheed no valor de US$ 58,6 bilhões para a produção de interceptadores Patriot, marcando o maior pedido desse tipo na história do programa. A produção deste contrato deverá durar 7 anos, pois a taxa de produção é baixa. O principal gargalo no processo de fabricação é o buscador e sistema de guiagem, que é fabricado nas instalações da Boeing a uma taxa de 500 a 650 unidades por ano. FONTE: https://militarnyi.com/en/news/saudi-arabia-86-patriot-missiles-iran-war/

Itália mobilizou secretamente caças e sistemas de defesa para proteger países do Oriente Médio

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  De acordo com o The Aviationist, o governo italiano enviou discretamente uma força-tarefa aérea e terrestre para o Oriente Médio para proteger seus aliados no Golfo Pérsico de ataques de mísseis e drones iranianos. A missão teve início na segunda quinzena de março, em resposta às tensões regionais e aos pedidos de assistência da Arábia Saudita, do Kuwait e do Bahrein. Oficialmente, o grupo é composto por cerca de 400 militares e 4 Typhoon da Força Aérea Italiana destacados para a Base Aérea Rei Fahd em Al-Taif, Arábia Saudita, perto do Mar Vermelho. A detecção e o controle por radar são realizados por uma aeronave E-550A CAEW.