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Os gatos da Grumman: F9F Cougar

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   O Grumman F9F Cougar foi o primeiro caça a jato com asas enflechadas a operar em porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos. O modelo chegou aos esquadrões em 1952 e foi uma resposta para igualar o desempenho do MiG-15. Para acelerar a produção, os projetistas da Grumman modificaram o projeto do F9F Panther, mantendo grande parte da fuselagem e do motor e adotando asas enflechadas a 35 graus, o que garantiu maior velocidade e manobrabilidade. Embora tenha sido projetado às pressas para enfrentar os caças soviéticos, ele não participou da Guerra da Coreia porque as unidades de linha de frente só foram declaradas operacionais logo após o fim das hostilidades. O Cougar entrou em combate no Vietnã como observador avançado, marcando alvos para ataque de outras aeronaves. O jato nunca entrou em combate ar-ar. Um aparelho foi perdido para o fogo de solo. Entre 1951 e 1960, a Grumman fabricou 1.988 unidades do modelo.

Operação Gama Centauro: o maior voo da Caça brasileira

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Em 2003, a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou a missão de voo mais longa já realizada pela Aviação de Caça. No dia 22 de agosto daquele ano, dois A-1 AMX do Esquadrão Centauro (3º/10º GAV), decolaram da Base Aérea de Santa Maria (RS), para um voo de 6.700 km dentro do território brasileiro. Chamdo de "Gama Centauro", a missão tinha por objetivo demonstrar a capacidade estratégica de alcance global e de persistência no combate dos caças-bombardeiros AMX brasileiros, que na ocasião eram considerados novos de fábrica. Os pilotos que realizaram a missão foram o então Major Aviador João Luiz Ribeiro e o Capitão Aviador Ricardo Marques Kabzas. Os dois caças permaneceram no ar por 10 horas e 5 minutos, decolando e pousando em Santa Maria (SM) após percorrerem uma distância de 6.700 quilômetros. Os jatos decolaram com dois tanques de combustível subalares de 1.100 litros cada para maximizar a autonomia. Os pilotos fizeram uso de tubo mictório e uma alimentação balanceada. Partindo...

Os gatos da Grumman: F9F Panther

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  O Grumman F9F Panther foi o primeiro caça a jato da Grumman e a primeira aeronave a jato a entrar em combate na Marinha dos Estados Unidos. Ele se tornou um dos principais pilares das frotas aéreas norte-americanas durante a Guerra da Coreia, operando a partir de porta-aviões de convés reto. A Grumman fabricou 1.382 unidades do caça entre 1948 e 1952. O batismo de fogo do Panther foi na Coreia, onde o F9F entrou para a história ao conquistar a primeira vitória ar-ar da Marinha do EUA no conflito (derrubando um Yak-9) e a primeira vitória no primeiro dogfight entre jatos, ao derrubar um MiG-15. Apesar de ter realizado 78 mil missões de combate, o Panther só obteve 7 vitórias ar-ar contra duas perdas. O Panther entrou em serviço em 1949 e foi retirado da linha de frente em 1956, sendo gradualmente substituído por seu derivado de asas enflechadas, o Grumman F-9 Cougar

FAB já teria decidido as bases aéreas que irão receber o F-39E

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  Circulam nas redes sociais informações de bastidores que o Comando da Força Aérea Brasileira (FAB) teria decidido distribuir a força de F-39E Gripen por três bases aéreas. Como já é de conhecimento público, a única base confirmada até o momento é a  Base Aérea de Anápolis (BAAN), onde de dez a doze F-39E serão alocados no 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA), Esquadrão Jaguar. A segunda base, embora de forma não oficial, deverá ser a Base Aérea de Santa Cruz (BASC) no Rio de Janeiro, onde os jatos (de 10 a 12 unidades) deverão ser alocados no Primeiro Esquadão do Décimo Grupo de Aviação (1º10º GAV), Esquadrão Poker. A novidade agora é que a Base Aérea de Santa Maria (BASM) no centro do Rio Grande do Sul surge como destino e, de acordo com os corredores da FAB, o Terceiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (3º/10º GAV), Esquadrão Centauro, receberia antes mesmo do Poker. A boataria faz sentido, visto que a BASM é considerada a base aérea mais moderna do país e atualmente opera...

Os gatos da Grumman: F8F Bearcat

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  O Bearcat foi o último e mais ágil caça com motor a pistão desenvolvido pela Grumman para a Marinha dos EUA. Projetado ao redor do Pratt & Whitney R-2800, o motor radial mais potente disponível e ser o mais leve possível, o Bearcat tornou-se uma lenda em termos de manobrabilidade e taxa de subida. A Grumman fabricou 1.265 unidades entre 1945 e 1949. O Bearcat chegou tarde demais para lutar na Segunda Guerra Mundial. O esquadrão que o operava o caça estava a caminho do Pacífico a bordo de um porta-aviões quando o Japão se rendeu em agosto de 1945. Por conta disso, ele nunca enfrentou caças inimigos no ar pelos EUA. O batismo de fogo do F8F foi com a Força Aérea francesa na Guerra da Indochina (1946–1954). Cerca de 200 Bearcats lutaram com as cores da França. O caça jamais conquistou ou foi derrotado na arena ar-ar.

Egito considera adquirir mais Rafales

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  A mídia francesa está repercutindo notícias de que a Força Aérea Egípcia poderá adquirir novos caças Dassault Rafale para reforçar suas capacidades de combate e modernizar ainda mais sua frota de aeronaves de combate. O país está considerando a compra de mais 24 caças da França, o que elevaria sua frota total de Rafale para 78. O Egito adquiriu o primeiro lote de 24 caças Rafale em 2015 e, em 2021, comprou o segundo lote com 30 jatos, totalizando 54 aeronaves. O Rafale vem substituíndo a envelhecida frota de caças F-16. A Força Aérea Egípcia mantém mais de 200 F-16 em serviço. Algumas dessas aeronaves foram entregues durante as décadas de 1980 e 1990 e, portanto, são bastante antigas.

BRASIL: Forças Armadas consumirão R$ 98,96 bilhões com pessoal em 2027

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  O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) prevê para o próximo ano o valor de R$ 147,68 bilhões, sendo que R$ 98,96 bilhões para militares ativos, inativos e pensões do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os programas de reaparelhamento das Forças Armadas receberão R$ 20,42 bilhões. Demais valores serão para outras despesas envolvidas. O Exército possui a maior conta entre as três Forças. As despesas com militares ativos, inativos e pensões chegam a R$ 50,06 bilhões. Dentro do PLOA, o programa F-39 Gripen receberá R$ 2,89 bilhões. O Submarino nuclear receberá R$ 388,7 milhões. O sistema Astros tem dotação de R$ 671,4 milhões e o KC-390 contará com R$ 571,8 milhões. O PLOA ainda depende de análise do Congresso e os valores podem ser alterados, exceto as despesas com remunerações, inatividade e pensões, que são obrigações permanentes.