Postagens

BRASIL: Dos 17 caça-tanques dos Fuzileiros Navais, apenas 3 estão em serviço

Imagem
  O contingenciamento nas Forças Armadas atinge programas estratégicos enquanto frotas envelhecidas são canibalizadas para sobreviver. De acordo com artigo publicado pelo Sociedade Militar, o governo federal contingenciou R$ 4,3 bilhões da pasta, um corte que atinge em cheio a manutenção de frotas já no limite e expõe, em números frios, o quadro de sucateamento das Forças Armadas brasileiras. A conta não é abstrata, ela aparece em blindados parados, aeronaves contadas nos dedos e equipamentos virando peça de reposição uns dos outros. O exemplo mais brutal está no Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) da Marinha do Brasil. Dos 17 caça-tanques leves SK-105 A2S 'Kürassier' que a força chegou a operar, restam apenas três em condições de uso, depois de um longo processo de canibalização. Sete carcaças já foram listadas para serem vendidas como sucata ferrosa em leilão. É o retrato de uma tropa que desmonta o próprio material para manter uma fração dele de pé. A canibalização é o sintoma...

Governo da Índia considera penalizar a HAL pelos atrasos contínuos na entrega dos novos Tejas Mk1A

Imagem
  Os repetidos e persistentes atrasos na entrega dos caças Tejas Mk1A, a Índia está considerando penalizar a Hindustan Aeronautics Limited (HAL). A situação tem causado preocupação no Ministério da Defesa (MD) e na Força Aérea da Índia (India Air Force - IAF). No passado recente, diretores da HAL disseram que os atrasos eram causados pela falta de motores. De acordo com o MD, a HAL ainda não entregou nenhum caça Tejas Mk1A à IAF, apesar de já ter recebido pelo menos seis motores norte-americanos GE F404-IN20 e de as fuselagens estarem prontas. A IAF possui dois grandes contratos com a HAL para um total de 180 jatos Tejas. As penalizações serão de cunho financeiro.

Grécia vai de C-390

Imagem
  O governo helênico confirmou a compra de três cargueiros C-390 Millennium da Embraer. O valor do negócio foi dito ser de US$ 690 milhões. A venda foi realizada por meio de um acordo governo-a-governo com Portugal, que já opera o cargueiro brasileiro. O plano da Força Aérea Helenica (FAH) é a substituição do C-130 Hercules pelo C-390 a longo prazo. A Grécia se torna assim o 13º operador do modelo.

66 Gripens: O número mágico da FAB

Imagem
  Quando o programa F-X foi iniciado, a ideia da Força Aérea Brasileira (FAB) era obter 108 novos caças, a fim de refazer sua capacidade operacional de ponta. Apostando tudo num único vetor, depois de anos e muitas atribulações, o Gripen E da sueca Saab foi declarado vencedor. Mas o tão sonhado número 108 não se concretizou ainda, ou melhor, a probabilidade de que isso venha ocorrer hoje se denuda apenas como um sonho. A possibilidade de ampliação da frota de F-39E/F voltou a ganhar força nos bastidores de Brasília. Embora ainda não exista uma decisão formal do governo federal, a intenção da FAB é clara: ampliar significativamente a atual encomenda de 36 aeronaves e caminhar para uma frota total de 66 caças. O plano atualmente discutido prevê uma aquisição em duas etapas. A primeira seria realizada por meio de um aditivo correspondente a 25% do contrato original, permitindo a compra de mais dez aeronaves. Em um segundo momento, seria negociado um novo contrato para mais 20 unidades...

Mirage 50 equatoriano

Imagem
  A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 6 caças Dassault Mirage 50. Essas aeronaves foram recebidas no final de 2009 por meio uma doação da Venezuela - durante o governo de Hugo Chávez -, após terem sido desativadas pela Força Aérea Venezuelana (FAV). O lote era composto pelas variantes modernizadas Mirage 50EV (monoposto) e Mirage 50DV (biposto). Esses caças serviram como uma solução provisória e de emergência para reforçar a defesa aérea do Equador que sofria com a obsolescência de seus Mirage F1. O Mirage 50 ficou muito pouco tempo em serviço com a FAE, sendo retirados de serviço em 2013, devido à escassez crônica de peças de reposição e problemas logísticos para manter os jatos franceses voando.

AH-64 Apache abatido pelo Irã?

Imagem
  Um helicóptero AH-64 caiu no Golfo de Omã e sua tripulação foi resgatada por um barco não tripulado. O Presidente Trump diz que foi devido ação inimiga. Um militar das Forças Armadas dos EUA disseram que um drone iraniano atingiu o helicóptero, causando sua queda. Não se sabe se foi intencional ou uma colisão no ar. As pequenas embarcações iranianas representarem ameaças em termos de sistemas portáteis de defesa aérea (MANPADS), e que os pequenos drones FPV e as munições de ataque de precisão, possuídos pelo Irã, tornaram-se uma ameaça real para helicópteros. Os dois tripulantes foram resgatados por uma embarcação de superfície não tripulada ( uncrewed surface vessel - USV) da Marinha dos EUA.

Rafale abateu drone sobre o Mar Báltico

Imagem
  Imagens mostram a destruição de um drone por um caça Rafale francês sobre a Letônia no dia 9 de junho. O confronto destaca como a guerra de drones, desencadeada pela invasão russa da Ucrânia, está cada vez mais ultrapassando fronteiras, além de evidenciar a crescente ameaça que os drones representam para a OTAN. A Força Aérea e Espacial Francesa confirmou que seus caças Rafale, atualmente destacados na vizinha Lituânia, foram acionados em resposta à incursão de um drone. Um destacamento de caças Rafale da Força Aérea e Espacial Francesa está atualmente em missão de policiamento aéreo da OTAN no Mar Báltico, a partir da Base Aérea de Šiauliai, na Lituânia. Em uma configuração típica de policiamento aéreo no Báltico, o Rafale é armado com mísseis ar-ar MICA. Essas armas de longo alcance podem ser equipadas com um sensor de radar ativo ou um sensor infravermelho, sendo normalmente utilizada uma combinação de ambos. O MICA utiliza um motor com vetorização de empuxo para maior agilida...