Postagens

Dragonfly dominicano

Imagem
  A Força Aérea da República Dominicana (FARD) operou 8 jatos Cessna A-37B Dragonfly, todos ex-USAF. Essas aeronaves de ataque leve foram adquiridas em 1984 para substituir os antigos caças P-51 Mustang. O Governo dominicano pediu 16 aeronaves, mas os EUA só autorizaram a metade. Com a FARD, eles assumiram a função de combate e patrulha aérea. Três aeronaves foram perdidas em acidentes. A diminuta frota foi retirada de serviço em 2002. Com a FARD, o Dragonfly nunca entrou em combate.

Shooting Star dominicano

Imagem
  A Força Aérea de República Dominicana (FARD) operou 6 jatos de ataque ao solo Lockheed AT-33. Por meio do Programa de Assitência Militar dos Estados Unidos (MAP), quatro jatos foram entregues entre 1956 e 1958, mas eles não foram vendidos, mas sim emprestados ao governo dominicano. O objetivo inicial dos EUA era equilibrar o cenário militar caribenho, já que o país havia adquirido jatos De Havilland Vampire da Grã-Bretanha. Em 1958, devido a tensões e pressões políticas envolvendo o regime do ditador Rafael Trujillo, os Estados Unidos confiscaram e recolheram 4 jatos. Em 1967 os EUA forneceram duas aeronaves, elevando para quatro o número de AT-33 em serviço na FARD. O serviço ativo do AT-33 na República Dominicana foi curto, sendo a pequeníssima frota retirada de seviço em 1969. Posteriormente, essas aeronaves foram repassadas para a Força Aérea boliviana.

"Grumman" F-4 Phantom

Imagem
Um ex-piloto de F-4 e xplica se o Phantom tivesse sido construído pela Grumman - em vez da McDonnell Douglas - teria sido um caça muito melhor. Projetado e construído como um interceptador de alta altitude,  o McDonnell Douglas F-4 Phantom II  rapidamente demonstrou ser uma aeronave especial, estabelecendo mais de uma dezena  de recordes mundiais de velocidade,  altitude e tempo de subida . Único por não possuir canhão interno, o F-4 dependia de mísseis guiados por radar para ataque e exigia um  Oficial de Interceptação de Radar ( Radar Intercept Officer -  RIO)  para operar seus sensores avançados e sistemas de armas. O primeiro voo ocorreu em 1958, com as entregas para  esquadrões da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA  começando em 1960. Seu desempenho e versatilidade eventualmente atraíram o interesse não apenas da Força Aérea dos EUA, mas também de dez Forças Aéreas estrangeiras, tornando-a uma das aeronaves mais utilizadas ...

VÍDEO: Drone abatido

  Exato momento que drone kamikaze russo Geran-2 explode após ser alvejado por um  artilheiro de porta a bordo de um Antonov An-28 ucraniano.

Vampire dominicano

Imagem
  A Força Aérea da República Dominicana (FARD) operou 42 jatos de Havilland Vampire. Essas aeronaves foram os primeiros jatos de combate operados pelo país e foram adquiridos em dois lotes: O primeiro lote (1955) era composto por 25 unidades da versão Vampire Mk.1, todas ex-Força Aérea da Suécia. Em 1957, mais 17 jatos da variante de ataque FB.50 foram adquiridas, também da Suécia. As aeronaves foram pagas ao governo sueco utilizando açúcar de cana, já que a República Dominicana era um dos maiores produtores globais da commodity na época. Batismo de Fogo Em junho de 1959, esses jatos foram usados militarmente para repelir uma tentativa de desembarque anfíbio e invasão aérea liderada por revolucionários cubanos apoiados por Fidel Castro. A FARD retirou o Vampire de serviço em 1974.

Qual o impacto para a Ucrânia com o Gripen?

Imagem
  Nesta semana, a Saab anunciou a assinatura do contrato para o fornecimento de 16 novos caças Gripen E.à Força Aérea ucraniana. Além disso, modelos C/D também serão enviados para o contestado teatro de operações. Em comparação com o Gripen C/D, o Gripen E é uma proposta muito diferente, apesar de sua semelhante aparência. Em contraste com o modelo anterior, o Gripen E possui uma fuselagem maior, permitindo transportar quase 30% mais combustível e um motor General Electric F414 mais potente, além de um total de 10 pontos de fixação para armamentos e outros equipamentos. O cockpit foi completamente reformulado e o piloto conta com um único visor de área ampla ( Wide Area Display - WAD), substituindo os três visores separados do Gripen C/D. O Gripen E pode transportar até sete mísseis ar-ar de longo alcance MBDA Meteor, armamentos também compatíveis com o Gripen C/D, embora na nova aeronave estes estejam integrados ao radar de varredura eletrônica ativa ( Active Electronically Scann...