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O veneno do mar da Marinha Real

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O de Havilland Sea Venom foi um caça a jato britânico, projetado para operar a partir de porta-aviões, que teve grande importância histórica. Foi o primeiro caça operacional para qualquer condição climática e o primeiro equipado com radar a servir na Marinha Real Britânica ( Fleet Air Arm ). Desenvolvido a partir do modelo terrestre Venom (que por sua vez evoluiu do pioneiro Vampire), ele foi a resposta da força naval para a necessidade de um interceptador embarcado que pudesse atuar sob qualquer condição climática. O protótipo naval voou pela primeira vez em 1951 e a aeronave entrou em serviço oficial na Fleet Air Arm em 1954. Para operar em porta-aviões, ele recebeu modificações essenciais como asas dobráveis, gancho de parada para pouso, trem de pouso reforçado e uma capota ejetável adaptada para sobrevivência sob a água. O caça era um jato de dois lugares equipado com um motor turbojato Ghost, alcançando velocidades superiores a 915 km/h. Ele acomodava o piloto e um operador de rad...

Um F-5E visto através do HUD de um Mirage F-103

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Incidente em base canadense deixou mortos e feridos

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  No dia 17 de outubro, por volta das 16h (horário local), um incêndio na base militar de Wainwright, localizada na província de Alberta, uma das mais movimentadas do Canadá, por abrigar, entre outras instalações, o Centro Canadense de Treinamento de Manobras, cuja missão é garantir a prontidão operacional das unidades das forças armadas do país em um ambiente realista. Foi precisamente a área de treinamento dessa base que foi consumida pelas chamas, alimentadas por fortes ventos. De acordo com um comunicado do Departamento de Defesa Nacional do Canadá, o fogo "se alastrou rapidamente" para além dos limites da base, apesar da intervenção dos serviços de emergência civis e militares. De acordo com um comunicado divulgado pelo Departamento de Defesa Nacional do Canadá, o número oficial de vítimas dessa tragédia é de quatro mortos e trinta e nove feridos, dos quais pelo menos dezenove estão em estado crítico. FONTE: https://x.com/CMC_NATO

Piloto de F-22 controlou drone de combate FQ-44 a partir da cabine de comando pela primeira vez

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  Durante a demonstração, o piloto do Raptor atuou como um 'comandante aéreo', emitindo diretrizes táticas de alto nível para um único YFQ-44A. O software de autonomia embarcado da aeronave interpretou e executou essas diretrizes em tempo real, realizando manobras de voo dinâmicas e simulando tarefas de combate. Este é um marco fundamental, pois os F-22 serão os primeiros "comandantes" aéreos da Força Aérea dos EUA para drones do programa Collaborative Combat Aircraft (CCA). A USAF planeja incorporar cerca de 500 aeronaves de combate colaborativo (CCA) — como o YFQ-44 Fury e o YFQ-42 Vengeance — até 2032, com uma frota futura expandida para mais de 1.000 unidades. FONTE: https://www.twz.com/air/f-22-pilot-controls-fq-44-fighter-drone-from-the-cockpit-for-the-first-time

A Convair fabricou um total de 340 interceptadores F-106 Delta Dart

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Foi o ultimo interceptador puro da Força Aérea dos EUA e sua única missão era defender o território dos EUA da ameaça dos bombardeiros soviéticos. O modelo nunca entrou em combate, exceto em 1968 quando um esquadrão foi enviado para o Japão após a captura do navio de inteligência norte-americano USS Pueblo. A tensão aumentou ainda mais em abril de 1969, quando a Coreia do Norte abateu um avião de reconhecimento EC-121. A partir daquele momento, os F-106 passaram a voar em missões reais de escolta armada para proteger os voos de inteligência dos EUA na região.

A História por trás da imagem

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A icônica fotografia registra um momento histórico da Guerra Fria em 1961. Ela reúne duas filosofias de design completamente diferentes projetadas para a mesma missão crucial: o bombardeio estratégico nuclear. Juntos, um bombardeiro britânico Avro Vulcan B.2 com sua imponente asa delta e pintura branca "anti-flash" (feita para refletir a radiação de uma explosão nuclear) forma com o imponente Boeing B-52H Stratofortress, com suas asas enflechadas e oito motores. O Motivo do Encontro Ambas as aeronaves estão voando juntas por conta do desenvolvimento de uma arma comum: o míssil balístico lançado pelo ar AGM-48 Skybolt. No início dos anos 1960, as defesas antiaéreas da União Soviética evoluíram tanto que enviar bombardeiros pesados para sobrevoar diretamente o território inimigo tornou-se uma missão quase suicida. Os EUA e o Reino Unido decidiram cooperar no desenvolvimento do Skybolt. Esse míssil permitiria que os bombardeiros disparassem suas ogivas nucleares a centenas de qu...

Scimitar, a problemática espada curva da Marinha Real

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O Supermarine Scimitar foi um caça de ataque naval bimotor que operou na Marinha Real Britânica ( Royal Navy ) entre 1958 e 1966. Ele foi o último avião militar produzido pela lendária Supermarine, a mesma fabricante do icônico Spitfire da Segunda Guerra Mundial. O jato nasceu com a função principal de ataque ao solo e interceptador de baixa altitude operado a partir de porta-aviões. Foi o primeiro avião da Marinha Real capaz de atingir velocidades transônicas (próximas à velocidade do som) em voo nivelado e podia carregar armas nucleares convencionais. O modelo fazia uso de dois motores turbojato Roll-Royce Avon 202, cada um gerando 5.000 kg de empuxo seco. O caça tinha uma velocidade máxima de 1.185 km/h em altitude. A Supermarine dotou o modelo com 4 canhões Aden de 30 mm, além de cabides subalares para bombas, foguetes e, posteriormente, mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder. Apesar de inovador, teve uma carreira curta e problemática. O Scimitar sofreu com um grande número de acidentes de...