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Saab confirma que negociações com a Índia para o Gripen E ainda estão em andamento

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  A fabricante sueca confirmou que as negociações com o governo indiano sobre a possível venda Gripen E não foram encerradas. Pelo contrário. Representantes da Saab destacaram a robustez da proposta e o interessa da Força Aérea da Índia ( India Air Force - IAF). O plano se baseia fortemente na transferência de tecnologias avançadas, na integração de inteligência artificial (IA) e no fomento de uma sólida aliança industrial alinhada ao modelo "Produzir, Manter, Projetar e Atualizar na Índia". Crucialmente, a empresa garantiu que o primeiro lote de caças Gripen E poderia chegar à Índia apenas três anos após a finalização de um acordo formal. Relatórios recentes de fontes abertas indicam que essa transferência de tecnologia envolveria parcerias com mais de 300 empresas indianas, incluindo micro, pequenas e médias empresas, criando um ecossistema aeroespacial local de classe mundial. Caso as duas partes finalizem um contrato, o acordo provavelmente impulsionará os esforços de pr...

Os velhos F-5E/F estão protegendo os céus do México para a Copa do Mundo 2026

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  Sendo o México um dos países anfitriões da Copa do Mundo FIFA de 2026, torneio que co-organiza com os Estados Unidos e o Canadá, a segurança é um dos aspectos mais sensíveis e exigentes de um evento dessa magnitude. Nesse contexto, os veteranos caças Northrop F-5E/F Tiger II da Força Aérea Mexicana (FAM) assumiram a proteção do espaço aéreo nacional. Os F-5E/F representam o principal componente de interceptação supersônica da FAM. Sua missão é responder rapidamente a qualquer trajetória de voo não autorizada ou potencial ameaça aérea. O F-5E, adquirido em 1981, continua sendo a principal capacidade de defesa aérea do país, apesar dos crescentes custos de manutenção e do declínio progressivo em sua disponibilidade operacional após anos de serviço e diversos acidentes que reduziram o número de aeronaves ativas.

Polônia quer mais dois esquadrões de F-35

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  No dia em que a Força Aérea da Polônia incorporou oficialmente seus primeiros caças F-35A, o ministro da Defesa do país anunciou a meta de adquirir mais dois esquadrões. A Polônia comprou 32 caças F-35A. Um esquadrão polonês é composto por 16 aeronaves, o que significa que o total dobraria o pedido existente para 64. No entanto, não ficou claro quando esses caças poderão ser contratados ou entregues. Dos 32 jatos encomendados atualmente, 14 serão totalmente incorporados à frota até o final deste ano. No próximo ano, outros 12 aviões e, até 2029, as entregas de todas as 32 aeronaves.

Mirage venezuelano

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  A Força Aérea Venezuelana (FAV) operou 26 aeronaves da família Mirage. Em 1971 a FAV assinou a compra da França de dez Mirage IIIEV, quatro Mirage 5V e dois Mirage IIIDV (biplace). O Mirage IIIEV/DV era especializado para missões de interceptação. Ao contrário dos demais, ele era armado com o míssil ar-ar AIM-9B Sidewinder norte-americano ao invés do francês R.550 Magic I. O Mirage 5V era especializado em missões de ataque. Tinha marior capacidade de carregar armas. Não possuía radar e sua aviônica era mais simples. Outras células, mesmo usadas, foram adquiridas ao longo dos anos para repor as perdas por atrito e acidentes. Um Mirage IIIDV venezuelano forma a um Mirage IIIEA argentino O Mirage 50V foi uma modernização de 16 aeronaves, recebendo eletrônica e peças similares as do Mirage F1 e do Mirage 2000. A modificação mais significativa foi a troca do motor Atar 9C pelo Atar 9K50. O jato recebeu canards e sua capacidade de armas foi aumentada, permitindo o uso do missil antinav...

Acidente com An-32

  Cinco membros da Força Aérea Indiana (India Air Force - IAF) morreram após a aeronave em que viajavam cair no nordeste da Índia. O co-piloto conseguiu sobreviver. O avião de transporte Antonov An-32 sofreu um acidente durante o pouso. Este é o terceiro acidente com o modelo desde 2009. O An-32 é a espinha dorsal do transporte leve da IAF, com mais de cem aeronaves em serviço.

14 de junho de 1982: Fim das hostilidades no Atlântico Sul

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  Neste dia, há exatos 44 anos, chegava ao fim a Guerra das Falklands com a rendição argentina. O conflito entre a Argentina e a Grã-Bretanha durou 74 dias e deixou um saldo de 649 argentinos, 255 britânicos e 3 habitantes das ilhas mortos. A derrota acelerou o fim da ditadura militar no país, levando à renúncia do General Leopoldo Galtieri e ao retorno da democracia. No Reino Unido, a vitória fortaleceu politicamente a Primeira-Ministra Margaret Thatcher, garantindo sua reeleição posteriormente. Os argentinos perderam cerca de 100 aeronaves, entre aviões (75) e helicópteros (25). Aviões A maior parte das perdas ocorreu com aviões de combate e ataque ao solo: Caças e Ataque: Cerca de 35 caças (incluindo modelos como o A-4 Skyhawk, Mirage III e IAI Dagger). Apoio Tático (COIN): Aproximadamente 25 aeronaves de contra-insurgência, majoritariamente o modelo argentino IA-58 Pucará. Outros: Incluem-se bombardeiros (Canberra), aviões de carga (C-130 Hercules) e treinadores armados. Helicó...

Freedom Fighter venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) operou um total de 18 caças CF-5A (monoplace) e dois CF-5D (biplace), a versão do Northrop F-5A Freedom Fighter produzida sob licença pela Canadair do Canadá. Na Venezuela, o CF-5 recebeu a designação "VF-5". As aeronaves foram adquiridas no início da década de 1970 de segunda mão, vindas diretamente de lotes excedentes da Real Força Aérea Canadense, No início dos anos 1990, a frota passou por uma atualização aviônica, com novos computadores de bordo e sistemas de navegação melhorados. Essas aeronaves foram oficialmente retiradas de serviço em 2010, após quase 40 anos de serviço contínuo.