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Os gatos da Grumman: F8F Bearcat

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  O Bearcat foi o último e mais ágil caça com motor a pistão desenvolvido pela Grumman para a Marinha dos EUA. Projetado ao redor do Pratt & Whitney R-2800, o motor radial mais potente disponível e ser o mais leve possível, o Bearcat tornou-se uma lenda em termos de manobrabilidade e taxa de subida. A Grumman fabricou 1.265 unidades entre 1945 e 1949. O Bearcat chegou tarde demais para lutar na Segunda Guerra Mundial. O esquadrão que o operava o caça estava a caminho do Pacífico a bordo de um porta-aviões quando o Japão se rendeu em agosto de 1945. Por conta disso, ele nunca enfrentou caças inimigos no ar pelos EUA. O batismo de fogo do F8F foi com a Força Aérea francesa na Guerra da Indochina (1946–1954). Cerca de 200 Bearcats lutaram com as cores da França. O caça jamais conquistou ou foi derrotado na arena ar-ar.

Egito considera adquirir mais Rafales

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  A mídia francesa está repercutindo notícias de que a Força Aérea Egípcia poderá adquirir novos caças Dassault Rafale para reforçar suas capacidades de combate e modernizar ainda mais sua frota de aeronaves de combate. O país está considerando a compra de mais 24 caças da França, o que elevaria sua frota total de Rafale para 78. O Egito adquiriu o primeiro lote de 24 caças Rafale em 2015 e, em 2021, comprou o segundo lote com 30 jatos, totalizando 54 aeronaves. O Rafale vem substituíndo a envelhecida frota de caças F-16. A Força Aérea Egípcia mantém mais de 200 F-16 em serviço. Algumas dessas aeronaves foram entregues durante as décadas de 1980 e 1990 e, portanto, são bastante antigas.

BRASIL: Forças Armadas consumirão R$ 98,96 bilhões com pessoal em 2027

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  O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) prevê para o próximo ano o valor de R$ 147,68 bilhões, sendo que R$ 98,96 bilhões para militares ativos, inativos e pensões do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Os programas de reaparelhamento das Forças Armadas receberão R$ 20,42 bilhões. Demais valores serão para outras despesas envolvidas. O Exército possui a maior conta entre as três Forças. As despesas com militares ativos, inativos e pensões chegam a R$ 50,06 bilhões. Dentro do PLOA, o programa F-39 Gripen receberá R$ 2,89 bilhões. O Submarino nuclear receberá R$ 388,7 milhões. O sistema Astros tem dotação de R$ 671,4 milhões e o KC-390 contará com R$ 571,8 milhões. O PLOA ainda depende de análise do Congresso e os valores podem ser alterados, exceto as despesas com remunerações, inatividade e pensões, que são obrigações permanentes.

Os gatos da Grumman: F7F Tigercat

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  O Grumman F7F Tigercat foi um caça pesado bimotor norte-americano desenvolvido para a Marinha (USN) e o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC). Foi o primeiro caça bimotor a pistão operacional planejado para decolar de porta-aviões da Marinha norte-americana, forçando o desempenho dos motores a pistão ao limite da época. O Tigercat era capaz de atingir 740 km/h. Entre 1943 e 1946 a Grumman fabricou apenas 364 unidades do caça. A Era do jato atropelou o Tigercat. O caça chegou muito tarde aos esquadrões na Segunda Guerra Mundial, apenas alguns dias antes da rendição japonesa. O F7F lutou ativamente na Guerra da Coreia, conquistando as suas unicas duas vitórias ar-ar.

Marinha dos EUA mostra interesse em projeto que rejeitado há mais de uma década

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  Os requisitos mais recentes da Marinha dos EUA para seu programa de Aeronave de Combate Colaborativa ( Collaborative Combat Aircraft - CCA) apontam para um drone que se assemelha muito mais a um veículo aéreo de combate não tripulado ( uncrewed combat air vehicle - UCAV) avançado, em vez de um "ala leal" autônomo menor e menos capaz, destinado a complementar economicamente os caças tripulados. No geral, os novos requisitos servem como uma admissão tácita de que a Marinha ainda busca o tipo de drone que explorou anteriormente com grande potencial nos programas X-47B e UCLASS ( Unmanned Carrier-Launched Airborne Surveillance and Strike ). Os requisitos do UCLASS foram abruptamente arquivados e substituídos por um programa de reabastecimento aéreo não tripulado baseado em porta-aviões, que resultou no MQ-25 Stingray. Essa decisão foi vista por alguns como uma das mais controversas e enigmáticas da história da aviação naval moderna. Um drone de transporte com grande capacida...

Ucrânia enfrenta escassez de mísseis ar-ar para sua frota de F-16

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  Segundo a jornalista Shelby Wilder, da Newsmax, os pilotos ucranianos de F-16 enfrentam uma grave escassez de mísseis ar-ar, a ponto de, em algumas missões diurnas, terem que depender exclusivamente dos canhões internos dos caças para enfrentar ameaças aéreas russas. A falta de mísseis ar-ar significa que os estoques de armamento disponíveis estão sendo racionados. A revelação oferece um vislumbre notável da realidade diária das operações dos F-16 na Ucrânia. Os caças se tornaram uma parte importante da complexa rede de defesa aérea da Ucrânia, caçando drones e mísseis de cruzeiro russos, além de fornecerem uma potencial contrapartida para aeronaves de combate russas e realizarem missões ar-solo. A Ucrânia opera o F-16 desde o verão de 2024. A cada nova onda de drones e mísseis de cruzeiro russos se aproximando, pode simplesmente não haver mísseis suficientes para armar os jatos. Destruir o máximo possível de ameaças antes que elas atinjam as cidades e a infraestrutura ucranianas...

Marinha da Rússia recoloca em serviço cruzador parado há mais de 20 anos

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  A Rússia está reintegrando ao serviço ativo o cruzador de mísseis de propulsão nuclear Almirante Nakhimov após quase 27 anos de reparos e modernização. A previsão é que entre em serviço na Marinha Russa até o final de 2026, após os testes. Durante a modernização, o cruzador recebeu novos sistemas de radar, um canhão naval AK-192M de 130 mm e novo armamento de mísseis. Em vez dos 20 mísseis antinavio P-700 Granit, a embarcação recebeu sistemas de lançamento vertical. Estes permitem o lançamento de mísseis Kalibr, Oniks e Zircon hipersônicos. O cruzador possui 176 células de lançamento. Destas, 80 são destinadas a mísseis de ataque, enquanto outras 96 são alocadas para mísseis terra-ar S-400. Assim, após sua modernização, espera-se que o Almirante Nakhimov combine as capacidades de um porta-mísseis de ataque de longo alcance com as de um poderoso navio de defesa aérea. O cruzador não foi projetado para operar de forma totalmente autônoma. Dada a sua importância e tamanho, ele preci...