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FOGO AMIGO: Super Hornet kuwaitiano suspeito de ter sido o responsável por abater três F-15E da Força Aérea dos EUA

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  De acordo com reportagem do The Wall Street Journal, os três F-15E derrubados sobre o Kuwait foram por ação direta de um F/A-18 Hornet da Força Aérea do Kuwait. Embora tenha havido rumores de que um sistema de defesa aérea terrestre tenha abatido as aeronaves, faz sentido que o incidente de fogo amigo tenha sido resultado de uma série de combates aéreos, considerando os danos sofridos por uma das aeronaves. Segundo a reportagem, um Hornet estava numa missão de combate contra drones iranianos que penetraram o espaço aéreo do Kuwait. Um deles atingiu uma base, resultando na morte de seis norte=americanos. O F/A-18 então lançou três mísseis, derrubando os Strike Eagles da USAF. Felizmente, todas as tripulações sobreviveram. Um F-15E foi filmado caindo em parafuso no solo com a cauda vertical arrancada e os motores em chamas. Embora esse seja um dano catastrófico, não é o que normalmente se vê na maioria dos combates com mísseis terra-ar mais pesados, embora cada combate seja difere...

F-35I conquistou a primeira vitória ar-ar

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  A Força Aérea israelense (Israel Air Force - IAF) relatou que um caça F-35I abateu um jato Yak-130 da Força Aérea iraniana sobre Teerã Isso marca a primeira vez na história que um F-35 abateu uma aeronave tripulada. Este evento também marca a primeira vez em cerca de 40 anos que a IAF se envolveu em combate aéreo com aeronaves tripuladas.

O tamanho reduzido da frota de B-52 cria desafios para os planos de modernização de motores e radares

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  Atualmente a Força Aérea dos EUA tem 76 bombardeiros B-52H em serviço. No entanto, a frota, relativamente pequena, enfrenta demandas substanciais, incluindo a necessidade crucial de que um certo número de aeronaves esteja disponível a qualquer momento, em função da missão de ataque nuclear. Isso, por sua vez, cria desafios no planejamento de como implementar essas modernizações nas aeronaves operacionais. Cada um receberá oito novos motores Rolls-Royce F130 e um novo radar AESA AN/APQ-188. Os bombardeiros também receberão uma série de outras atualizações e modificações, internas e externas, e, após todo esse processo, serão redesignados como B-52J. Espera-se que as aeronaves modernizadas continuem voando pelo menos até 2050. FONTE: https://www.twz.com/air/small-b-52-fleet-size-creates-challenges-for-engine-radar-upgrade-plans

Mais vitórias ar-ar para o Eagle?

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  O Ministério da Defesa do Catar disse que a QEAF ( Qatar Emiri Air Force - Força Aérea do Emirado do Catar) abateu dois caças Su-24 Fencer iranianos no dia 2 de março, além de sete mísseis balísticos e cinco drones. Não está claro quais recursos específicos foram usados ​​para interceptar os dois Su-24, mísseis e drones. A Força Aérea do Catar opera três modelos de caças: o Boeing F-15QA Ababil, o Eurofighter Typhoon e o Dassault Rafale. Vale ressaltar que a Força Aérea também opera os sistemas de mísseis terra-ar do país, que incluem os sistemas Patriot e NASAMS. Fontes do Catar dão conta que as vitórias ar-ar teriam sido pelos F-15QA. Essas seriam as duas primeiras aeronaves iranianas confirmadas como abatidas desde o início do conflito.

Typhoon da RAF abateu drone iraniano perto do Catar

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  No dia 1.º de março, um caça Eurofighter Typhoon da Real Força Aérea ( Royal Air Force - RAF) destruiu um drone iraniano. A aeronave inimiga estava se dirigindo para o território do Catar. A informação foi divulgado pelo Ministério da Defesa do Reino Unido. O caça estava realizando uma patrulha, quando o piloto avistou o alvo e disparou um míssil ar-ar.

Lancha kamikaze iraniana realiza primeiro ataque bem-sucedido em combate

  O Irã, pioneiro na tecnologia de embarcações de superfície não tripuladas de baixo custo, utilizou pelo menos uma delas para atacar o petroleiro MKD VYOM no Golfo de Omã. Um petroleiro com bandeira das Ilhas Marshall tornou-se o primeiro navio a ser atingido por uma embarcação de superfície não tripulada ( uncrewed surface vessel - USV) iraniana durante este conflito. As USVs têm sido amplamente utilizadas pela Ucrânia contra a Rússia e, no Oriente Médio, pelos rebeldes Houthi, apoiados pelo Irã, contra a navegação comercial. O MKD VYOM foi um dos pelo menos quatro navios atingidos pelo Irã desde que a Guarda Revolucionária Islâmica anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, a cerca de 270 km a noroeste. O "fechamento" veio depois que os EUA e Israel começaram a bombardear alvos iranianos no dia 28 de fevereiro. O Estreito, um importante ponto de estrangulamento por onde passa cerca de 20% do petróleo bruto mundial. FONTE: https://www.twz.com/news-features/iranian-kamikaz...

B-2 atacaram cavernas subterrâneas de mísseis

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  Os bombardeiros B-2 Spirit abriram a campanha aérea contra o Irã realizando missões de poder aéreo global a partir de sua base nos EUA. Os bombardeiros furtivos sobrevoaram o espaço aéreo iraniano nas primeiras horas da manhã e alvejaram os depósitos de mísseis. Essas instalações são construídas no subsolo de montanhas e são usadas principalmente para armazenamento, mas algumas delas possuem a capacidade de lançar mísseis balísticos através de fissuras em seus tetos. Priorizar complexos de cavernas de mísseis como alvo para a força de bombardeiros furtivos dos Estados Unidos é uma decisão óbvia. Destruir esses complexos é um desafio. Eles são compostos por diferentes câmaras que podem ser isoladas umas das outras. Portanto, seria necessário um armamento muito complexo e uma grande quantidade de munições especializadas para sequer tentar destruí-los completamente. Por outro lado, essas instalações apresentam uma enorme vulnerabilidade. Não é preciso destruí-las para inutilizar com...