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18 de maio de 1974: Buda Sorridente

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  Neste dia, há exatos 52 anos, a Índia surepreendia o mundo ao detonar sua primeira bomba atômica no campo de testes de Pokhran, localizado no estado de Rajastão, sob o codinome oficial de "Buda Sorridente" (Smiling Buddha), tornando a 6 ª nação atômica. O governo indiano classificou a detonação como uma "explosão nuclear pacífica" para fins civis (como mineração e engenharia). Décadas mais tarde, os próprios cientistas do projeto confirmaram que se tratava de um teste armamentista focado em defesa.

Com a retirada de serviço do argentino A-4R Fightinghawk, a Marinha do Brasil tornou-se a única Força Militar no mundo a voar com o icônico guerreiro

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  Abaixo, lista de operadores civis e empresas privadas que utilizam ou já utilizaram o icônico caça de ataque Douglas A-4 Skyhawk para missões de treinamento militar avançado, reboque de alvos e guerra eletrônica: Draken International: Utiliza o A-4 no papel de "Aggressor" (oposição aérea realística) para treinamento das Forças Armadas dos EUA; Top Aces: Opera jatos A-4N e TA-4J modificados para treinamento de combate aéreo e guerra eletrônica para as Forças Armadas Canadenses, Força de Defesa Australiana e para a Alemanha (Bundeswehr); Legionnaire International : Utiliza os modelos A-4L e TA-4J focados em programas de pesquisa e desenvolvimento de armas, além de testes de radar; Tracor Flight Systems: Operou o Skyhawk na Alemanha para missões de apoio tático e simulação de alvos;

O secreto míssil ar-ar AIM-260 finalmente é revelado

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  O fotógrafo Jonathan Tweedy registrou a decolagem de vários jatos de teste da Marinha dos EUA da Base Aérea de Eglin, na Flórida, no dia 13 de maio. Entre eles, um F/A-18F Super Hornet equipado com um míssil AIM-260 JATM (Joint Advanced Tactical Missile - míssil tático avançado) montado na fuselagem, na lateral externa da entrada de ar do motor direito. O jato também possui um tanque de combustível externo FPU-13/A modificado, com um sensor de busca e rastreamento por infravermelho (infrared search and track - ISRT) instalado na linha central da fuselagem, além de pods de dados de voo nas pontas das asas. O AIM-260 JATM está em desenvolvimento há anos como um sucessor de maior alcance, muito necessário, para o consagrado AIM-120 AMRAAM. A imagem de Tweedy confirma que o design do AIM-260 é bastante minimalista, pelo menos externamente, com apenas quatro aletas na cauda. Ao contrário do AIM-120, ele não possui superfícies de controle na parte central da fuselagem, nem mesmo aletas...

VÍDEO: Caças da Marinha dos EUA colidiram no ar durante show aéreo

  Dois jatos de guerra eletrônica Boeing E/A-18G Growler da Marinha dos Estados Unidos colidiram em pleno ar durante um show aéreo. Todos os tripulantes conseguiram se ejetar em segurança.

Frogfoot Persa

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  A Força Aérea da República Islâmica do Irã ( Islamic Republic of Iran Air Force - IRIAF) operou um total estimado de 13 jatos Sukhoi Su-25 Frogfoot. O Irã só comprou o jato da Era soviética após "ganhar" 7 aeronaves durante a Guerra do Golfo de 1991, quando pilotos iraquianos fugiram do Iraque para evitar que fossem destruídos pelas forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos. O Irã reteve as aeronaves, alegando reparações pendentes da Guerra Irã-Iaque, e as incorporou à sua frota militar. Posteriormente, o Irã encomendou seis jatos diretamente da Rússia para reforçar a frota e compensar problemas de manutenção das células iraquianas originais. Curiosamente, embora o país utilize essas aeronaves, o controle operacional delas variou historicamente entre a IRIAF e a IRGCASF ( Islamic Revolutionary Guard Corps Aerospace Force - Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica). Devolução Em 2014, o Irã tomou a decisão estratégica de devolver sete aeronaves...

Urso

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  O Tu-95 Bear é com certeza o bombardeiro mais bem-sucedido produzido pela aviação soviética. O uso de motores turboélice proporcionou uma autonomia extraordinariamente longa a velocidades apenas ligeiramente inferiores às de bombardeiros pesados ​​comparáveis ​​movidos a turbojato. O desenvolvimento do bombardeiro intercontinental Tu-95 começou no início da década de 1950. Uma equipe liderada por Aleksandr A. Arkhangelsky, colaborador de longa data de Tupolev, projetou o Tu-95 ("Urso"), um enorme bombardeiro turboélice que voou pela primeira vez em 1954 e se tornou uma das aeronaves militares mais duráveis ​​já construídas. O Urso voou pela primeira vez em 1954. Foram construídos mais de 500 exemplares desde o início de sua fabricação na Era soviética. Atualmente, estima-se que a Rússia possua em seu inventário entre 30 e 60 unidades operacionais.

Força Aérea ou Guarda Aérea?

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  (matéria publicada em 2017) Com o advento da 5ª Geração de caças e o combate BVR, o “hiato” tecnológico entre os aviões de 4.ª e 5.ª gerações aumentou enormemente, ao ponto que muitas Forças Aéreas se tornaram forças de transporte, pois com a moderna guerra aérea perderam a capacidade de combater. Haverá um Futuro para as Forças Aéreas que não investirem em tecnologia? Em março de 2017, a FAU (Força Aérea Uruguaia) desativou seus bimotores turboélices IA-58 Pucará. Em setembro de 2016, a FAM (Força Aérea Mexicana) aposentou seus F-5E, depois reativou-os e hoje sonha com a substituição de menos de um punhado de F-5E analógicos ainda. Não fosse o fato desses aviões serem “famosos” e tais eventos teriam passado desapercebidos, pois em termos de armas militares atuais, esses aviões não servem para nada. São máquinas velhas, resquícios de um tempo aonde a diferença entre as Forças Aéreas era medida em números, bem ao contrário de hoje, aonde um moderno avião de combate, como por exemp...