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Submarinos russos protegidos por redes

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  Imagens de satélite indicam que a Marinha Russa parece estar utilizando redes para proteger submarinos contra ataques de drones em uma base altamente estratégica na península de Kamchatka, no extremo leste do país. Há também indícios de que as forças russas vêm adotando novas medidas em outra base no Mar Negro para proteger submarinos contra ameaças aéreas não tripuladas. O surgimento das redes sobre os submarinos na base de Kamchatka demonstra como a preocupação da Rússia com ameaças de drones se estendeu a instalações críticas muito distantes dos campos de batalha da Ucrânia. As crescentes ameaças representadas por sistemas aéreos não tripulados, bem como por embarcações de superfície não tripuladas (USV), já tiveram um impacto significativo no estabelecimento de novas capacidades defensivas e estratégias de proteção de forças em instalações navais russas e outras. As forças ucranianas continuam a expandir a área, tanto no mar quanto em terra, que podem ameaçar com sistemas não...

AMX: 199 fabricados

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  O consórcio formador pela Aermacchi, Aeritalia e Embraer fabricou um total de 199 jatos de ataque AMX. Deste total, 7 eram protótipos construídos para testes e desenvolvimento do programa. A Força Aérea Italiana (AMI) recebeu 136 aeronaves, sendo 110 monoplaces e 26 biplaces de treinamento (AMX-T). A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu 56 aeronaves, sendo 45 monoplaces (A-1) e 11 biplaces (A-1B).

Só o Hornet poderá manter as asas da Marinha

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  A aviação de asa fixa da Marinha do Brasil (MB) encontra-se em fase terminal. Menos de um punhado de velhos Douglas A-4 Skyhawk recusam-se em apagar a chama de uma ideia que levou décadas para se concretizar. Em 1965, intensas disputas entre a MB e a Força Aérea Brasileira (FAB) levaram o Presidente Castelo Branco a uma decisão: cortar as asas da Marinha. Ao assinar o  Decreto nº 55.627 ,  determinou que a Marinha operaria apenas aeronaves de asas rotativas, enquanto a FAB teria a exclusividade sobre todas as aeronaves de asa fixa, incluindo as que operavam a bordo do porta-aviões A-11  Minas Gerais . Somente em 1998, quando o P residente Fernando Henrique Cardoso assinou o Decreto nº 2.538 , restabelecendo o direito da Marinha de adquirir e operar suas próprias aeronaves de asa fixa destinadas à defesa e ao ataque a partir de suas instalações terrestres ou de navios aeródromos. Quando a MB retomou suas asas, ela pode explorar todo o seu potencial e criar doutrina,...

Tentativa de sabotagem contra um An-124 ucraniano carregado com munição francesa

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  Segundo o jornal Süddeutsche Zeitung, citando um relatório confidencial da polícia alemã, um drone de ataque foi localizado próximo a um avião de carga Antonov Airlines An-124 'Ruslan'. O drone estava voando em baixa altitude nas imediações da área de estacionamento de aeronaves. Em seguida, colidiu com um membro da equipe de solo, fazendo com que o drone caísse no chão. Durante a inspeção, a análise forense determinou que o drone estava carregado com explosivo plástico comumente usado em aplicações militares e industriais. O ocorrido foi no aeroporto de Leipzig/Halle, na Alemanha. O cargueiro Antonov An-124 Ruslan estava carregado com equipamento militar e munição que havia chegado à Alemanha vindo da França e estava sendo preparada para transporte posterior. No entanto, o governo alemão negou as informações do jornal de que a aeronave transportava munição. O Aeroporto de Leipzig/Halle é um importante centro logístico, utilizado regularmente para operações de transporte mili...

França formaliza à Índia proposta para 114 novos caças Rafale

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  A proposta francesa detalha os termos para a entrega das aeronaves, que visam aprimorar as capacidades de combate da Força Aérea da Índia (IAF). Agora o Ministério da Defesa indiana e a IAF analisarão os termos apresentados pela Dassault Aviation. Posteriormente, as discussões poderão avançar rumo a um acordo entre a Índia e a França. A proposta francesa representa um novo passo no programa de aquisição de caças da Índia. Nas últimas semanas, os dois países realizaram conversas sobre transferência de tecnologia, código-fonte e fabricação local. Esses aspectos ganharam importância no processo devido ao interesse do país em aumentar sua autonomia na operação e modernização de suas aeronaves. A IAF busca integrar armamentos e novos sistemas produzidos localmente, sem depender inteiramente do fabricante francês. A IAF quer aumentar o número de seus esquadrões de caça. Atualmente, o país opera 36 Rafales Se a compra for aprovada, a Força Aérea terá 150 Rafales. Em paralelo, a Marinha ...

Huey argentino

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As Forças Armadas da Argentina operaram um total estimado entre 50 e 60 helicópteros Bell UH-1 Iroquois. A frota começou a ser formada de modo progressivo a partir de 1969 por meio de compras diretas, doações e excedentes do Exército dos Estados Unidos. A Aviação de Exército do Exército Argentino foi o maior operador do modelo, totalizando mais de 45 unidades. A Força Aérea Argentina operou menos de uma dezena. A Aviação Naval da Marinha Argentina (Armada) operou 8 unidades. A Polícia Argentina ( Gendarmeria Nacional ) recebeu duas 2 unidades convertidas para o padrão Huey II. Diferente de outros países que aposentaram o modelo, a Argentina iniciou em meados dos anos 2000 um programa para modernizar antigos UH-1H usando kits estruturais fornecidos pela Bell. Pelo menos 18 a 20 unidades foram convertidas com sucesso para o padrão Huey II. Estima-se que o Exército argentino mantenha cerca de 18 a 22 helicópteros operacionais ou em condições de voo. Em combate O modelo teve uma participaç...

RAAF receberá o míssil ar-ar AIM-260

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  O Vice-Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa da Austrália anunciou que os mísseis serão adquiridos por meio do programa de Vendas Militares Estrangeiras (FMS) dos EUA. Assim, a Real Força Aérea Australiana ( Royal Australian Air Force - RCAF) se tornará a primeira Força militar fora dos Estados Unidos a operar o míssil tático avançado AIM-260. O valor do negócio foi dito ser de quase US$ 480 milhões. A compra ocorre em um momento em que a Austrália, assim como os Estados Unidos, está cada vez mais focada em manter a vantagem no combate aéreo além do alcance visual contra o poder aéreo chinês, que avança rapidamente, incluindo mísseis ar-ar de longo alcance. Inicialmente a RAAF o míssil da Lockheed será integrado à frota de Boeing F/A-18F Super Hornet antes de ser implementado nos caças F-35A e EA-18G Growler. Espera-se que no futuro o drone de combate MQ-28 Ghost Bat seja também armado com o AAM. O AIM-260 está em desenvolvimento há anos, mas suas capacidades permanecem altamen...