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Míssil russo deixa um rastro de radiação

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  O míssil de cruzeiro russo 9M730 Burevestnik (designação da OTAN: SSC-X-9 Skyfall) utiliza um sistema de propulsão nuclear de ciclo direto com respiração atmosférica que deixa um rastro radioativo. Essa conclusão foi alcançada por dois cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Eles acreditam que esse projeto específico explica melhor a duração de voo alegada e as dimensões do míssil. De acordo com essa avaliação, a operação funciona da seguinte maneira: primeiro, o míssil é lançado usando um propulsor de combustível sólido, que o acelera e proporciona o voo inicial. Em seguida, o motor nuclear principal entra em funcionamento. Um compressor força a entrada de ar atmosférico no motor; o ar passa por inúmeros canais estreitos ao redor do combustível nuclear, é aquecido pelo calor da fissão nuclear e, à medida que se expande, é expelido pelo bocal. É esse fluxo que gera o empuxo. A principal diferença entre este projeto e um motor de aeronave convencional é que o...

BRASIL: Exército vai trocar o Igla pelo Stinger?

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  Recentemente o governo dos Estados Unidos publicou autorização para uma possível venda de mísseis antiaéreos FIM-92K Stinger para equipar o Exército Brasileiro (EB). O valor do negócio foi dito ser de US$ 330 milhões pelo canal FMS (vendas militares estrangeiras). O valor contemplaria o pacote de suporte logístico, cursos de operação e a documentação técnica necessária para 100 unidades. Atualmente o EB utiliza para defesa de curta e curtíssima alcance o sistema russo IGLA-S e o sueco RBS 70 NG. Diante de uma situação cada vez mais complexa para garantir a disponibilidade e a sustentabilidade do IGLA-S, é provável que as Forças Armadas brasileiras busquem uma substituição para esse sistema pelo Stinger.

O observatório espacial Swift da NASA está saindo de órbita. Será que uma empresa comercial conseguirá construir uma espaçonave em nove meses para salvá-lo?

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  Por mais de 20 anos, o Swift realizou pesquisas científicas prolíficas em órbita, buscando sinais de explosões de raios gama — as explosões mais poderosas do universo. Agora, ele está caindo, condenado a uma morte ardente até o final de 2026, à medida que sua órbita se deteriora. Mas talvez não. A NASA, ao que parece, tem em desenvolvimento uma ousada missão de resgate, algo nunca antes tentado no Espaço: a missão Swift Boost. O projeto prevê que uma espaçonave não testada, construída pela empresa do Arizona Katalyst Space Technologies, se encontre e acople ao Swift, algo para o qual o observatório nunca foi projetado. O Swift não tem propulsores nem qualquer tipo de sistema de propulsão. E, ao longo dos anos, o aumento da atividade solar — o clima espacial causado pelo Sol — expandiu a atmosfera da Terra, criando um arrasto maior do que o esperado, o que o deslocou de sua órbita inicial para baixo. No ano passado, a equipe da missão Swift percebeu que o telescópio espacial estav...

Dragonfly hondurenho

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  A Força Aérea de Honduras (FAH) operou um total de 17 jatos Cessna A-37 Dragonfly ao longo de sua história. O país comprou 15 aeronaves de ataque A-37B e duas OA-37B para controle aéreo avançado. Os primeiros aviões começaram a chegar em 1975, e a frota desempenhou um papel estratégico fundamental na vigilância de fronteiras, patrulhamento contra o narcotráfico e na dissuasão regional durante os conflitos na América Central na década de 1980. Os Dragonflys hondurenhos realizaram missões reais de ataque contra a Nicarágua. Atualmente, apenas um número muito reduzido dessas células permanece em condições parciais ou em voo operacional, com Honduras buscando substituí-los ou complementá-los gradualmente por aeronaves mais modernas, como o turboélice Embraer A-29 Super Tucano.

Do Kuwait para a sucata

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  O site Poder Naval publicou imagem dos que sobrou do sonho da Marinha do Brasil em compor uma ala aérea embarcada com caças Douglas A-4 Skyhawk. A imagem é creditada a Marinha dos EUA. De acordo com a publicação, ela foi registrada em setembro de 2022. A fileira de jatos está ao ar livre na área da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro. Os AF-1 Skyhawk, designação brasileira dos A-4KU e TA-4KU adquiridos do Kuwait, foram incorporados à Marinha do Brasil no fim da década de 1990. A compra representou um marco histórico: o retorno da operação de aeronaves de asa fixa pela Aviação Naval. Uns poucos A-4 foram modernizados, elevados ao padrão AF-1B e AF-1C, com novos aviônicos, sistemas de navegação e comunicação, além de melhorias estruturais. A retirada do serviço do porta-aviões São Paulo forçou o modelo a operar apenas a partir de bases terrestres. A Marinha do Brasil deverá é na atualidade a única Força militar no mundo a manter em serviço o pequeno notável ...

McDonnell Model 279-3

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  O Model 279-3 foi um conceito estudado pela McDonnell Douglas para um caça naval mach 2 e VSTOL Embora o seu conceito e uso do motor se assemelhasse ao projeto britânico, o jato não foi concebido para substituir o Harrier, mas sim dar a Marinha dos EUA um caça de combate diurno capaz de voar a duas vezes a velocidade do som e pairar no ar. Os estudos ocorreram no início dos anos 1980 e nunca passaram da fase de teste em tunel de vento. O motor Pegasus é uma singular obra de engenharia, mas seu ponto fraco foi o fato de sua arquitetura não permitir o uso de pós combustão.

Começou o Inverno 2026!

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