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F-117

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  Um F-117 Nighthawk da Força Aérea dos EUA pousa durante o exercício Northern Edge 23-1 no Alasca em maio de 2023. Embora estaja oficialmente "aposentado", os F-117 remanescentes receberam ferramentas essenciais para a replicação de missões de cruzeiro e aeronaves de baixa assinatura.

Força Aérea Brasileira firmou acordo com a General Electric para o F-39E

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  Como parte de sua estratégia para consolidar a plena capacidade operacional do sistema de armas F-39E Gripen, alcançada no final de 2025, a Força Aérea Brasileira (FAB) firmou um novo acordo técnico com a GE Aerospace para suporte integral aos motores F414-GE-39E que equipam os caças fabricados pela empresa sueca Saab. O acordo garante suporte técnico avançado, treinamento especializado e serviços de defesa voltados para a manutenção do nível de prontidão da frota.

Embora o MiG-23 fizesse uso da geometria variável, ele era considerado com uma pobre manobrilidade

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  Após a queda do Muro de Berlim e da URSS, muita informação chegaram ao Ocidente, com diversos pilotos voando essas máquinas e tirando suas conclusões. Embora houvesse a opção de comando manual ao piloto, o F-111, o F-14, o PANAVIA Tornado e o B-1 faziam uso de um sistema eletrônico que ajustava a posição das asas com base em dados recebidos dos sensores, no MiG-23 o piloto comandava manualmente, tendo apenas três posições disponíveis.

PERU: Vitória do F-16?

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  A Força Aérea Peruana (FAP) está em processo de decisão para a seleção do seu novo caça, destinado a substituir o MiG-29 e o Mirage 2000P. Participam da concorrência o Lockheed F-16 Block 70, o Dassaut Rafale e o Saab Gripen E. De acordo com a mídia peruana, a FAP teria escolhido o F-16 Block 70, considerando muito vantajosa a proposta da Lockheed Martin com o apoio do governo dos Estados Unidos. A proposta norte-americana, avaliada em US$ 3,42 bilhões, compreende a venda de 12 caças F-16 Block 70, sendo dez F-16C (monoplace) e dois F-16D (biplace). Além disso, o pacote não abrange apenas os caças, serviços e suporte logístico associado, mas também inclui o fornecimento de armamento, entre os quais se destaca a presença de mísseis ar-ar de longo alcance AIM-120C-8, a versão mais avançada do míssil disponível para clientes de exportação, complementados por 12 mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9X Block II Sidewinder, juntamente com canhões M61A1 e lançadores de foguetes guiados LA...

F-111 RAAF

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  A Real Força Aérea Australiana ( Royal Australian Air Force - RAAF) operou um total de 43 aeronaves F-111 entre 1973 e 2010. A frota foi composta pelas seguintes variantes: 28 F-111C: O modelo principal, dos quais quatro foram posteriormente convertidos para a variante de reconhecimento RF-111C; 15 F-111G: Adquiridos dos Estados Unidos na década de 1990 para suplementar a frota e servir como fonte de peças de reposição; 4 F-111A: Aeronaves ex-USAF adquiridas em 1980 para repor perdas por atrito das unidades originais.

Rússia: US$ 1 bi em perdas

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  O governo da Ucrânia relatou ter causado US$ 1 bilhão em perdas de aeronaves aos russos somente com ataque de drones atrás das linhas inimigas. 11 aeronaves de combate de asa fixa: Su-30SM Flanker (dois), Su-27 Flanker (dois), Su-24 Fencer (talvez até cinco) e MiG-31 Foxhound (dois); 3 helicópteros: Mi-8 Hip , Mi-26 Halo e Mi-28 Havoc (um de cada); 1 aeronave de transporte: An-26 Curl . Na imagem, um Su-30SM da Marinha Russa segundos antes de ser atingido por um drone.

Hispano Aviación HA-500 Alacrán

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  O Alacrán (escorpião) foi um projeto desenvolvido por conta própria pela Hispano Aviación para aeronave leve de ataque ao solo/apoio aéreo aproximado do final da década de 1960. De forma curiosa, o Alacrán parece um "pequeno A-10", compartilhando com o "Warthog" uma configuração bastante similar, mas era definitivamente mais modesto em peso, armamento e capacidades projetadas. A Força Aérea espanhola até demonstrou interesse, mas acabou optando pelo F-5A Freedom Fighter produzido sob licença pela CASA.