(matéria publicada em 2017) Com o advento da 5ª Geração de caças e o combate BVR, o “hiato” tecnológico entre os aviões de 4.ª e 5.ª gerações aumentou enormemente, ao ponto que muitas Forças Aéreas se tornaram forças de transporte, pois com a moderna guerra aérea perderam a capacidade de combater. Haverá um Futuro para as Forças Aéreas que não investirem em tecnologia? Em março de 2017, a FAU (Força Aérea Uruguaia) desativou seus bimotores turboélices IA-58 Pucará. Em setembro de 2016, a FAM (Força Aérea Mexicana) aposentou seus F-5E, depois reativou-os e hoje sonha com a substituição de menos de um punhado de F-5E analógicos ainda. Não fosse o fato desses aviões serem “famosos” e tais eventos teriam passado desapercebidos, pois em termos de armas militares atuais, esses aviões não servem para nada. São máquinas velhas, resquícios de um tempo aonde a diferença entre as Forças Aéreas era medida em números, bem ao contrário de hoje, aonde um moderno avião de combate, como por exemp...