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Sem substituto, Marinha espanhola manterá o Harrier em serviço até 2032

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  O Ministério da Defesa da Espanha revelou que a frota de AV-8B Harrier da Marinha Espanhola permanecerá operacional até 2032. A continuidade da operação dos Harriers permitirá à Marinha manter sua capacidade de aviação embarcada com aeronaves de asa fixa a bordo do navio de assalto anfíbio multiuso e capitânia da Armada Espanhola Juan Carlos I (L-61). A necessidade de prolongar a vida útil da frota está diretamente relacionada à falta de um substituto definido. Nos últimos anos, o governo espanhol descartou a aquisição do F-35B, uma decisão que eliminou a única aeronave STOVL atualmente disponível no mercado para substituir diretamente o Harrier. A manutenção da cada vez menor frota é realizada pela Airbus, fundamental na garantia da manutenção de uma plataforma que se encontra na fase final da sua vida útil.

Adeus ao Guerreiro!

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  O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos realizou no dia 3 de junho cerimônia alusiva à retirada de serviço do AV-8B Harrier II, o jato de decolagem e pouso vertical que foi um ícone da aviação naval por 55 anos, um dos favoritos dos espectadores de shows aéreos e, certa vez, tema de um controverso comercial de TV da Pepsi. A história de como as forças armadas norte-americanas se envolveram no programa é pouco conhecida, mas fascinante. Desde o início, o Harrier despertou imenso interesse nos "primos" britânicos do outro lado do Atlântico. Na década de 1950, a ameaça de guerra nuclear levou à criação de jatos de decolagem vertical, e a NASA, juntamente com a Força Aérea, a Marinha e o Exército dos EUA, logo perceberam que desenvolver foguetes parecia fácil em comparação com essa nova classe de aeronaves de combate. Apesar dos muitos projetos, nenhum jato de decolagem vertical " made in USA " entrou em serviço. As três forças armadas se envolveram nos testes...

Exercício Escudo-Tínia alcançou quase 1.000 horas de voo

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  A Força Aérea Brasileira (FAB) concluiu no dia 29/05 mais uma edição do Exercício Conjunto (EXCON) Escudo-Tínia. O treinamento, realizado pela primeira vez na Base Aérea de Anápolis (BAAN), contou com o emprego de 40 aeronaves, 12 unidades aéreas, cerca de 1.000 horas de voo e aproximadamente 2.000 militares da Marinha do Brasil (MB), do Exército Brasileiro (EB) e da FAB. O Exercício deste ano foi marcado pelo escalonamento do conflito em três fases. A primeira simulou uma campanha defensiva. Na segunda, entraram as ações ofensivas contra alvos estratégicos. E na fase final, o foco foi a consolidação das ações, com operações aeroterrestres, lançamento de paraquedistas, treinamentos noturnos e missões de reabastecimento em voo. Além disso, foi a primeira vez que o F-39E Gripen integrou esse tipo de treinamento. O objetivo do exercício foi aprimorar a interoperabilidade entre as Forças Armadas, fortalecendo a comunicação, a coordenação e a atuação sincronizada entre os meios da MB,...

Gloster equatoriano

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  A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 12 jatos Gloster Meteor, todos ex-RAF. Os caças foram adquiridos em 1954 e as entregues ocorreram entre 1954 e 1955. A pequena frota operou por mais de duas décadas até serem retirados de serviço na década de 1970, quando foram gradualmente substituídos pelos jatos SEPECAT Jaguar. Todas as unidades pertenciam à variante de reconhecimento armado e caça tático Gloster Meteor FR Mk 9.

Infeliz Aniversário: 53 anos do desastre do Tu-144 em Le Bourget

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  No dia 3 de junho de 1973, durante uma apresentação em Le Bourget, o CCCP-77102 caiu. Os seis tripulantes e oito pessoas em solo morreram. Existem muitas versões sobre o que deu errado. O acidente não teve uma única origem; foi causado por uma série de eventos menores. Tudo começou no dia anterior, quando o Concorde e o Tu-144 voaram na demonstração aérea. Enquanto a aeronave soviética realizou uma decolagem, sobrevoos e pouso padrão, o Concorde apresentou-se de forma muito dinâmica. Os russos aparentemente decidiram que, no dia seguinte, o Tu-144 faria uma exibição igualmente enérgica. Para isso, novas faixas de operação foram desbloqueadas no sistema de controle da aeronave, mas esses controles de voo "aprimorados" não haviam sido testados. Infelizmente, os russos não avisaram os organizadores de que iriam alterar a apresentação, e da mesma forma os franceses não informaram os russos de que a performance da aeronave seria filmada por um jato de reconhecimento Mirage IIIR ...

3 de junho de 1982

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  Neste dia, há exatos 44 anos, dois caças Northrop F-5E Tiger II decolaram da Base Aérea de Santa Cruz (RJ) para interceptar uma aeronave que entrou no espaço aéreo brasileiro sem identificação. O "invasor" era um bombardeiro Vulcan da RAF ( Royal Air Force - Real Força Aérea) que retornava de uma missão de ataque contra os radares do aeroporto de Port Stanley ocupado por forças argentinas nas Falklands (missão Black Buck 6) e sofreu uma quebra na sonda de reabastecimento em voo. Com pouco combustível e sem condições de retornar à Ilha de Ascensão, invadiu o espaço aéreo brasileiro para realizar um pouso de emergência. Durante a decolagem, os caças ultrapassaram a barreira do som e as ondas de choque quebraram vidraças e assustaram pessoas no centro do Rio de Janeiro. O Vulcan matrícula XM597 pousou com segurança na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro. Ele trazia um míssil antirradar AGM-45 Shrike não disparado. Devido à posição de neutralidade adotada pelo Brasil, a ae...

Saab apresentou o F-39F Gripen

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  Durante cerimônia nas instalações da Saab em Linköping, na Suécia, a gigante aeroespacial sueca apresentou o primerio Gripen biplace, designado de modelo "F". A Força Aérea Brasileira (FAB) é " Launch Customer " do caça, sendo então o primeiro cliente mundial do Gripen F e desempenhou um papel ativo no co-desenvolvimento da versão. O F-39F foi desenhado a partir de requisitos operacionais específicos da FAB. O caça recebeu a matrícul FAB 4000. As imagens foram cedidas por uma amigo-colaborador da página diretamente da Suécia. Muito obrigado!