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Incidente com AMX

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  De acordo informes, dois caças-bombardeiros A-1 AMX da Força Aérea Brasileira (FAB) se envolveram em um incidente no dia 9 de fevereiro na Base Aérea de Santa Maria (BASM). Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, ocorreram danos leves durante o pouso das aeronaves. A extensão dos danos não foi divulgada e as aeronaves foram recolhidas para reparo, NOTA ALADA: Com o jato em fim de carreira, a depender dos danos, possivelmente não serão reparadas.

Saab não desistiu de promover seu Gripen E/F na Índia

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  Segundo relatos da mídia indiana, a sueca Saab está promovendo junto aos militares indianos o seu caça Gripen E/F para equipar a Força Aérea Indiana ( India Air Force - IAF). A proposta inclui diversas opções para a produção local da aeronave, visando obter a aprovação do governo. Esta é uma tentativa da Saab de se redimir após perder uma licitação anterior que resultou na seleção do caça Rafale, produzido pela Dassault. Este importante acordo se traduziria em encomendas de aproximadamente 114 unidades no total, com o objetivo de aumentar o número de esquadrões operacionais no país. Segundo as propostas da Saab, a instituição poderia receber a primeira aeronave três anos após a assinatura do contrato. Isso envolveria a produção de um lote inicial de aproximadamente 18 aeronaves na Suécia, até que as condições na Índia estejam adequadas para o início da fabricação local. A Índia poderia então integrar tecnologias locais nessas unidades posteriores e, uma vez concluída sua própria...

Muroc Maru

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  O Muroc Maru foi uma réplica em tamanho real de um cruzador pesado japonês da classe Takao A estrutura foi erguida em 1943 no leito seco do lago Rogers (hoje Base da Força Aérea Edwards) para servir como alvo de treinamento para pilotos de bombardeiros e atiradores da Força Aérea do Exército dos EUA. Em 1950, a estrutura foi considerada um risco à navegação aérea e demolida. Na imagem, um B-25 simula o lançamento de bombas contra o "navio".

Bombardeiro furtivo: "A China ainda não chegou lá”

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  De acordo com o Chefe do Comando de Ataque Global da Força Aérea dos EUA ( Air Force Global Strike Command - AFGSC), General Stephen Davis, a China continua sendo, na melhor das hipóteses, uma força de bombardeiros regional, embora continue a buscar "agressivamente" novas capacidades nesse sentido, como o tão aguardado bombardeiro furtivo H-20 . O H-20 é considerado um bombardeiro furtivo do tipo asa voadora, bastante semelhante ao B-2 Spirit, e seu desenvolvimento remonta ao início dos anos 2000. As Forças Armadas norte-americanas estimaram anteriormente que ele poderia ter um alcance máximo sem reabastecimento de cerca de 10.000 km, e observaram que seu alcance poderia ser ainda maior por meio de reabastecimento aéreo. Relatórios anteriores também indicaram que ele poderia transportar até 10 toneladas de armamentos, incluindo mísseis de ataque terrestre e mísseis de cruzeiro antinavio. A força de bombardeiros da China atualmente consiste em variantes do H-6, cujo projeto...

Su-30 realizou demonstração de força perto das fronteiras da OTAN

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  Um caça russo Su-30SM2 realizou um voo de demonstração de força próximo ao espaço aéreo da OTAN, carregando munições de fragmentação e mísseis antinavio. Segundo o canal Soniashnyk no Telegram, no final de janeiro, caças espanhóis EF-18M, destacados na região do Báltico no âmbito da missão de policiamento aéreo da OTAN, interceptaram a aeronave russa. O jato estava armado com dois mísseis antinavio Kh-31A e duas bombas de fragmentação RBK-500. Vale ressaltar que o caça russo não carregava nenhum míssil ar-ar, normalmente exigido para autodefesa ou operações ofensivas. De modo geral, a presença de armamento real em aeronaves russas que realizam manobras provocativas perto do espaço aéreo da OTAN é extremamente rara. Em novembro, durante a escolta de uma aeronave Tu-134UBL de alto valor, os caças Su-30 da Marinha Russa não estavam equipados com mísseis. Essa prática foi mantida por muito tempo para minimizar o risco de escalada do conflito e como forma de precaução para garantir qu...

A-10: nova missão?

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  Curiosa imagem de um A-10 Warthog protegendo o navio de combate litorâneo caçador de minas USS Santa Barbara (LCS-32) durante exercício no Golfo Pérsico. A ameaça de ataques com pequenas embarcações tornou-se real desde o surgimento e o rápido desenvolvimento de veículos de superfície não tripulados. O A-10, embora esteja no ocaso de sua carreira, é singularmente adequado para proteger ativos navais de ameaças de menor intensidade, como enxames de pequenas embarcações iranianas.