Quase dois anos após seu último voo, o futuro dos caças-bombardeiros A-4AR Fightinghawk da Força Aérea Argentina (FAA) permanece incerto em meio a decisões atrasadas, restrições orçamentárias e expectativas. A FAA tem como objetivo de restaurar 18 aeronaves, preservando as capacidades operacionais aeroespaciais da V Brigada Aérea. No entanto, o plano de recuperação está se desenrolando em um contexto de incerteza oficial, paralisia do sistema após um acidente trágico e a chegada dos primeiros F-16 Fighting Falcon AM/BM, que irão redefinir o futuro do poder aéreo argentino nos próximos anos. O objetivo é manter uma capacidade mínima de combate, mesmo com as aeronaves fora de serviço desde 2024. Durante os primeiros anos da década atual, a FAA conseguiu recuperar e reativar diversas unidades. Contudo, o ponto de virada ocorreu em julho de 2024, com o acidente que vitimou o Capitão Mauro Testa La Rosa, enquanto pilotava um A-4AR durante um exercício. Após esse incidente, a Força Aér...