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Os demônios da McDonnell: F3H Demon

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Projetado para ser o sucessor do F2H Banshee, o Demon se tornou o primeiro caça da Marinha equipado com mísseis guiados por radar. O projeto nasceu com um sério problema. A McDonnell adotou o motor Westinghouse J40. Esse motor se mostrou severamente subpotenciado e pouco confiável, causando vários acidentes fatais e a perda de várias aeronaves logo no início. Para solucionar e salvar o projeto, a companhia trocou o motor pelo Allison J71, mais potente. A nova versão foi designada como F3H-2 Demon. O Demon se destacou por sua capacidade de operar em qualquer clima e por ser a plataforma de lançamento dos primeiros mísseis ar-ar AIM-7 Sparrow e AIM-9 Sidewinder. O Demon ficou muito pouco tempo em serviço e nunca entrou em combate real. A McDonnell fabricou 519 aeronaves entre 1953 e 1959.O jato foi retirado oficialmente de serviço em 1964. O maior legado do F3H foi ter pavimentado o caminho para o F4H, que se tornaria o lendário F-4 Phantom II

Futuro caça furtivo de 6ª geração F/A-XX da Marinha dos EUA está "sem rumo"

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  Em abril de 2026, autoridades da Marinha e do Departamento de Defesa dos EUA afirmaram que o vencedor da competição do caça de 6ª geração F/A-XX seria anunciado em agosto. Porém, em setembro, nenhuma decisão havia sido divulgada. Publicações especializadas indicam que o processo permanece praticamente parado, levantando dúvidas sobre financiamento, planejamento e autoridade para a decisão final. O atraso já provoca impactos na aviação naval. Os F/A-18E/F Super Hornet terão de permanecer em serviço por mais tempo que o previsto, enquanto os F-35C deverão assumir maior carga operacional e uma variedade maior de missões. O resultado será maior desgaste, custos de manutenção crescentes e pressão sobre a logística e os orçamentos da Marinha. Entre os principais desafios está a integração do F/A-XX ao planejamento orçamentário das próximas duas décadas. O programa já havia sido suspenso em 2025 e só avançou após o Congresso acrescentar US$ 900 milhões ao financiamento do ano fiscal de ...

Ataque ucraniano destruiu Su-33

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  Os russos estão removendo os destroços de um caça Su-33 (a versão naval do Su-27). O jato foi destruído durante ataque com drones contra o aeródromo de Vityazevo, no Krai de Krasnodar, na Federação Russa. Imagens de satélite foram publicadas pelo projeto OSINT CyberBoroshno , mostrando uma escavadeira e uma asa da aeronave. O caça foi destruído por um drone de ataque de médio alcance FP-2. FONTE: https://militarnyi.com/en/news/ukraine-destroy-su-33-jet-vityazevo-airbase/

Rolls-Royce e Safran disputam o motor de caça de próxima geração da Índia

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  O ambicioso plano da Índia de desenvolver em conjunto um motor com uma empresa estrangeira para seu caça de quinta geração abriu caminho para uma disputa entre empresas aeroespaciais britânicas e francesas que buscam participar do programa. O objetivo de Nova Déli é acabar com sua longa dependência de motores estrangeiros, um dos aspectos mais desafiadores de seus programas de caças. Apesar de décadas de esforços, a Índia não conseguiu construir um motor capaz de impulsionar um caça de linha de frente. Como resultado, todos os caças construídos na Índia dependem de motores de origem estrangeira. A francesa Safran propôs desenvolver em conjunto um novo motor a jato com a Índia e compartilhar as tecnologias necessárias para sua construção e manutenção. Segundo a proposta, engenheiros indianos trabalharão em habilidades consideradas essenciais para futuros programas de propulsão. A Rolls-Royce e a Reliance Industries, um dos maiores conglomerados da Índia, anunciaram sua "intenção ...

Os demônios da McDonnell: FH-2 Banshee

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  O FH-2 foi uma evolução direta do FH-1 Phantom e fez parte dos primeiros caças a jato embarcados operados pela Marinha e pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. O Banshee provou ser uma plataforma de armas muito estável e robusta no início da Era dos jatos, pavimentando o caminho para interceptadores ainda mais pesados e tecnológicos de pós-guerra. Equipado com dois motores turbojato Westinghouse J34-WE-34, conseguia operar em velocidades próximas de Mach 0,85. A variante F2H-2 recebeu tanques de combustível permanentes nas pontas das asas (tip tanks) de 700 litros, o que aumentou drasticamente o seu alcance de combate. O jato tinha quatro canhões de 20 mm no nariz e recebeu pontos de fixação sob as asas para carregar até oito bombas ou foguetes. Também fazia uso de asas dobráveis e um sistema exclusivo de "ajoelhamento" da engrenagem dianteira, que abaixava o nariz do avião para permitir o estacionamento compacto de mais aeronaves no deck. O F2H teve seu batism...

Aeronaves de alerta aéreo antecipado doadas pela Suécia entraram em combate na Ucrânia

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  Em maio de 2024, a Suécia anunciou que transferiria duas aeronaves Saab 340 AEW&C ( Airborne Early Warning and Control - Alerta Aéreo Antecipado e Controle) para a Ucrânia como parte de um novo pacote de ajuda militar no valor de US$ 1,35 bilhão. Na época, estimava-se que levaria pelo menos um ano para treinar as tripulações e os técnicos ucranianos, bem como para preparar a infraestrutura e as redes logísticas necessárias para operar essas duas aeronaves. O desafio era significativo, visto que Kiev nunca havia possuído tais capacidades. Além disso, esses Saab 340 AEW&C também precisavam ser modificados para permitir a interação com os F-16, principalmente por meio da integração do sistema de enlace de dados táticos Link 16. No dia 4 de setembro, o Ministério da Defesa ucraniano confirmou que o Saab 340 AEW&C havia sido empregado pela primeira vez em missões de combate quase seis meses antes do previsto. O radar AESA PS-890 associado ao sistema Erieye, o Saab 340 AE...

Novo caça sueco?

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  A Saab recebeu um novo contrato no valor de US$ 303 milhões da Administração de Material de Defesa da Suécia (FMV) para dar continuidade ao trabalho conceitual do futuro sistema de caça do país. Segundo a Saab, o trabalho abrange demonstradores voadores e terrestres, estudos avançados e o desenvolvimento de conceitos de sistemas futuros para plataformas tripuladas e não tripuladas. A empresa afirma que o programa visa fortalecer as capacidades da Suécia em integração de sistemas, autonomia, adaptação de assinatura, propulsão e desenvolvimento digital, reduzindo o risco técnico e preservando a “liberdade de ação” para futuras decisões sobre a capacidade de combate aéreo do país. A encomenda faz parte do programa sueco Koncept för Framtida Stridsflyg (KFS), também conhecido como Vägval stridsflyg , que visa moldar o poder aéreo do país para além de 2040. A Saab desempenha um papel crucial na Suécia como a única fabricante de jatos de combate do país, e suas aeronaves constituem a ...