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Frogfoot Persa

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  A Força Aérea da República Islâmica do Irã ( Islamic Republic of Iran Air Force - IRIAF) operou um total estimado de 13 jatos Sukhoi Su-25 Frogfoot. O Irã só comprou o jato da Era soviética após "ganhar" 7 aeronaves durante a Guerra do Golfo de 1991, quando pilotos iraquianos fugiram do Iraque para evitar que fossem destruídos pelas forças de coalizão lideradas pelos Estados Unidos. O Irã reteve as aeronaves, alegando reparações pendentes da Guerra Irã-Iaque, e as incorporou à sua frota militar. Posteriormente, o Irã encomendou seis jatos diretamente da Rússia para reforçar a frota e compensar problemas de manutenção das células iraquianas originais. Curiosamente, embora o país utilize essas aeronaves, o controle operacional delas variou historicamente entre a IRIAF e a IRGCASF ( Islamic Revolutionary Guard Corps Aerospace Force - Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica). Devolução Em 2014, o Irã tomou a decisão estratégica de devolver sete aeronaves...

Urso

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  O Tu-95 Bear é com certeza o bombardeiro mais bem-sucedido produzido pela aviação soviética. O uso de motores turboélice proporcionou uma autonomia extraordinariamente longa a velocidades apenas ligeiramente inferiores às de bombardeiros pesados ​​comparáveis ​​movidos a turbojato. O desenvolvimento do bombardeiro intercontinental Tu-95 começou no início da década de 1950. Uma equipe liderada por Aleksandr A. Arkhangelsky, colaborador de longa data de Tupolev, projetou o Tu-95 ("Urso"), um enorme bombardeiro turboélice que voou pela primeira vez em 1954 e se tornou uma das aeronaves militares mais duráveis ​​já construídas. O Urso voou pela primeira vez em 1954. Foram construídos mais de 500 exemplares desde o início de sua fabricação na Era soviética. Atualmente, estima-se que a Rússia possua em seu inventário entre 30 e 60 unidades operacionais.

Força Aérea ou Guarda Aérea?

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  (matéria publicada em 2017) Com o advento da 5ª Geração de caças e o combate BVR, o “hiato” tecnológico entre os aviões de 4.ª e 5.ª gerações aumentou enormemente, ao ponto que muitas Forças Aéreas se tornaram forças de transporte, pois com a moderna guerra aérea perderam a capacidade de combater. Haverá um Futuro para as Forças Aéreas que não investirem em tecnologia? Em março de 2017, a FAU (Força Aérea Uruguaia) desativou seus bimotores turboélices IA-58 Pucará. Em setembro de 2016, a FAM (Força Aérea Mexicana) aposentou seus F-5E, depois reativou-os e hoje sonha com a substituição de menos de um punhado de F-5E analógicos ainda. Não fosse o fato desses aviões serem “famosos” e tais eventos teriam passado desapercebidos, pois em termos de armas militares atuais, esses aviões não servem para nada. São máquinas velhas, resquícios de um tempo aonde a diferença entre as Forças Aéreas era medida em números, bem ao contrário de hoje, aonde um moderno avião de combate, como por exemp...

17 de maio de 1987: o ataque ao USS Stark

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  Neste dia, há exatos 39 anos, ocorreu o "mais famoso" ataque com o Exocet. Na noite de 17 de maio, a fragata norte-americana USS Stark (FFG 31) estava em patrulha no Golfo Pérsico, quando foi atingida por dois mísseis AM39 Exocet disparados de um Mirage F.1EQ iraquiano. O ataque resultou na morte de 37 marinheiros e o navio quase afundou. Como o Iraque e os EUA não estavam em guerra, mesmo aparecendo no radar o caça iraquiano, nenhuma ação defensiva foi tomada. O incidente com o Stark abriu precedentes para uma outra tragédia, que iria acontecer 14 meses depois. O Departamento de Defesa dos EUA reviu suas regras de combate no Golfo Pérsico. Foi ordenado que se uma aeronave, independentemente da procedência, não respondesse ao chamado inicial pelo rádio, a ordem era para derrubar. E assim foi. O USS Vincennes (CG 49) derrubou um Airbus iraniano, matando 290 pessoas, entre tripulantes e passageiros.

Com a retirada de serviço do argentino A-4R Fightinghawk, a Marinha do Brasil tornou-se a única Força Militar no mundo a voar com o icônico guerreiro.

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  Com a retirada de serviço do argentino A-4R Fightinghawk, a Marinha do Brasil tornou-se a única Força Militar no mundo a voar com o icônico guerreiro. Abaixo, lista de todos os operadores (militares) do Skyhawk ao longo da história: Argentina: Operado pela Força Aérea Argentina (versão A-4AR Fightinghawk). A Marinha Argentina também já operou o modelo no passado (versão A-4Q); Austrália: Operado pela Marinha Real Australiana a bordo do porta-aviões HMAS Melbourne. As unidades sobreviventes foram vendidas para a Nova Zelândia; Brasil: Operado exclusivamente pela Marinha do Brasil (designado localmente como AF-1 Falcão). A frota passou por modernizações pela Embraer e opera a partir de bases terrestres; Estados Unidos: Desenvolvedor e maior usuário original. Foi operado pela Marinha (US Navy), pelo Corpo de Fuzileiros Navais (USMC) e pela equipe de acrobática Blue Angels; Indonésia: Adquiriu aeronaves de segunda mão vindas de Israel e dos EUA para sua Força Aérea; Israel: Tev...
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  Suécia divulga documentos confidenciais sobre o incidente de 1981 envolvendo o submarino soviético O governo da Suécia desclassificou documentos relacionados ao incidente de 1981 envolvendo o submarino soviético S-363, que encalhou na costa do país enquanto transportava torpedos nucleares. As teorias sobre o que exatamente aconteceu quando o submarino encalhou são variadas. Em 16 de setembro de 1981, o submarino a diesel S-363 da 157ª Brigada de Submarinos da Frota Soviética do Báltico partiu de Paldiski em uma missão de treinamento. O capitão de 3ª classe Anatoly Gushchin era o comandante. Durante a viagem, o S-363 transportou dois torpedos com ogivas nucleares. Em 18 de outubro, às 18h10, enquanto submerso, o submarino colidiu com a rede de arrasto de um barco de pesca. A antena do radiogoniômetro foi danificada e ocorreram falhas no sonar e no sistema Decca. O comandante não comunicou o incidente à costa e não tomou medidas adicionais de navegação. Devido a erros grosseiros na...