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Grã-Bretanha desperta para a situação da sua Marinha

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  Durante anos, os alertas sobre o declínio da força da Marinha Real Britânica foram amplamente ignorados. A crise no Oriente Médio colocou o tamanho e a prontidão da Marinha Real em evidência, com diversos políticos e setores da grande mídia descrevendo a posição naval britânica como “ fraca”, “vergonhosa” e “uma desgraça”. Durante anos, a contração constante da Marinha Real ocorreu em grande parte fora da vista do público. O número de navios da frota diminuiu gradualmente, embarcações mais antigas foram retiradas de serviço e os programas de substituição se estenderam por décadas. Embora essa erosão fosse óbvia para aqueles que acompanhavam de perto a política naval, ela permaneceu à margem do debate nacional. Os eventos das últimas semanas mudaram esse cenário. A reação confusa ao aumento das tensões no Oriente Médio, combinada com a dificuldade de mobilizar rapidamente um único destróier, forçou um debate muito mais amplo sobre o verdadeiro estado do poderio marítimo britânico....

Ex-comandante da FAB alertou que faltam Caças para proteger o país

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  De acordo com entrevista ao jornal Estadão, o Tenente-Brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior fez um alerta importante sobre a capacidade de defesa do país. Carlos de Almeida Baptista Júnior comandou a Força Aérea Brasileira (FAB) entre 2021 e 2023. Segundo ele, a quantidade de caças Gripen compraddos da Suécia é insuficiente para prover uma defesa mínima do espaço aéreo nacional. Em entrevista recente ao Estadão (março de 2026), o tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior, que comandou a FAB entre 2021 e 2023, fez um alerta importante sobre a capacidade de defesa do país. " O Brasil precisaria de pelo menos 66 caças F-39E Gripen distribuídos em três bases, com cerca de 22 aeronaves em cada uma ", disse Baptista Júnior, um ex-piloto de Northrop F-5E Tiger II. " As Forças Armadas brasileiras não estão com capacidades operacionais para defenderem a soberania da nação.Falta para a sociedade civil e parte dos militares a percepção do risco de um dia haver u...

Acidente com C-130 Hercules

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  Um Lockheed C-130 Hércules da Força Aérea da Colômbia caiu hoje (23/03). O governo confirmou que havia 125 militares a bordo e que 48 foram resgatados até o momento. A aeronave estava decolando de um aeroporto localizado no interior da região amazônica do sul da Colômbia , na fronteira com o Peru. O acidente ocorreu a apenas três quilômetros de um movimentado centro urbano, Uma investigação foi aberta para apurar o ocorrido. FONTE: https://news.sky.com/story/military-plane-carrying-110-soldiers-involved-in-accident-in-colombia-13523548

Dinamarca planejou destruir os aeródromos da Groenlândia em caso de invasão dos EUA

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  Segundo reportagem do jornal DR, o governo da Dinamarca deu a ordem de explodir as pistas na Groenlândia no caso de uma possível invasão dos EUA. Em janeiro de 2026 forças militares dinamarquesas foram enviadas para a ilha e levaram consigo explosivos, inclusive para destruir as pistas de pouso em Nuuk e Kangerlussuaq. O objetivo era impedir que aeronaves norte-americanas desembarcassem tropas na ilha caso o presidente Donald Trump decidisse realizar uma tomada militar da Groenlândia. FONTE: https://www.dr.dk/nyheder/indland/groenland/danmark-forberedte-sig-paa-muligt-angreb-fra-usa-floej-poser-med-blod-til-groenland-og-gjorde-klar

Columbia

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  Março de 1981: O Ônibus Espacial Columbia a caminho da plataforma de lançamento em preparação ao primeiro voo do programa Shuttle.
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  Até o momento, o CENTOM ( U.S. Central Command - Comando Central dos EUA) não negou que um caça F-35A da Força Aérea tenha sido atingido pela artilharia anti-aérea iraniana, porém o vídeo divulgado pela Guarda Revolucionária iraniana aponta para ser falso. Imagens reais de FLIR (Forward Looking Infrared) quando comparadas com as do vídeo revelam uma borda escura, algo jamais visto antes.

AMX, o avião sem nome

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Curiosamente, o AMX nunca recebeu um nome de batismo pela Força Aérea Brasileira (FAB), como ocorreu com o T-27 Tucano ou o F-39 Gripen, mantendo apenas sua designação oficial de emprego, A-1. Embora não exista uma justificativa oficial para essa ausência, conta-se que como o jato nasceu de um consórcio internacional entre a Embraer e as empresas italianas Aeritalia e Aermacchi, o nome do programa, AMX (uma sigla técnica para Aeritalia-Macchi-X), tornou-se tão forte e amplamente utilizado mundialmente que acabou "substituindo" qualquer necessidade de um nome de batismo no Brasil. Além disso, na FAB o jato foi integrado sob o sistema de designações técnicas, onde "A" refere-se à função de Ataque e "1" indica que foi o primeiro modelo dessa categoria específica no inventário moderno da Força, ao contrário do Tucano, que foi um projeto puramente nacional da Embraer e recebeu um nome para facilitar a exportação. É importante lembrar que o AMX já possuía uma id...