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Polônia suspende a transferência de caças MiG-29 para a Ucrânia

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  O governo da Polônia suspendeu a transferência de caças MiG-29 para a Ucrânia devido a uma disputa não resolvida sobre o acesso à tecnologia de drones ucraniana. Os primeiros relatos de que a Polônia poderia transferir até nove caças MiG-29 em troca de acesso à tecnologia de drones ucraniana surgiram em janeiro. Segundo a mídia polonesa, o Vice-Ministro da Defesa Nacional disse que o país deseja se beneficiar da experiência e do conhecimento tecnológico da Ucrânia em sistemas aéreos não tripulados, à medida que desenvolve suas próprias capacidades com drones. Os caças serão entregues após a resolução da questão. Na Polônia, a decisão de transferir as aeronaves está sendo justificada pelo fim de sua vida útil operacional e pela falta de perspectivas de modernização dos meios. Espera-se que a medida faça parte de uma política mais ampla da OTAN, destinada a fortalecer o flanco leste da OTAN e a apoiar a Ucrânia. Após a aposentadoria dos MiG-29 - fabricados durante a Era soviética -...

Acidente com Su-24

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  Um caça-bombardeiro Su-24 da Força Aérea da Ucrânia caiu no dia 16 de junho, matando o piloto e o navegador. O jato fabricado durante a Era soviética, realizava uma missão de ataque contra as forças russas. As forças ucranianas disseram que a queda não foi por ação direta do inimigo e que deve ter sido por problemas técnicos. FONTE: https://kyivindependent.com/ukrainian-su-24-bomber-crashes-in-khmelnytskyi-oblast-killing-pilots-air-force-confirms/

Airbus culpa a Dassault por fracasso do FCAS

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  O Chefe da divisão de poder aéreo da Airbus Defence and Space disse durante entrevista que o programa Pan-Europeu para um futuro caça de combate (FCAS) foi assolado por divergências sobre a divisão do trabalho industrial e a liderança entre a Airbus e a Dassault Aviation, que eram as principais contratadas para a Alemanha, Espanha e França, respectivamente. A Dassault exigiu desempenhar o papel decisivo, refletindo os principais requisitos para o jato definidos pelas Forças Armadas Francesas. Estes incluíam a capacidade de operar a partir de porta-aviões e a capacidade de lançar armas nucleares. A Alemanha ou a Espanha não necessitavam de nenhuma dessas funções.

Airbus quer continuar com o futuro caça de combate europeu

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  Em um desenvolvimento significativo para as futuras ambições de combate aéreo da Europa, a Airbus está tentando reiniciar o programa para desenvolver um caça de sexta geração, agora sob liderança alemã e espanhola. Isso ocorre menos de uma semana depois que o projeto do Caça de Nova Geração (NGF), liderado pela Alemanha e pela França, praticamente fracassou em sua forma original, em meio a desavenças entre Paris e Berlim. O NGF foi planejado como a peça central tripulada do Futuro Sistema de Combate Aéreo (FCAS), um projeto pan-europeu, que a Airbus, como a principal corporação aeroespacial europeia, agora espera retomar.

Sukhoi venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) ou Aviação Militar Bolivariana (AMB) possui atualmente 21 caças Sukhoi Su-30MK2 em seu inventário, segundo relatórios estratégicos e dados de monitoramento de defesa. Em 2006, sob a liderança de Hugo Chávez, o país comprou um lote de 24 aeronaves da Rússia. Pelo menos 3 caças foram perdidos em acidentes operacionais ao longo dos anos, reduzindo o total da frota. Embora o inventário registre 21 unidades, analistas de defesa apontam que o número de aeronaves verdadeiramente prontas para combate e em condições reais de voo é menor. O embargo econômico internacional e as dificuldades logísticas limitaram o fornecimento de peças de reposição e revisões técnicas periódicas obrigatórias. Essas aeronaves de geração 4+ são consideradas o vetor de superioridade aérea e ataque mais formidável de toda a América Latina. Mesmo com o suporte de engenheiros russos, boa parte da frota permanece no chão por falta de manutenção adequada.

Gripens suecos interceptaram caças russos Su-34 sobre o Mar Báltico

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  A Flygvapnet (Força Aérea da Suécia) enviou caças Gripen C/D para interceptar aeronaves militares russas que operavam perto do espaço aéreo do país sobre o Mar Báltico, com incidentes separados ocorrendo nas partes sul e norte do Báltico no mesmo dia. As aeronaves russas envolvidas foram identificadas como caças de ataque Su-34 e Su-24M. Imagens mostram um Su-24MR da Força Aérea Russa, a variante dedicada ao reconhecimento tático, sugerindo que pelo menos uma das aeronaves russas estava realizando coleta de informações em vez de patrulha de combate. O Su-34 também pode ter realizando reconhecimento, já que a aeronave carregava três pods de reconhecimento universal Sych, permitindo que opere em uma gama muito mais ampla de funções e coleta de informações em tempo real. Os pods precisam ser montados externamente fornecendo vigilância radiotécnica, por radar e óptica. As unidades de caça suecas de linha de frente são as menos capazes das principais Forças Aéreas da OTAN. O Gripen C/...

VÍDEO: Bombardeiro russo Tu-22M3 visto mergulhando em direção ao solo

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O dramático acidente, registrado em diversos vídeos, retira mais uma valiosa aeronave da frota de bombardeiros de longo alcance da Rússia. O Ministério da Defesa russo disse que o bombardeiro não transportava carga bélica. Todos os tripulantes ejetaram em segurança e não houve vítimas ou danos em solo.