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BRASIL: Quase metade do orçamento da Defesa foi para inativos e pensões militares em 2025

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  Dos R$ 133,65 bilhões autorizados, R$ 118,66 bilhões foram executados, com ampla concentração em despesas obrigatórias. O programa Gestão e Manutenção do Poder Executivo absorveu R$ 103,43 bilhões — 87% do total gasto — direcionados majoritariamente a pessoal ativo, inativos, pensões e custos correntes, deixando pouco espaço para ações operacionais, investimentos estratégicos ou políticas finalísticas. O peso das despesas previdenciárias é central nesse desenho. Em 2025, os gastos com inativos militares somaram R$ 31,08 bilhões e as pensões alcançaram R$ 25,01 bilhões, totalizando R$ 56,09 bilhões — cerca de 42% de todo o orçamento da pasta. Somados aos R$ 31,68 bilhões destinados aos militares da ativa, as despesas com pessoal chegaram a R$ 87,78 bilhões, o equivalente a aproximadamente 74% da execução orçamentária anual. O contraste com outras áreas é expressivo. Programas de gestão de risco e desastres executaram apenas R$ 498,1 milhões (0,4% do total), apesar da recorrência d...

Venda do F-15EX para à Indonésia pode ter sido cancelada

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  Cotada para ser a primeira naçaõ estrangeira operadora do caça multifuncional Boeing F-15EX Eagle II, o país desistiu dos planos de comprar as 24 aeronaves propostas. Em agosto de 2023, o governo indonésio se comprometeu formalmente a comprar até 24 jatos da Boeing. A Indonésia tem um acordo com o governo francês para 42 caças Dassault Rafale, onde as entregas já começaram. Não está claro se Jacarta optará por comprar outro tipo de caça em vez do F-15. Mesmo sem os F-15, a Força Aérea Indonésia está construindo uma das frotas de caças mais modernas e capazes do Sudeste Asiático. Além dos Rafales, a Força Aérea Indonésia opera uma combinação de caças norte-americanos e russos. A frota de Viper consiste em cerca de oito sobreviventes dos 12 caças F-16A/B Block 15OCU entregues a partir de 1989, além de 23 F-16C/D modernizados. Em termos de equipamentos de fabricação russa, a Indonésia opera cinco Su-27SK monoposto e dois Su-30MK biposto, cujas entregas começaram em 2003, além de nov...

F-35C abateu drone iraniano

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  Um caça F-35C da Marinha dos EUA, operando a partir do porta-aviões USS Abraham Lincoln, abateu um drone iraniano que se aproximou agressivamente do navio. Segundo relatos, o drone era um Shahed-139, um modelo da mesma classe do MQ-1 Predator, que poderia potencialmente transportar munições de pequeno porte. O porta-aviões USS Abraham Lincoln, da classe Nimitz , e elementos de seu grupo de ataque chegaram à área de responsabilidade do Comando Central dos EUA (CENTCOM) no mês passado , após receberem ordens para se dirigirem à região vindos do Pacífico. “O USS Abraham Lincoln (CVN 72) estava navegando pelo Mar Arábico a aproximadamente 800 km da costa sul do Irã quando um drone iraniano Shahed-139 manobrou em direção ao navio. O drone continuou voando em direção ao navio apesar das medidas tomadas pelas forças norte-americanas que operavam em águas internacionais”, disse o porta-voz do Comando Central dos EUA (CENTCOM). Não se sabe qual armamento o F-35C usou para abater o drone. ...

F-117

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  Um F-117 Nighthawk da Força Aérea dos EUA pousa durante o exercício Northern Edge 23-1 no Alasca em maio de 2023. Embora estaja oficialmente "aposentado", os F-117 remanescentes receberam ferramentas essenciais para a replicação de missões de cruzeiro e aeronaves de baixa assinatura.

Força Aérea Brasileira firmou acordo com a General Electric para o F-39E

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  Como parte de sua estratégia para consolidar a plena capacidade operacional do sistema de armas F-39E Gripen, alcançada no final de 2025, a Força Aérea Brasileira (FAB) firmou um novo acordo técnico com a GE Aerospace para suporte integral aos motores F414-GE-39E que equipam os caças fabricados pela empresa sueca Saab. O acordo garante suporte técnico avançado, treinamento especializado e serviços de defesa voltados para a manutenção do nível de prontidão da frota.

Embora o MiG-23 fizesse uso da geometria variável, ele era considerado com uma pobre manobrilidade

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  Após a queda do Muro de Berlim e da URSS, muita informação chegaram ao Ocidente, com diversos pilotos voando essas máquinas e tirando suas conclusões. Embora houvesse a opção de comando manual ao piloto, o F-111, o F-14, o PANAVIA Tornado e o B-1 faziam uso de um sistema eletrônico que ajustava a posição das asas com base em dados recebidos dos sensores, no MiG-23 o piloto comandava manualmente, tendo apenas três posições disponíveis.

PERU: Vitória do F-16?

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  A Força Aérea Peruana (FAP) está em processo de decisão para a seleção do seu novo caça, destinado a substituir o MiG-29 e o Mirage 2000P. Participam da concorrência o Lockheed F-16 Block 70, o Dassaut Rafale e o Saab Gripen E. De acordo com a mídia peruana, a FAP teria escolhido o F-16 Block 70, considerando muito vantajosa a proposta da Lockheed Martin com o apoio do governo dos Estados Unidos. A proposta norte-americana, avaliada em US$ 3,42 bilhões, compreende a venda de 12 caças F-16 Block 70, sendo dez F-16C (monoplace) e dois F-16D (biplace). Além disso, o pacote não abrange apenas os caças, serviços e suporte logístico associado, mas também inclui o fornecimento de armamento, entre os quais se destaca a presença de mísseis ar-ar de longo alcance AIM-120C-8, a versão mais avançada do míssil disponível para clientes de exportação, complementados por 12 mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9X Block II Sidewinder, juntamente com canhões M61A1 e lançadores de foguetes guiados LA...