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O canhão do AMX brasileiro: um veto dos EUA?

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  Enquanto o modelo italiano usava um único canhão de canos rotativos Vulcan M61-A1 de 20mm, o modelo brasileiro era armado com dois canhões-revólver DEFA 554 de 30 mm. Mas por que houve essa diferença? Por causa de um veto do governo dos Estados Unidos. O M61-A1 foi negado ao modelo brasileiro, pois na época era uma arma exclusiva da OTAN e havia restrição quanto a sua exportação. O Vulcan possui uma alta cadência de tiro, graças aos seus 6 canos rotativos. A arma é capaz de alcançar 100 disparos por segundo. Devido ao embargo dos EUA, o modelo brasileiro acabou sendo beneficiado, pois os canhões de 30mm são melhores para ataques ao solo. Talvez isso explique porque os italianos "diminuíram" a cadência de fogo dos canhões M61-A1 instalados nos Ghiblis (AMX italiano).

Feliz Aniversário!

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  No dia 12 de abril de 1981, há exatos 45 anos, decolava pela pimeira vez o Ônibus Espacial Columbia, a primeira nave da humanidade capaz de ser reutilizada. A bordo estava o  Comandante   John W. Young, um  veterano do programa Apollo e o piloto   Robert L. Crippen, realizando a sua primeira ida ao Espaço . O voo durou a proximadamente 54 horas, completando 36 órbitas ao redor da Terra. A Columbia retornou no dia 1 4 de abril, pousando na Base Aérea de Edwards. Objetivos Principais A STS-1 foi essencialmente um  voo de teste  tripulado para validar o sistema do ônibus espacial. Demonstrar um lançamento seguro em órbita e o retorno seguro da tripulação e do veículo. Verificar o desempenho combinado de todos os componentes: o orbitador (Columbia), os propulsores de combustível sólido (SRB) e o tanque externo. Coletar dados sobre a resposta aerodinâmica e estrutural do veículo durante o lançamento, voo orbital e reentrada.

O Northrop YF-23 competiu no programa Advanced Tactical Fighter (ATF) da Força Aérea dos EUA

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  Concebido no início da década de 1980, o programa visava um substituto para o McDonnell Douglas F-15 Eagle. O YF-23 foi projetado para atender aos requisitos da Força Aérea dos EUA em termos de capacidade de sobrevivência, cruzeiro supersônico (supercruise), furtividade e facilidade de manutenção. Projetado com furtividade em todos os aspectos como alta prioridade. O YF-23 era uma aeronave de aparência não convencional, com asas trapezoidais, área alar significativa e cauda em V. Os bocais de escape dos motores eram revestidos com placas dissipadoras de calor, que protegiam o escapamento da detecção por infravermelho (IV) vinda de baixo. Todas as superfícies de controle foram desenhadas para fornecer controle aerodinâmico de "efeito líquido". Os flaps e ailerons das asas defletiam inversamente em cada lado para fornecer guinada, enquanto a cauda fornecia arfagem. A frenagem aerodinâmica era obtida defletindo os flaps e ailerons em ambos os lados simultaneamente. Apesar de p...

Astronautas da missão Artemis 2 retornam à Terra após a histórico sobrevoo lunar

  " Das páginas de Júlio Verne a uma missão moderna à Lua, um novo capítulo da exploração do nosso vizinho celestial se completa. Os astronautas da Integrity estão de volta à Terra ".

KC-390 pode ser essencial para a USAF num conflito contra a China

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  Embora a Força Aérea dos EUA tenha dito publicamente que não tem interesse no cargueiro brasileiro KC-390 da Embraer, a verdade é que ela tem sim, mas não deixa transparecer. Recentemente a Embraer e a Northrop-Grumman criaram um " Joint Venture " para aprimorar e oferecer ao Pentágono uma variante do  multimissão KC-390 Millennium, a fim de fornecer capacidades avançadas de reabastecimento em voo para a Força Aérea dos Estados Unidos e nações aliadas. Juntas, as duas empresas buscam atender à necessidade de emprego ágil em combate ( Agile Combat Employment - ACE) por meio de investimento conjunto e foco na rápida entrega de capacidades para as forças armadas. Atualmente, todos os jatos táticos da USAF utilizam o modo de reabastecimento aéreo por lança, no qual um avião-tanque se conecta a eles, geralmente em grandes altitudes, para reabastecer. Isso torna a estratégia ACE um tanto problemática, uma vez que os caças "saltam" de um aeródromo avançado e isolado par...

AERONAVES DOS EUA PERDIDAS NA OP. EPIC FURY: ATÉ 10 DE ABRIL DE 2026

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  MQ-9A (não tripulado): 24 DESTRUÍDOS F-15E: 4 DESTRUÍDOS ( 3 no Kuwait e 1 no Irã) E-3G (alerta aéreo e controle): 1 DESTRUÍDO, 1 DANIFICADO MC-130J: 2 DESTRUÍDOS KC-135: 2 DESTRUÍDOS / 6 DANIFICADOS F-35A: 1 DANIFICADO (sobre o Irã) CH-47F: 1 DESTRUÍDO HH-60W: 2 DANIFICADOS Legenda: 🔴 DESTRUÍDO | 🟡 DANIFICADO | ⚪ STATUS NÃO CONFIRMADO FONTE: https://www.twz.com/air/operation-epic-fury-u-s-aircraft-losses-visualized

Israel levou o F-35 a outro patamar

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  Analistas militares notaram que o desempenho das equipes de F-35 israelenses tem-se mostrado muito melhor que o de seus homólogos norte-americanos na guerra contra o Irã. Segundo a mídia dos EUA, a Força Aérea de Israel não se limitou a operar o F-35A dentro dos parâmetros estabelecidos. Em vez disso, adaptou seu uso à sua própria lógica, mais dinâmica e voltada para as realidades do teatro de operações do Oriente Médio. Um dos aspectos mais observados é a eficiência do ciclo operacional. Enquanto o F-35 é tipicamente associado a uma estrutura de manutenção robusta e longos intervalos entre missões, os israelenses conseguiram reduzir significativamente esse intervalo. A adoção de aeronaves multifuncionais, com menor segmentação de tarefas, permitiu um maior número de surtidas por aeronave, expandindo o volume de operações sem a necessidade de aumentar o número de recursos disponíveis. Em um cenário de alta intensidade, a capacidade de manter aeronaves em rotação constante signifi...