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Por que os EUA não obtiveram um transporte supersônico?

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  Imagem gerada por IA do SST da Boeing A Era de ouro da proeza aeroespacial dos norte-americanos foi, sem dúvida, a década de 1960. Inúmeros avanços foram feitos em diversos campos da aviação. A Corrida Espacial demonstrou como os Estados Unidos podiam colocar, com segurança e confiabilidade, espaçonaves tripuladas e não tripuladas em órbita, na Lua e até mesmo em outros planetas. Na atmosfera terrestre, aeronaves militares magníficas, como o McDonnell F-4 Phantom II e o incomparável Lockheed A-12/SR-71, dominaram a corrida tecnológica aérea. Aeronaves comerciais, como o Boeing 707 e seu concorrente da Douglas, o DC-8, reinavam absolutas nas rotas aéreas entre as principais cidades do mundo. Contudo, a década também ficou marcada por um número considerável de fracassos aeroespaciais, e entre esses fracassos está a história do supersônico comercial (Supersonic Transport - SST). Muito antes do Concorde ou do Tu-144, a indústria aeronáutica dos EUA vinha examinando projetos de transp...

Versão naval do T-7A Red Hawk fora da competição para o novo jato de treinamento da Marinha dos EUA

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  A Boeing anunciou que desistiu da competição para o novo jato de treinamento da Marinha. Segundo a companhia, o jato de treinamento T-7A Red Hawk, que está sendo produzindo para a Força Aérea, não atende aos requisitos da Marinha, mesmo numa versão "navalizada". “Após uma avaliação cuidadosa, determinamos que o T-7A não atende aos requisitos do Sistema de Treinamento de Jatos para Graduados da Marinha dos EUA”, disse um porta-voz da Boeing. O T-7A, que teve sua produção inicial em baixa escala aprovada em maio, está equipado com o motor F404. No entanto, atender aos requisitos de qualificação do motor que a Marinha busca implicaria em um longo ciclo de desenvolvimento e prejudicaria a capacidade da Boeing de atingir rapidamente a capacidade operacional inicial, afirmou o porta-voz. Em abril deste anos a Lockheed também desistiu de ofertar o TF-50N juntamente com a Korea Aerospace Industries. Agora, As empresas de defesa restantes que disputam o programa são a Textron Avia...

Sabre venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) adquiriu um total de 74 caças Fiat/North American F-86K Sabre Dog. Eles foram comprados em 1965 como aeronaves excedentes da Luftwaffe (Força Aérea da Alemanha Ocidental) por meio de um programa de modernização da defesa aérea venezuelana chamado Projeto "Ventura". Esses jatos substituíram gradualmente os obsoletos de Havilland Vampire. Apesar do alto número de jatos adquiridos, a história do "Sabre Dog" na Venezuela foi marcada por graves dificuldades operacionais. Apenas 30 aeronaves efetivamente foram colocadas em serviço. O restante dos caças foi armazenado, servindo de fontes de peças de reposição. O F-86 causou um enorme choque tecnológico para os técnicos venezuelanos por causa de seus complexos sistemas eletrônicos, radares primitivos e o sistema de pós-combustão do motor. Devido à falta de suporte técnico adequado e falhas eletrônicas constantes, a frota sofreu com baixa disponibilidade e vários acidentes. A FAV retirou o ...

Dia dos Namorados

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BRASIL: Dos 17 caça-tanques dos Fuzileiros Navais, apenas 3 estão em serviço

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  O contingenciamento nas Forças Armadas atinge programas estratégicos enquanto frotas envelhecidas são canibalizadas para sobreviver. De acordo com artigo publicado pelo Sociedade Militar, o governo federal contingenciou R$ 4,3 bilhões da pasta, um corte que atinge em cheio a manutenção de frotas já no limite e expõe, em números frios, o quadro de sucateamento das Forças Armadas brasileiras. A conta não é abstrata, ela aparece em blindados parados, aeronaves contadas nos dedos e equipamentos virando peça de reposição uns dos outros. O exemplo mais brutal está no Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil. Dos 17 caça-tanques leves SK-105 A2S 'Kürassier' que a força chegou a operar, restam apenas três em condições de uso, depois de um longo processo de canibalização. Sete carcaças já foram listadas para serem vendidas como sucata ferrosa em leilão. É o retrato de uma tropa que desmonta o próprio material para manter uma fração dele de pé. A canibalização é o sintoma...

Governo da Índia considera penalizar a HAL pelos atrasos contínuos na entrega dos novos Tejas Mk1A

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  Os repetidos e persistentes atrasos na entrega dos caças Tejas Mk1A, a Índia está considerando penalizar a Hindustan Aeronautics Limited (HAL). A situação tem causado preocupação no Ministério da Defesa (MD) e na Força Aérea da Índia (India Air Force - IAF). No passado recente, diretores da HAL disseram que os atrasos eram causados pela falta de motores. De acordo com o MD, a HAL ainda não entregou nenhum caça Tejas Mk1A à IAF, apesar de já ter recebido pelo menos seis motores norte-americanos GE F404-IN20 e de as fuselagens estarem prontas. A IAF possui dois grandes contratos com a HAL para um total de 180 jatos Tejas. As penalizações serão de cunho financeiro.