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5 de junho de 1967

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  Neste dia, há exatos 59 anos, a Força Aérea israelense lançou um ataque aéreo contra a Força Aérea egípcia, dadno início ao que ficou conhecido como A Guerra dos Seis Dias. A guerra foi um breve e decisivo conflito militar travado entre 5 e 10 de junho de 1967, no qual Israel derrotou uma coalizão de países árabes formada por Egito, Síria e Jordânia (com apoio de outras nações como o Iraque). O embate redesenhou drasticamente o mapa geopolítico do Oriente Médio. O ataque aéreo contra o Egito, conhecido como Operação Foco (Moked), destruiu a Força Aérea do país no solo em poucas horas. A Força Aérea israelense (Israel Air Force - IAF) atacou às 07h45, horário em que os pilotos egípcios já tinham terminado as patrulhas da madrugada e os comandantes estavam presos no trânsito a caminho do trabalho. Os israelenses voaram a poucos metros sobre o mar e o deserto para evitar os radares egípcios, mantendo silêncio absoluto de rádio. O principal alvo eram as pistas, impedindo os caças egí...

BRASIL: mais Gripens?

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  O Ministério da Defesa brasileira anunciou no dia 4 de junho, o interesse em adquirir mais 20 caças Gripen para a Força Aérea Brasileira (FAB). A intenção foi formalizada em uma declaração assinada entre os governos dos dois países para ampliar a cooperação na área de defesa. Além da possível ampliação da frota, Brasil e Suécia assinaram um memorando de entendimento para aprofundar a cooperação bilateral em defesa. Entre as iniciativas previstas está a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil voltado à operação, manutenção e modernização dos caças Gripen. O anúncio ocorre em meio a restrições orçamentárias enfrentadas pelo Ministério da Defesa. Neste ano, a pasta foi incluída entre as áreas atingidas por medidas de contenção de despesas adotadas pelo governo federal, com bloqueio de R$ 4,36 bilhões. NOTA ALADA: O anúncio é mais político do que prático, ainda mais no momento em que as Forças Armadas brasileiras são paulatinamente contigênciadas. Além disso, a F...

F-47 avistado?

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  Um suposto avistamento sobre a Área 51 apresenta características que se encaixam com o que analistas acreditam saber sobre o F-47, mas muitas perguntas permanecem sem resposta. Uma imagem térmica supostamente mostra um projeto de aeronave nunca antes visto, capturado durante um voo noturno sobre a secreta instalação de Groom Lake, mais conhecida como Área 51. Embora a qualidade da imagem seja baixa devido ao tipo de sensor supostamente utilizado, o formato parece ser bastante semelhante ao que analistas de defesa sugerem sobre o caça furtivo de sexta geração F-47 da Força Aérea dos EUA. Se a imagem for real, isso sugere que se trata do protótipo tecnológico "X-plane" , que serviu de precursor para o contrato concedido à Boeing, embora essa conclusão não seja definitiva. Em meio às inúmeras discussões online sobre essa nova imagem, é impossível não fazer a conexão com o programa Next Generation Air Dominance (NGAD), vencido pela Boeing com seu caça furtivo de sexta geração...

SpaceX recebe contrato de US$ 4,16 bilhões para rede de satélites que rastreará aeronaves e drones

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  De acordo com a Reuters, a Força Espacial dos EUA contratou a SpaceX para implantar uma rede de satélites para rastreamento de aeronaves, mísseis de cruzeiro e drones, como parte do sistema Golden Dome. A rede de satélites poderia fornecer capacidades sem precedentes para a vigilância global do céu e tornar redundantes as aeronaves de alerta antecipado e controle de longo alcance. O sistema Golden Dome visa implantar uma constelação orbital para interceptar mísseis balísticos, de cruzeiro e hipersônicos enquanto ainda estão na fase de aceleração. De acordo com estimativas de especialistas , aproximadamente 950 interceptadores precisam ser implantados em órbita para garantir a destruição confiável de um único míssil balístico intercontinental a qualquer momento.

Shooting Star equatoriano

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  A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 18 jatos Lockheed F-80C Shooting Star. Os primeiros jatos foram entregues pelos Estados Unidos em 1958, permitindo que a FAE. Os F-80C formaram a primeira linha de defesa aérea do Equador juntamente com os jatos britânicos Gloster Meteor. Em 1965, como parte dos acordos de assistência militar com os Estados Unidos, seis F-80 foram devolvidas aos EUA. As unidades restantes operaram até 1974, quando foram desativadas e substituídas por jatos Cessna A-37 Dragonfly.

Sem substituto, Marinha espanhola manterá o Harrier em serviço até 2032

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  O Ministério da Defesa da Espanha revelou que a frota de AV-8B Harrier da Marinha Espanhola permanecerá operacional até 2032. A continuidade da operação dos Harriers permitirá à Marinha manter sua capacidade de aviação embarcada com aeronaves de asa fixa a bordo do navio de assalto anfíbio multiuso e capitânia da Armada Espanhola Juan Carlos I (L-61). A necessidade de prolongar a vida útil da frota está diretamente relacionada à falta de um substituto definido. Nos últimos anos, o governo espanhol descartou a aquisição do F-35B, uma decisão que eliminou a única aeronave STOVL atualmente disponível no mercado para substituir diretamente o Harrier. A manutenção da cada vez menor frota é realizada pela Airbus, fundamental na garantia da manutenção de uma plataforma que se encontra na fase final da sua vida útil.

Adeus ao Guerreiro!

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  O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos realizou no dia 3 de junho cerimônia alusiva à retirada de serviço do AV-8B Harrier II, o jato de decolagem e pouso vertical que foi um ícone da aviação naval por 55 anos, um dos favoritos dos espectadores de shows aéreos e, certa vez, tema de um controverso comercial de TV da Pepsi. A história de como as forças armadas norte-americanas se envolveram no programa é pouco conhecida, mas fascinante. Desde o início, o Harrier despertou imenso interesse nos "primos" britânicos do outro lado do Atlântico. Na década de 1950, a ameaça de guerra nuclear levou à criação de jatos de decolagem vertical, e a NASA, juntamente com a Força Aérea, a Marinha e o Exército dos EUA, logo perceberam que desenvolver foguetes parecia fácil em comparação com essa nova classe de aeronaves de combate. Apesar dos muitos projetos, nenhum jato de decolagem vertical " made in USA " entrou em serviço. As três forças armadas se envolveram nos testes...