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Indonésia dobra encomenda de caças J-10C chineses para acelerar a modernização de sua Força Aérea

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  De acordo com a mídia local, o Ministério da Defesa daquele país dobrou os pedidos de caças J-10C. Isso faz parte de um plano de modernização mais amplo. As aeronaves devem proporcionar uma capacidade avançada para combater os caças de quinta geração utilizados pelas potências regionais. A Indonésia é o segundo cliente do J-10C, depois do Paquistão, embora relatos não confirmados indiquem que o Egito também possa ter feito encomendas. O governo da Indonésia destinou US$ 9 bilhões para cobrir o plano estratégico de defesa de longo prazo.. A Força Aérea da Indonésia adquiriu 42 caças Chengdu J-10C. O prestígio do setor de aviação de combate chinês cresceu consideravelmente na última década, particularmente após o país se tornar o segundo no mundo a colocar em serviço um caça de quinta geração.

Thunderbolt venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) operou um total de 28 caças Republic P-47D Thunderbolt. As primeiras aeronaves começaram a chegar ao país a partir de 1946, logo após o término da Segunda Guerra Mundial e no mesmo ano em que a FAV se tornou uma força independente. O Thunderbolt formou a espinha dorsal de defesa aérea do país até a chegada dos primeiros jatos de combate F-86. O último P-47 foi retirado de serviço em 1956.

Polônia suspende a transferência de caças MiG-29 para a Ucrânia

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  O governo da Polônia suspendeu a transferência de caças MiG-29 para a Ucrânia devido a uma disputa não resolvida sobre o acesso à tecnologia de drones ucraniana. Os primeiros relatos de que a Polônia poderia transferir até nove caças MiG-29 em troca de acesso à tecnologia de drones ucraniana surgiram em janeiro. Segundo a mídia polonesa, o Vice-Ministro da Defesa Nacional disse que o país deseja se beneficiar da experiência e do conhecimento tecnológico da Ucrânia em sistemas aéreos não tripulados, à medida que desenvolve suas próprias capacidades com drones. Os caças serão entregues após a resolução da questão. Na Polônia, a decisão de transferir as aeronaves está sendo justificada pelo fim de sua vida útil operacional e pela falta de perspectivas de modernização dos meios. Espera-se que a medida faça parte de uma política mais ampla da OTAN, destinada a fortalecer o flanco leste da OTAN e a apoiar a Ucrânia. Após a aposentadoria dos MiG-29 - fabricados durante a Era soviética -...

Acidente com Su-24

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  Um caça-bombardeiro Su-24 da Força Aérea da Ucrânia caiu no dia 16 de junho, matando o piloto e o navegador. O jato fabricado durante a Era soviética, realizava uma missão de ataque contra as forças russas. As forças ucranianas disseram que a queda não foi por ação direta do inimigo e que deve ter sido por problemas técnicos. FONTE: https://kyivindependent.com/ukrainian-su-24-bomber-crashes-in-khmelnytskyi-oblast-killing-pilots-air-force-confirms/

Airbus culpa a Dassault por fracasso do FCAS

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  O Chefe da divisão de poder aéreo da Airbus Defence and Space disse durante entrevista que o programa Pan-Europeu para um futuro caça de combate (FCAS) foi assolado por divergências sobre a divisão do trabalho industrial e a liderança entre a Airbus e a Dassault Aviation, que eram as principais contratadas para a Alemanha, Espanha e França, respectivamente. A Dassault exigiu desempenhar o papel decisivo, refletindo os principais requisitos para o jato definidos pelas Forças Armadas Francesas. Estes incluíam a capacidade de operar a partir de porta-aviões e a capacidade de lançar armas nucleares. A Alemanha ou a Espanha não necessitavam de nenhuma dessas funções.

Airbus quer continuar com o futuro caça de combate europeu

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  Em um desenvolvimento significativo para as futuras ambições de combate aéreo da Europa, a Airbus está tentando reiniciar o programa para desenvolver um caça de sexta geração, agora sob liderança alemã e espanhola. Isso ocorre menos de uma semana depois que o projeto do Caça de Nova Geração (NGF), liderado pela Alemanha e pela França, praticamente fracassou em sua forma original, em meio a desavenças entre Paris e Berlim. O NGF foi planejado como a peça central tripulada do Futuro Sistema de Combate Aéreo (FCAS), um projeto pan-europeu, que a Airbus, como a principal corporação aeroespacial europeia, agora espera retomar.

Sukhoi venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) ou Aviação Militar Bolivariana (AMB) possui atualmente 21 caças Sukhoi Su-30MK2 em seu inventário, segundo relatórios estratégicos e dados de monitoramento de defesa. Em 2006, sob a liderança de Hugo Chávez, o país comprou um lote de 24 aeronaves da Rússia. Pelo menos 3 caças foram perdidos em acidentes operacionais ao longo dos anos, reduzindo o total da frota. Embora o inventário registre 21 unidades, analistas de defesa apontam que o número de aeronaves verdadeiramente prontas para combate e em condições reais de voo é menor. O embargo econômico internacional e as dificuldades logísticas limitaram o fornecimento de peças de reposição e revisões técnicas periódicas obrigatórias. Essas aeronaves de geração 4+ são consideradas o vetor de superioridade aérea e ataque mais formidável de toda a América Latina. Mesmo com o suporte de engenheiros russos, boa parte da frota permanece no chão por falta de manutenção adequada.