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Grécia vai de C-390

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  O governo helênico confirmou a compra de três cargueiros C-390 Millennium da Embraer. O valor do negócio foi dito ser de US$ 690 milhões. A venda foi realizada por meio de um acordo governo-a-governo com Portugal, que já opera o cargueiro brasileiro. O plano da Força Aérea Helenica (FAH) é a substituição do C-130 Hercules pelo C-390 a longo prazo. A Grécia se torna assim o 13º operador do modelo.

66 Gripens: O número mágico da FAB

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  Quando o programa F-X foi iniciado, a ideia da Força Aérea Brasileira (FAB) era obter 108 novos caças, a fim de refazer sua capacidade operacional de ponta. Apostando tudo num único vetor, depois de anos e muitas atribulações, o Gripen E da sueca Saab foi declarado vencedor. Mas o tão sonhado número 108 não se concretizou ainda, ou melhor, a probabilidade de que isso venha ocorrer hoje se denuda apenas como um sonho. A possibilidade de ampliação da frota de F-39E/F voltou a ganhar força nos bastidores de Brasília. Embora ainda não exista uma decisão formal do governo federal, a intenção da FAB é clara: ampliar significativamente a atual encomenda de 36 aeronaves e caminhar para uma frota total de 66 caças. O plano atualmente discutido prevê uma aquisição em duas etapas. A primeira seria realizada por meio de um aditivo correspondente a 25% do contrato original, permitindo a compra de mais dez aeronaves. Em um segundo momento, seria negociado um novo contrato para mais 20 unidades...

Mirage 50 equatoriano

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  A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 6 caças Dassault Mirage 50. Essas aeronaves foram recebidas no final de 2009 por meio uma doação da Venezuela - durante o governo de Hugo Chávez -, após terem sido desativadas pela Força Aérea Venezuelana (FAV). O lote era composto pelas variantes modernizadas Mirage 50EV (monoposto) e Mirage 50DV (biposto). Esses caças serviram como uma solução provisória e de emergência para reforçar a defesa aérea do Equador que sofria com a obsolescência de seus Mirage F1. O Mirage 50 ficou muito pouco tempo em serviço com a FAE, sendo retirados de serviço em 2013, devido à escassez crônica de peças de reposição e problemas logísticos para manter os jatos franceses voando.

AH-64 Apache abatido pelo Irã?

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  Um helicóptero AH-64 caiu no Golfo de Omã e sua tripulação foi resgatada por um barco não tripulado. O Presidente Trump diz que foi devido ação inimiga. Um militar das Forças Armadas dos EUA disseram que um drone iraniano atingiu o helicóptero, causando sua queda. Não se sabe se foi intencional ou uma colisão no ar. As pequenas embarcações iranianas representarem ameaças em termos de sistemas portáteis de defesa aérea (MANPADS), e que os pequenos drones FPV e as munições de ataque de precisão, possuídos pelo Irã, tornaram-se uma ameaça real para helicópteros. Os dois tripulantes foram resgatados por uma embarcação de superfície não tripulada ( uncrewed surface vessel - USV) da Marinha dos EUA.

Rafale abateu drone sobre o Mar Báltico

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  Imagens mostram a destruição de um drone por um caça Rafale francês sobre a Letônia no dia 9 de junho. O confronto destaca como a guerra de drones, desencadeada pela invasão russa da Ucrânia, está cada vez mais ultrapassando fronteiras, além de evidenciar a crescente ameaça que os drones representam para a OTAN. A Força Aérea e Espacial Francesa confirmou que seus caças Rafale, atualmente destacados na vizinha Lituânia, foram acionados em resposta à incursão de um drone. Um destacamento de caças Rafale da Força Aérea e Espacial Francesa está atualmente em missão de policiamento aéreo da OTAN no Mar Báltico, a partir da Base Aérea de Šiauliai, na Lituânia. Em uma configuração típica de policiamento aéreo no Báltico, o Rafale é armado com mísseis ar-ar MICA. Essas armas de longo alcance podem ser equipadas com um sensor de radar ativo ou um sensor infravermelho, sendo normalmente utilizada uma combinação de ambos. O MICA utiliza um motor com vetorização de empuxo para maior agilida...

Cheetah equatoriano

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  A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 12 caças Atlas Cheetah. Os caças foram adquiridos em 2010, todos de segunda mão, oriundos da África do Sul, com o objetivo de substituir a antiga frota de jatos Dassault Mirage F1. A frota equatoriana era composta por duas variantes, sendp 10 monoplaces Cheetah C para missões de interceptação e combate ar-ar e dois biplaces Cheetah D para conversão operacional e treinamento avançado quanto para missões de ataque. As aeronaves foram entregues oficialmente em fevereiro de 2012. Essas aeronaves ficaram em serviço até 2021. Embora o plano inicial fosse mantê-los operando por mais tempo, a frota sofreu uma desativação precoce devido a falta de manutenção e peças. A maior parte das aeronaves já estava em solo nos anos anteriores por dificuldades em obter peças de reposição diretamente da África do Sul. Por fim, a fabricante sul-africana Denel Aviation, que dava o suporte técnico e logístico para os jatos, enfrentou severas crises finan...

Vampire venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) operou um total de 30 jatos de Havilland Vampire entre o final da década de 1940 e os anos 1960. Essas aeronaves marcaram a entrada do país na Era da aviação a jato e foram divididas em duas versões principais: 24 unidades da versão monoplace FB.Mk 52 e seis unidades da versão biplace de treinamento T.Mk 55. No dia 23 de janeiro de 1958, um Vampire Mk.52 foi derubado por fogo antiaéreo durante os confrontos que ocorreram no golpe de Estado venezuelano de 1958. Os Vampires venezuelanos foram gradualmente sendo substituídos pelos caças norte-americanos F-86K Sabre Dog.