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Tentativa de sabotagem contra um An-124 ucraniano carregado com munição francesa

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  Segundo o jornal Süddeutsche Zeitung, citando um relatório confidencial da polícia alemã, um drone de ataque foi localizado próximo a um avião de carga Antonov Airlines An-124 'Ruslan'. O drone estava voando em baixa altitude nas imediações da área de estacionamento de aeronaves. Em seguida, colidiu com um membro da equipe de solo, fazendo com que o drone caísse no chão. Durante a inspeção, a análise forense determinou que o drone estava carregado com explosivo plástico comumente usado em aplicações militares e industriais. O ocorrido foi no aeroporto de Leipzig/Halle, na Alemanha. O cargueiro Antonov An-124 Ruslan estava carregado com equipamento militar e munição que havia chegado à Alemanha vindo da França e estava sendo preparada para transporte posterior. No entanto, o governo alemão negou as informações do jornal de que a aeronave transportava munição. O Aeroporto de Leipzig/Halle é um importante centro logístico, utilizado regularmente para operações de transporte mili...

França formaliza à Índia proposta para 114 novos caças Rafale

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  A proposta francesa detalha os termos para a entrega das aeronaves, que visam aprimorar as capacidades de combate da Força Aérea da Índia (IAF). Agora o Ministério da Defesa indiana e a IAF analisarão os termos apresentados pela Dassault Aviation. Posteriormente, as discussões poderão avançar rumo a um acordo entre a Índia e a França. A proposta francesa representa um novo passo no programa de aquisição de caças da Índia. Nas últimas semanas, os dois países realizaram conversas sobre transferência de tecnologia, código-fonte e fabricação local. Esses aspectos ganharam importância no processo devido ao interesse do país em aumentar sua autonomia na operação e modernização de suas aeronaves. A IAF busca integrar armamentos e novos sistemas produzidos localmente, sem depender inteiramente do fabricante francês. A IAF quer aumentar o número de seus esquadrões de caça. Atualmente, o país opera 36 Rafales Se a compra for aprovada, a Força Aérea terá 150 Rafales. Em paralelo, a Marinha ...

Huey argentino

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As Forças Armadas da Argentina operaram um total estimado entre 50 e 60 helicópteros Bell UH-1 Iroquois. A frota começou a ser formada de modo progressivo a partir de 1969 por meio de compras diretas, doações e excedentes do Exército dos Estados Unidos. A Aviação de Exército do Exército Argentino foi o maior operador do modelo, totalizando mais de 45 unidades. A Força Aérea Argentina operou menos de uma dezena. A Aviação Naval da Marinha Argentina (Armada) operou 8 unidades. A Polícia Argentina ( Gendarmeria Nacional ) recebeu duas 2 unidades convertidas para o padrão Huey II. Diferente de outros países que aposentaram o modelo, a Argentina iniciou em meados dos anos 2000 um programa para modernizar antigos UH-1H usando kits estruturais fornecidos pela Bell. Pelo menos 18 a 20 unidades foram convertidas com sucesso para o padrão Huey II. Estima-se que o Exército argentino mantenha cerca de 18 a 22 helicópteros operacionais ou em condições de voo. Em combate O modelo teve uma participaç...

RAAF receberá o míssil ar-ar AIM-260

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  O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa da Austrália anunciou que os mísseis serão adquiridos por meio do programa de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) dos EUA. Assim, a Real Força Aérea Australiana ( Royal Australian Air Force - RCAF) se tornará a primeira Força militar fora dos Estados Unidos a operar o míssil tático avançado AIM-260. O valor do negócio foi dito ser de quase US$ 480 milhões. A compra ocorre em um momento em que a Austrália, assim como os Estados Unidos, está cada vez mais focada em manter a vantagem no combate aéreo além do alcance visual contra o poder aéreo chinês, que avança rapidamente, incluindo mísseis ar-ar de longo alcance. Inicialmente a RAAF o míssil da Lockheed será integrado à frota de Boeing F/A-18F Super Hornet antes de ser implementado nos caças F-35A e EA-18G Growler. Espera-se que no futuro o drone de combate MQ-28 Ghost Bat seja também armado com o AAM. O AIM-260 está em desenvolvimento há anos, mas suas capacidades permanecem altamen...

EUA dispararam 80% de seu arsenal THAAD durante a guerra com o Irã

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  Segundo a CNN , citando diversas fontes anônimas familiarizadas com a avaliação mais recente dos estoques militares dos EUA, as forças norte-americanas utilizaram quase quatro quintos de seu suprimento pré-guerra de mísseis antimísseis THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) desde o início da campanha contra o Irã. Além disso, cerca de 50% dos estoques de mísseis antiaéreos Patriot também foram consumidos. Segundo relatos, autoridades militares expressaram preocupação com o rápido esgotamento dos estoques antes do presidente Donald Trump decidir suspender novos ataques contra o Irã. A escassez de mísseis também alarmou os aliados dos EUA no Oriente Médio, que temem que a capacidade de Washington de se defender contra possíveis ataques de mísseis iranianos possa ser significativamente prejudicada caso as tensões aumentem novamente. Essa preocupação se reflete na proposta orçamentária do governo Trump, que solicita US$ 95 bilhões para a aquisição de munições no ano fiscal de 20...

houthis planejam ataques a navios no norte do Mar Vermelho

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  Os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, já atacaram navios sauditas na parte sul do Mar Vermelho e refinarias na porção norte, após impor um bloqueio ao Estreito de Bab el-Mandeb, o que levou vários petroleiros no Mar Vermelho a evitarem essa rota, optando pelo Canal de Suez. A expansão da campanha houthi contra a navegação saudita começou com um ataque ao porto de Yanbu contra o petroleiro saudita NCC Wafa, segundo o grupo rebelde reivindicou. A expansão das atividades militares houthis nessa região ocorre em meio a mensagens contraditórias sobre os esforços para reabrir o Estreito de Ormuz, em grande parte fechado pelo Irã após ter sido atacado pelos EUA e Israel em 28 de fevereiro.

Hind brasileiro

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A Força Aérea Brasileira (FAB) operou 12 helicópteros da família Mi-24, especificamente da versão modernizada e de exportação designada como Mi-35M. No Brasil, o modelo russo recebeu da FAB a designação de AH-2 Sabre. Em outubro de 2008, o governo brasileiro assinou um contrato no valor de US$ 250 milhões. A comprou ocorreu num contexto geopolítico, atrelado a interesses comerciais bilaterais, servindo como contrapartida para a abertura do mercado russo à carne brasileira. Embora a base do helicóptero fosse o clássico "tanque voador" Mi-24 Hind, a versão brasileira recebeu modificações específicas exigidas pela FAB, como aviônicos ocidentais e de origem israelense, além de equipamentos compatíveis com óculos de visão noturna (NVG). As aeronaves foram entregues entre 2010 e 2014 Todos os helis foram destinadas ao Esquadrão Poti (2º/8º GAV), na Base Aérea de Porto Velho (RO) para patrulhar as fronteiras amazônicas. A chegada do AH-2 Sabre revolucionou a aviação de asas rotativa...