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Convair YB-60

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  O Convair YB-60 tinha 52,121 metros de comprimento, 62,789 metros de envergadura e 18,440 metros de altura. As asas tinham um ângulo de enflechamento de 37°. Seu peso vazio era de 69.407 kg e seu peso bruto era de 136.078 kg. O protótipo do bombardeiro a jato fazia uso de oito motores turbojato Pratt & Whitney Turbo Wasp YJ57-P-3, cada um gerando 3;870 kg de empuxo seco. Esses eram os mesmos motores usados ​​no YB-52 e eram montados de forma semelhante em quatro naceles de dois motores pendurados sob asas. A velocidade máxima era de 800 km/h a 11.900 metros e o teto de serviço era de 13.600 metros. O modelo precisava de 28 min para alcançar 9.000 metros. A decolagem exigia 2.478 metros de pista. O alcance máximo era de 12.875 km. O raio de combate era de 4.700 km com uma carga de bombas de 4.500 kg. A carga máxima de bombas era de 32.659 kg e o armamento defensivo consistia em dois canhões automáticos M24A1 de 20 mm em uma torre de cauda controlada remotamente. O segundo YB-...

Boeing F-15SA da RSAF (Royal Saudi Air Force - Real Força Aérea Saudita) armado com míssil antinavio

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  Embora o F-15SA e outras versões avançadas do F-15E Strike Eagle da Força Aérea dos EUA sejam conhecidos por sua capacidade de transportar uma ampla gama de armamentos, guiados com precisão ou não, essas aeronaves raramente são vistas carregando mísseis antinavio Harpoon. De fato, além da Coreia do Sul, a Arábia Saudita é o único operador conhecido por ter integrado o Harpoon ao Eagle. Os planos para integrar o míssil Harpoon no F-15SA foram revelados em 2016, com o trabalho sendo realizado pela Boeing. A variante do míssil envolvida foi o AGM-84L Harpoon Block II, a versão atual da arma em produção pela Boeing. O AGM-84L incorpora um sistema de navegação inercial (inertial navigation system - INS) combinado com GPS, que fornece atualizações precisas durante o voo até o alvo. A arma tem um radar de busca ativo para guiamento terminal e uma ogiva de alto explosivo de 250 kg. Com adversários regionais como o Irã, com suas extensas atividades marítimas no Golfo Pérsico e, cada vez m...

Blue Origin reutilizou seu enorme foguete New Glenn pela primeira vez, pousando o propulsor no mar

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  O enorme foguete New Glenn da Blue Origin foi lançado ao espaço pela terceira vez na manhã de domingo (19 de abril) — mas, pela primeira vez para a empresa, alcançou a órbita utilizando componentes já utilizados em voos espaciais anteriores. A missão, chamada NG-3, transportou a gigantesca carga útil BlueBird 7, um satélite de internet para celulares, para a órbita baixa da Terra ( low Earth orbit - LEO), e foi lançada utilizando o mesmo núcleo do primeiro estágio que lançou a NG-2, porém com novos motores. "O NG-3 é um voo importantíssimo para nós. É o primeiro voo do nosso foguete recondicionado", disse Jordan Charles, vice-presidente do programa New Glenn da Blue Origin. "Estou muito orgulhoso da nossa equipe de reforma por ter conseguido deixar este foguete pronto no prazo estipulado". Com exceção de um pequeno problema na contagem regressiva, o restante do lançamento pareceu ocorrer conforme o planejado. O primeiro estágio do foguete New Glenn desligou seus ...

Os porta-aviões da Marinha Argentina: como eram o ARA Independencia e o ARA 25 de Mayo

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  Os porta-aviões da Marinha Argentina, em particular o ARA Independencia e o ARA Veinticinco de Mayo, marcaram um período singular na história naval do país durante a segunda metade do século XX. Essas embarcações permitiram à Marinha desenvolver uma capacidade aeronaval que a colocou entre as marinhas sul-americanas com maior projeção oceânica, consolidando um modelo operacional que integrava aviação embarcada, doutrina de projeção e presença no Atlântico Sul. Por aproximadamente 30 anos, ambos os porta-aviões representaram o núcleo das operações aeronaval argentinas até seu descomissionamento definitivo no final do século passado. História da ARA Independência O ARA Independencia (V-1) foi o primeiro porta-aviões a operar na Marinha Argentina. A necessidade de incorporar dois porta-aviões havia sido identificada em um estudo de 1942. O navio, originalmente HMS Warrior (R31) na Marinha Real Britânica e posteriormente HMCS Warrior (CVL 20) na Marinha Real Canadense, fazia parte da...

Governo peruano irá adiar a decisão de compra de novos caças

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  Poucas horas antes do anúncio oficial do vencedor da competição para o novo caça da Força Aérea Peruana (FAP), o Presidente da República, José María Balcazar, anunciou que a decisão caberia ao novo governo que assumirá o cargo no dia 28 de julho. A notícia caiu como uma bomba para os envolvidos no processo. Fontes ligadas ao processo revelaram à mídia local que a compra foi decidida em favor do caça norte-americano F-16 Block 70 Viper da Lockheed Martin. O F-16 Block 70/72 (Viper) é a versão mais moderna e avançada do caça, oferecendo capacidades de 4.ª geração+ com tecnologias de 5.ª geração. Possui radar AESA AN/APG-83, vida útil estrutural de 12.000 horas (mais que o dobro das versões anteriores). Seu radar AESA APG-83 oferece maior alcance, rastreamento de alvos em qualquer clima e precisão comparável ao F-22 e F-35. A notícia adia ainda mais a modernização das capacidades da Força Aérea Peruana, num processo que se arrasta a quase dez anos.

BRASIL: Investimentos em defesa despencaram

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  Das 35 nações com maiores gastos militares em 2025, o Brasil ficou no 33º lugar, sendo que o ranking apurou 35 nações. Os investimentos brasileiros só foram maiores que o México, que investiu apenas 0,61% do PIB em defesa, e da Indonésia, que investiu 1,04%.

Aviões da FAB fizeram mais de 100 voos com apenas um passageiro

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  TCU aponta desperdício de R$ 36 milhões e cobra plano da Casa Civil para barrar mordomia. Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que o governo federal desperdiçou pelo menos R$ 36,1 milhões ao utilizar aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) em situações onde voos comerciais seriam mais baratos. A fiscalização encontrou um cenário de falta de controle e transparência. Em 70% dos voos auditados, não foi possível identificar quem eram os passageiros a bordo. Além disso, em uma amostra de 266 processos de solicitação, 25% sequer foram localizados. Segundo o TCU, a FAB não realiza fiscalização sobre quem embarca, limitando-se a atender aos pedidos das autoridades sem questionar a motivação ou a legalidade. Outro ponto crítico destacado foi a ineficiência no uso das aeronaves. Entre 2020 e 2024, 111 voos foram realizados para transportar apenas um passageiro, enquanto mais de 1,5 mil viagens decolaram com menos de cinco pessoas, sendo que o menor avião d...