Curiosamente, o AMX nunca recebeu um nome de batismo pela Força Aérea Brasileira (FAB), como ocorreu com o T-27 Tucano ou o F-39 Gripen, mantendo apenas sua designação oficial de emprego, A-1. Embora não exista uma justificativa oficial para essa ausência, conta-se que como o jato nasceu de um consórcio internacional entre a Embraer e as empresas italianas Aeritalia e Aermacchi, o nome do programa, AMX (uma sigla técnica para Aeritalia-Macchi-X), tornou-se tão forte e amplamente utilizado mundialmente que acabou "substituindo" qualquer necessidade de um nome de batismo no Brasil. Além disso, na FAB o jato foi integrado sob o sistema de designações técnicas, onde "A" refere-se à função de Ataque e "1" indica que foi o primeiro modelo dessa categoria específica no inventário moderno da Força, ao contrário do Tucano, que foi um projeto puramente nacional da Embraer e recebeu um nome para facilitar a exportação. É importante lembrar que o AMX já possuía uma id...