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Huey argentino

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As Forças Armadas da Argentina operaram um total estimado entre 50 e 60 helicópteros Bell UH-1 Iroquois. A frota começou a ser formada de modo progressivo a partir de 1969 por meio de compras diretas, doações e excedentes do Exército dos Estados Unidos. A Aviação de Exército do Exército Argentino foi o maior operador do modelo, totalizando mais de 45 unidades. A Força Aérea Argentina operou menos de uma dezena. A Aviação Naval da Marinha Argentina (Armada) operou 8 unidades. A Polícia Argentina ( Gendarmeria Nacional ) recebeu duas 2 unidades convertidas para o padrão Huey II. Diferente de outros países que aposentaram o modelo, a Argentina iniciou em meados dos anos 2000 um programa para modernizar antigos UH-1H usando kits estruturais fornecidos pela Bell. Pelo menos 18 a 20 unidades foram convertidas com sucesso para o padrão Huey II. Estima-se que o Exército argentino mantenha cerca de 18 a 22 helicópteros operacionais ou em condições de voo. Em combate O modelo teve uma participaç...

RAAF receberá o míssil ar-ar AIM-260

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  O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa da Austrália anunciou que os mísseis serão adquiridos por meio do programa de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) dos EUA. Assim, a Real Força Aérea Australiana ( Royal Australian Air Force - RCAF) se tornará a primeira Força militar fora dos Estados Unidos a operar o míssil tático avançado AIM-260. O valor do negócio foi dito ser de quase US$ 480 milhões. A compra ocorre em um momento em que a Austrália, assim como os Estados Unidos, está cada vez mais focada em manter a vantagem no combate aéreo além do alcance visual contra o poder aéreo chinês, que avança rapidamente, incluindo mísseis ar-ar de longo alcance. Inicialmente a RAAF o míssil da Lockheed será integrado à frota de Boeing F/A-18F Super Hornet antes de ser implementado nos caças F-35A e EA-18G Growler. Espera-se que no futuro o drone de combate MQ-28 Ghost Bat seja também armado com o AAM. O AIM-260 está em desenvolvimento há anos, mas suas capacidades permanecem altamen...

EUA dispararam 80% de seu arsenal THAAD durante a guerra com o Irã

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  Segundo a CNN , citando diversas fontes anônimas familiarizadas com a avaliação mais recente dos estoques militares dos EUA, as forças norte-americanas utilizaram quase quatro quintos de seu suprimento pré-guerra de mísseis antimísseis THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) desde o início da campanha contra o Irã. Além disso, cerca de 50% dos estoques de mísseis antiaéreos Patriot também foram consumidos. Segundo relatos, autoridades militares expressaram preocupação com o rápido esgotamento dos estoques antes do presidente Donald Trump decidir suspender novos ataques contra o Irã. A escassez de mísseis também alarmou os aliados dos EUA no Oriente Médio, que temem que a capacidade de Washington de se defender contra possíveis ataques de mísseis iranianos possa ser significativamente prejudicada caso as tensões aumentem novamente. Essa preocupação se reflete na proposta orçamentária do governo Trump, que solicita US$ 95 bilhões para a aquisição de munições no ano fiscal de 20...

houthis planejam ataques a navios no norte do Mar Vermelho

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  Os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, já atacaram navios sauditas na parte sul do Mar Vermelho e refinarias na porção norte, após impor um bloqueio ao Estreito de Bab el-Mandeb, o que levou vários petroleiros no Mar Vermelho a evitarem essa rota, optando pelo Canal de Suez. A expansão da campanha houthi contra a navegação saudita começou com um ataque ao porto de Yanbu contra o petroleiro saudita NCC Wafa, segundo o grupo rebelde reivindicou. A expansão das atividades militares houthis nessa região ocorre em meio a mensagens contraditórias sobre os esforços para reabrir o Estreito de Ormuz, em grande parte fechado pelo Irã após ter sido atacado pelos EUA e Israel em 28 de fevereiro.

Hind brasileiro

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A Força Aérea Brasileira (FAB) operou 12 helicópteros da família Mi-24, especificamente da versão modernizada e de exportação designada como Mi-35M. No Brasil, o modelo russo recebeu da FAB a designação de AH-2 Sabre. Em outubro de 2008, o governo brasileiro assinou um contrato no valor de US$ 250 milhões. A comprou ocorreu num contexto geopolítico, atrelado a interesses comerciais bilaterais, servindo como contrapartida para a abertura do mercado russo à carne brasileira. Embora a base do helicóptero fosse o clássico "tanque voador" Mi-24 Hind, a versão brasileira recebeu modificações específicas exigidas pela FAB, como aviônicos ocidentais e de origem israelense, além de equipamentos compatíveis com óculos de visão noturna (NVG). As aeronaves foram entregues entre 2010 e 2014 Todos os helis foram destinadas ao Esquadrão Poti (2º/8º GAV), na Base Aérea de Porto Velho (RO) para patrulhar as fronteiras amazônicas. A chegada do AH-2 Sabre revolucionou a aviação de asas rotativa...

Argentina receberá o segundo lote de caças F-16

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  De acordo com a mídia daquele país, o governo argentino divulgou que no mês de setembro está prevista a chegada do segundo lote de caças Lockheed F-16. O novo lote é composto por seis aeronaves F-16AM/BM. Os jatos partirão da Base Aérea de Skrydstrup na Dinamarca, para um voo de translado até a Área de Material Aéreo de Río Cuarto, na província de Córdoba. Com a aquisição de caças F-16 o atual governo tem por objetivo restaurar as capacidades da Força Aérea Argentina (FAA). O cronograma prevê a entrega de 6 aeronaves por ano até 2028.

Réplicas de navios, caças e do Palácio Presidencial de Taiwan no deserto da China?

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  No deserto de Taklamakan, as forças chinesas recriaram destróieres, porta-aviões e caças dos EUA. Imagens de satélite de 2026 mostram um modelo 3D em escala real de um destróier da classe Arleigh Burke, incluindo um canhão de proa, sistemas de lançamento vertical e equipamentos de radar. Ao longo da última década, a China construiu inúmeras réplicas detalhadas de equipamentos militares dos EUA e de edifícios governamentais taiwaneses em seus desertos. Acredita-se que as instalações sejam usadas para treinar o Exército chinês para uma possível invasão de Taiwan. Isso é indicado por imagens de satélite que mostram que as réplicas estão localizados em duas grandes áreas da China: o Deserto de Taklamakan, em Xinjiang, e a Mongólia Interior. A mesma área também contém uma réplica em escala 1:1 de um porta-aviões da classe Gerald R. Ford dos EUA, construído em 2025 após testes anteriores envolvendo alvos menores. Para simular alvos navais em movimento, as forças chinesas construíram um...