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Acidente com Mirage 2000D e Su-30SM

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Mirage2000D Na França, um Mirage 2000D da Força Aerea e Espacial francesa caiu durante uma missão de treinamento noturno na note de 20 de outubro. Os pilotos conseguiram se ejetar, mas um deles acabou morrendo. O Mirage 2000D é a variante especializada em missões ar-solo, com uma tripulação de dois membros: um piloto e um oficial de sistemas de armas (Navigateur Officier Systèmes d'Armes – NOSA). Su-30SM Na Rússia, um Su-30SM caiu. Ambos os pilotos conseguiram se ejetar. Ambos sofreram ferimentos e foram hospitalizados. O Su-30SM é um caça pesado multifuncional russo de dois lugares, da geração 4++, projetado para obter superioridade aérea e atacar alvos terrestres e de superfície. FONTE: https://theaviationist.com/2026/10/21/french-mirage-2000d-crashes-during-night-training-mission/ FONTE: https://pt.topwar.ru/amp/292072-pod-kaliningradom-upal-istrebitel-su-30sm.html

O bucaneiro da Marinha Real e depois da RAF

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O Blackburn Buccaneer foi um caça-bombardeiro britânico subsônico, operado inicialmente pela Marinha Real e, depois, pela Real Força Aérea britânica (RAF) entre as décadas de 1960 e 1990. Projetado especificamente para ataques nucleares e convencionais a baixíssima altitude, ele foi a solução britânica para contornar as defesas de radar soviéticas durante a Guerra Fria. Desenvolvido nos anos 1950 em resposta ao surgimento dos cruzadores soviéticos da classe Sverdlov. A estratégia era voar abaixo da cobertura de radar dos navios inimigos para atacá-los. Como operaria em baixíssima altitude, onde o ar é mais denso, sua estrutura foi construída de forma extremamente robusta para suportar a severa turbulência de voos baixos e os pousos violentos em porta-aviões. O jato apresentou um excelente perfil de voo, mostrando alta estabilidade voando a mais de 1.000 km/h a poucos metros da água ou do solo. O Buccanner possuía um inovador porão de bombas rotativo, que reduzia o arrasto aerodinâmico....

Saab vai substituir o computador de voo do Gripen

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  O novo computador de voo substituirá um sistema cujas origens remontam à geração anterior do Gripen A/B. A gigante aeroespacial sueca recebeu um contrato no valor de US$ 130 milhões para desenvolver um novo computador de voo para a família de caças JAS 39 Gripen. O projeto visa substituir um sistema antigo, cuja manutenção se torna cada vez mais difícil, e garantir o suporte a longo prazo para as aeronaves de combate da Força Aérea da Suécia. O novo computador de voo será projetado para atender aos requisitos futuros de desempenho, confiabilidade e segurança de fornecimento em toda a frota de Gripen. O desenvolvimento abrangerá tanto o Gripen C/D quanto o mais recente Gripen E, com extensos testes de verificação necessários antes que o sistema de substituição possa entrar em serviço. O computador de voo é um componente central e crítico para a segurança do Gripen. Ele dá suporte à arquitetura de computação de bordo da aeronave, tornando sua confiabilidade essencial para a continu...

Em algum lugar do Passado...

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  Belíssima imagem da Força Aérea Sul-Africana (South African Air Force - SAAF) no início dos anos 1960 do Século XX

Rússia modernizou fábricas para retomar a produção do Tu-160M

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  O presidente da Tupolev, Yuri Abrosimov, afirmou que a Rússia reestruturou as cadeias de suprimentos e modernizou as fábricas para retomar a produção do bombardeiro estratégico Tu-160M. Abrosimov identificou a restauração da cooperação industrial, começando pelos fornecedores de materiais e produtos semiacabados, como um desafio fundamental. Segundo ele, tiveram que reconstruir do zero os processos tecnológicos de diversas montagens, utilizando tecnologias modernas. A empresa modernizou os equipamentos da oficina e as instalações de teste de voo, e introduziu sistemas de soldagem por feixe de elétrons e recozimento a vácuo para as montagens de titânio. O chefe da empresa revelou que o bombardeiro estratégico supersônico Tu-160M ​​manterá o design original, mas será construído com tecnologias digitais. No âmbito do programa de modernização, a empresa atualizou 80% dos sistemas e equipamentos da aeronave. Os equipamentos eletrônicos de bordo, os sistemas de controle de voo e de arm...

A raposa do mar da Marinha Real

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O de Havilland Sea Vixen foi um caça bimotor com a função de interceptação e defesa da frota, operado pela Fleet Air Arm da Marinha Real Britânica entre as décadas de 1950 e 1970. O jato foi a primeira aeronave de combate britânica a não ter canhões internos em seu projeto inicial, confiando exclusivamente em mísseis ar-ar e foguetes. A de Havilland começou a desenvolver a aeronave no final dos anos 1940 sob o código de projeto DH.110. A intenção original era criar um caça pesado noturno/para qualquer clima que servisse tanto à Real Força Aérea (RAF) quanto à Marinha Real (Royal Navy). No entanto, a RAF acabou perdendo o interesse no modelo e preferiu comprar o caça concorrente, o Gloster Javelin. Os projetistas da de Havilland mantiveram a cauda característica do Sea Venom, mas com asas enflechadas e um tamanho muito maior e mais robusto. O piloto sentava em uma bolha convencional à esquerda. O operador de radar ficava totalmente escondido dentro da fuselagem à direita, em um local es...

Porta-aviões Charles de Gaulle poderá ficar em serviço além de 2038

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  A Marinha Francesa planeja substituir o Charles de Gaulle, o único porta-aviões de propulsão nuclear em operação fora da Marinha dos Estados Unidos, por um futuro porta-aviões que se chamará "France Libre" em 2038. Como parte de uma grande reforma prevista, a Marinha francesa está estudando se o porta-aviões nuclear Charles de Gaulle pode continuar navegando além de sua aposentadoria prevista, o que daria ao país uma frota de dois porta-aviões nucleares. Com apenas um porta-aviões, a França fica sem sempre que o Charles de Gaulle está em doca seca para manutenção periódica, e a questão de se o país precisa de um segundo porta-aviões tende a surgir sempre que os legisladores questionam os altos escalões da Marinha. Um dos obstáculos é o custo, com o orçamento estimado em US$ 11,2 bilhões para o futuro France Libre sendo suficiente para financiar pelo menos dez novas fragatas da classe FDI. Estudos sobre a extensão da vida útil do Charles de Gaulle analisarão o desgaste dos n...