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Brasil desenvolve míssil balístico para sistemas Astros II

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  Brasil desenvolve míssil balístico para sistemas Astros II O Exército Brasileiro (EB) iniciou o desenvolvimento do míssil balístico tático S+100. A nova arma será integrada ao sistema de lançamento múltiplo de foguetes Astros II. O projeto está sendo realizado pelo Comando de Logística do Exército e pelo Departamento de Ciência e Tecnologia em parceria com a Avibras. O S+100 é baseado no projeto anterior S-80 e foi projetado para ser totalmente compatível com os módulos de lançamento universais usados ​​pelo sistema Astros. O programa está sendo implementado em um contexto de reestruturação da Avibras, visto que a empresa está sob recuperação judicial desde 2022. A nova estrutura corporativa foi capitalizada com US$ 499,8 milhões, permitindo que a empresa mantenha o controle sobre sua propriedade intelectual e evite ser adquirida por estrangeiros. A empresa planeja retomar a produção em maio de 2026. Para atender aos novos pedidos, seu quadro de funcionários aumentará gradualment...

Hezbollah intensifica os ataques com drones FPV contra as Forças de Israel no Líbano

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  Enquanto Israel continua sua ofensiva terrestre no Líbano, o Hezbollah parece estar intensificando seus ataques com drones contra blindados e soldados das Forças de Defesa de Israel (Israel Defense Forces - IDF). O aumento desses ataques é o exemplo mais recente de como o uso dessas armas pequenas, rápidas e fáceis de manobrar se proliferou da guerra na Ucrânia para campos de batalha em todo o mundo. Embora o grupo militante libanês utilize drones FPV ( First-Person Shooter ou "tiro em primeira pessoa" em tradução livre) contra Israel desde 2024, intensificou esses ataques a medida que Israel avança cada vez mais no Líbano. As IDFs estão atualmente operando mais ao norte, com mais soldados do que em operações anteriores, o que aumenta o número e a proximidade de alvos para o Hezbollah atacar. Israel possui alguns meios para neutralizar ataques de drones contra veículos blindados. Além de utilizar equipamentos de guerra eletrônica projetados para interferir nos sinais de rá...

Feliz Aniversário: "Houston, we've had a problem"

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  No dia 13 de abril de 1970, há exatos 56 anos, o astronauta Jack Swigert cunhou a expressão que entrou para a cultura pop. Decorridos 55h54min53s, enquanto a Apollo 13 e sua tripulação, composta por James A. Lovell Jr., John L. Swigert e Fred W. Haise, estavam a aproximadamente 322.000 quilômetros da Terra, a caminho do pouso nas Terras Altas de Fra Mauro, na Lua, uma explosão interna destruiu o tanque de oxigênio número 2 do Módulo de Serviço da espaçonave. O tanque número 1 também foi danificado. Duas das três células de combustível que forneciam energia elétrica à espaçonave falharam. A história da Apollo 13, sua tripulação e sua jornada de volta para casa é bem conhecida. O filme "Apollo 13", de 1995, produzido por Ron Howard e pela Universal Pictures, toma algumas liberdades artísticas, mas, em geral, é preciso e realista. Curiosamente a frase dita por Swigert foi "I believe we’ve had a problem here" (Acho que tivemos um problema aqui).

EUA doarão sensores de vigilância e reconhecimento para equipar os Super Tucano da Força Aérea Uruguaia

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  A Embaixada dos Estado Unidos no Uruguai anunciou que o governo uruguaio receberá sensores de inteligência, vigilância e reconhecimento para equipar os aviões de ataque leve Embraer A-29 Super Tucano operados pela Força Aérea Uruguaia (FAU). A doação está avaliada em US$ 5 milhões. Embora a embaixada não tenha fornecido mais informações, o equipamento mencionado provavelmente se refere a uma plataforma EO/IR multissensor giroscópica estabilizada. O A-29 pode ser equipado com sistemas das famílias Star SAFIRE ou BRITE Star da FLIR, entre outros. Uma plataforma multissensorial oferece diversas capacidades, incluindo detecção, identificação e rastreamento em quaisquer condições climáticas de alvos terrestres, fluviais/marítimos ou aéreos. Dependendo de sua complexidade, esses sistemas também podem ser equipados com um designador a laser para o uso de munições guiadas, como bombas ou foguetes.

Bahrein reinvindica ser o primeiro país a usar o F-16 Block 70 em combates ar-ar

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  A Real Força Aérea do Bahrein (Royal Bahrani Air Force - RBAF) obteve as primeiras vitórias ar-ar com a mais recente variante Block 70 do icônico F-16 Viper, abatendo dois drones iranianos durante o conflito no Oriente Médio. O incidente ocorre em um momento em que as Forças Aéreas de todo o mundo lidam com a crescente ameaça dos drones aéreos e o interesse na versão avançada do Viper permanece inabalável . Após o início do conflito em 28 de fevereiro, o Bahrein foi alvo de constantes ataques de mísseis e drones iranianos. Segundo as Forças de Defesa do país, suas unidades interceptaram 194 mísseis e 515 drones que se dirigiam para o pequeno reino insular. No dia 1.º de abril, um F-16 da RBAF abateu dois drones iranianos que haviam escapado das tentativas de interceptação das defesas aéreas terrestres durante a madrugada. O fato de o caça ter sido acionado para interceptar drones que conseguiram ultrapassar as defesas aéreas terrestres demonstra a flexibilidade e a rápida respost...

O canhão do AMX brasileiro: um veto dos EUA?

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  Enquanto o modelo italiano usava um único canhão de canos rotativos Vulcan M61-A1 de 20mm, o modelo brasileiro era armado com dois canhões-revólver DEFA 554 de 30 mm. Mas por que houve essa diferença? Por causa de um veto do governo dos Estados Unidos. O M61-A1 foi negado ao modelo brasileiro, pois na época era uma arma exclusiva da OTAN e havia restrição quanto a sua exportação. O Vulcan possui uma alta cadência de tiro, graças aos seus 6 canos rotativos. A arma é capaz de alcançar 100 disparos por segundo. Devido ao embargo dos EUA, o modelo brasileiro acabou sendo beneficiado, pois os canhões de 30mm são melhores para ataques ao solo. Talvez isso explique porque os italianos "diminuíram" a cadência de fogo dos canhões M61-A1 instalados nos Ghiblis (AMX italiano).