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Força Aérea do Chile planeja a substituição do Tiger III

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  Com mais de 50 anos de operações em um dos ambientes geográficos mais exigentes do mundo, o Ministério da Defesa e a Força Aérea do Chile (FACh) iniciaram o planejamento para a futura substituição da frota de caças Northrop F-5E/F Tiger III. Recebidos a partir de 1976, os Northrop F-5E/F Tiger II rapidamente se tornaram um dos pilares da defesa aérea. A FACh recebeu 18 jatos (15 F-5E e 3 F-5F). Sua aquisição coincidiu com um profundo processo de modernização das Forças Armadas Chilenas durante o auge da Guerra Fria, contexto no qual a instituição começou a adotar novas doutrinas de combate supersônico, interceptação em alta velocidade e operações de reação rápida. Na década de 1990, os caças remanescentes foram modernizados, sendo elevados ao padrão Tiger III. A modernização deu ao F-5E a capacidade BVR. Atualmente 13 caças modernizados para o padrão Tiger III estão em serviço, sendo 10 da variante F-5E e três F-5F. Diversas alternativas estão surgindo para suceder o F-5. Uma das...

GUERRA DOS SEIS DIAS: O papel da surpresa e da dissimulação na guerra moderna

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  A criação do Estado de Israel em região palestina (1948) está na raiz da Guerra dos Seis Dias, mas não é sua causa única. A surpresa sempre foi um elemento fundamental na guerra. Da destruição da armada persa em Salamina (480 a.C.) ao ataque alemão nas Ardenas, em 1940, são numerosos os exemplos de campanhas militares decididas por lances inesperados. No mundo contemporâneo, a surpresa desempenha papel ainda mais central, sobretudo porque o alto poder destrutivo das armas modernas significa que a capacidade de retaliação de um inimigo pode ser desmantelada com um só golpe. A solução para isso tem sido o desenvolvimento de formas cada vez mais sofisticadas de vigilância. Em alguns exemplos a surpresa pode resultar de falha flagrante da vigilância e dos serviços de informação. Antes do ataque japonês a Pearl Harbor, em dezembro de 1941, a coordenação do serviço secreto norte-americano era feita de maneira inadequada, o que não lhe permitia interpretar com precisão as intenções japo...

X-59 rompeu a barreira do som pela primeira vez

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  O demonstrador de tecnologia da NASA finalmente atingiu velocidade supersônica. O avião de nariz comprido, foi projetado para ajudar a desenvolver a tecnologia necessária para o voo supersônico "silencioso". O jato venceu a barreira do som no dia 5 de junho, mais de seis meses após decolar pela primeira vez . O X-59, peça central do programa Quesst (Quiet Supersonic Technology -Tecnologia Supersônica Silenciosa) da NASA, foi projetado para gerar leves vibrações em vez de estrondos. Se tudo correr conforme o planejado, o trabalho que está sendo realizado agora poderá ajudar a trazer de volta os voos supersônicos em larga escala aos Estados Unidos. Esse mercado desapareceu em 1973, quando a Administração Federal de Aviação proibiu tais voos para proteger pessoas e propriedades de fortes estrondos sônicos.

O AV-8 é a segunda versão do Harrier

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  As primeiras versões, o AV-8A, foram desenvolvidas pela empresa britânica Hawker Siddeley na década de 1960. Os Fuzileiros Navais dos EUA começaram a usar os jatos em 1971 e, a partir de 1985, passaram a utilizar uma versão atualizada, o AV-8B, construída pela McDonnell Douglas. Em 1996, cada jato custava cerca de US$ 23,6 milhões. Em valores atuais, isso equivale a cerca de US$ 50 milhões. O USMC chegou a operar cerca de 280 Harriers. Os Harriers estão dando lugar ao F-35B, a versão de decolagem e pouso vertical do caça furtivo de 5ª geração, que custa cerca de US$ 110 milhões.

Dragonfly equatoriano

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  A Força Aérea do Equador (FAE) operou um total de 28 jatos Cessna A-37B Dragonfly Os primeiros aviões foram recebidos pelo Equador a partir de 1975. A frota equatoriana de A-37B desempenhou um papel ativo em combates reais na fronteira, como na Guerra de Paquisha (1981) e na Guerra de Cenepa (1995) contra o Peru. O conflito de 1981 ficou marcado historicamente como o único registro de combates aéreos reais envolvendo aviões A-37 lutando entre si, já que ambos os países operavam o modelo. Os jatos foram desativados gradualmente a partir do final dos anos 2000. Eles foram integralmente substituídos pelos turboélices de ataque Embraer A-29 Super Tucano de fabricação brasileira. Em 2014, como parte de acordos de cooperação militar, o Equador realizou a doação de três A-37B para a Força Aérea Uruguaia (FAU), além de peças e componentes sobressalentes.

5 de junho de 1967

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  Neste dia, há exatos 59 anos, a Força Aérea israelense lançou um ataque aéreo contra a Força Aérea egípcia, dadno início ao que ficou conhecido como A Guerra dos Seis Dias. A guerra foi um breve e decisivo conflito militar travado entre 5 e 10 de junho de 1967, no qual Israel derrotou uma coalizão de países árabes formada por Egito, Síria e Jordânia (com apoio de outras nações como o Iraque). O embate redesenhou drasticamente o mapa geopolítico do Oriente Médio. O ataque aéreo contra o Egito, conhecido como Operação Foco (Moked), destruiu a Força Aérea do país no solo em poucas horas. A Força Aérea israelense (Israel Air Force - IAF) atacou às 07h45, horário em que os pilotos egípcios já tinham terminado as patrulhas da madrugada e os comandantes estavam presos no trânsito a caminho do trabalho. Os israelenses voaram a poucos metros sobre o mar e o deserto para evitar os radares egípcios, mantendo silêncio absoluto de rádio. O principal alvo eram as pistas, impedindo os caças egí...

BRASIL: mais Gripens?

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  O Ministério da Defesa brasileira anunciou no dia 4 de junho, o interesse em adquirir mais 20 caças Gripen para a Força Aérea Brasileira (FAB). A intenção foi formalizada em uma declaração assinada entre os governos dos dois países para ampliar a cooperação na área de defesa. Além da possível ampliação da frota, Brasil e Suécia assinaram um memorando de entendimento para aprofundar a cooperação bilateral em defesa. Entre as iniciativas previstas está a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil voltado à operação, manutenção e modernização dos caças Gripen. O anúncio ocorre em meio a restrições orçamentárias enfrentadas pelo Ministério da Defesa. Neste ano, a pasta foi incluída entre as áreas atingidas por medidas de contenção de despesas adotadas pelo governo federal, com bloqueio de R$ 4,36 bilhões. NOTA ALADA: O anúncio é mais político do que prático, ainda mais no momento em que as Forças Armadas brasileiras são paulatinamente contigênciadas. Além disso, a F...