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Caças F-35 estão sendo entregues sem radar

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  As Forças Armadas dos EUA confirmaram que aceitaram receber seis caças F-35B para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA sem radar. Isso se deve a problemas relacionados ao desenvolvimento do novo radar AN/APG-85, cujo primeiro lote de produção está previsto para ser entregue em 2028. O AN/APG-85 é um componente crítico do pacote de modernização Block 4 para todas as variantes do F-35, um projeto que tem sofrido com o aumento de custos e atrasos. Recentemente, o GAO ( Government Accountability Office - Escritório de Responsabilidade Governamental), um órgão de fiscalização do Congresso dos EUA, divulgou um relatório afirmando que a taxa média de aeronaves F-35 totalmente operacionais ( full mission capable - FMC), em todas as suas variantes, caiu de 38% para 25% entre os anos fiscais de 2020 e 2025. O GAO define FMC como uma aeronave “que pode executar todas as suas missões”. Atualmente, o radar padrão em uso nas variantes A, B e C é o AN/APG-81, um radar de varredura eletrônica ...

Argentina celebrará em breve a cerimônia do "Primeiro Voo Solo" com F-16

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  Segundo informações da mídia daquele país, será realizada no dia 3 de julho uma cerimônia alusiva ao primeiro voo solo de um piloto argentino nos comandos de um dos caças F-16 Fighting Falcon adquiridos da Dinamarca. Caso se concretize, o evento representará um novo marco na integração dos caças à Força Aérea Argentina (FAA), após meses de treinamento e instrução na Área de Material Aéreo de Río Cuarto, a primeira base para o "novo" jato. O voo faz parte das diversas etapas planejadas para o treinamento de tripulações argentinas no F-16 Fighting Falcon, um processo que é realizado com o apoio de especialistas da empresa Top Aces, responsável por acompanhar as atividades de instrução e conversão operacional no país. Os primeiros voos solo de pilotos argentinos já ocorreram. A cerimônia prevista para o início de julho reconheceria publicamente essa conquista. FONTE: https://www.zona-militar.com/2026/06/26/la-fuerza-aerea-argentina-celebrara-proximamente-la-ceremonia-de-primer...

EUA realizaram primeiro ataque contra o Irã desde a assinatura do memorando de paz

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  O Comando Central dos EUA informou ter atacado alvos iranianos hoje em resposta a um ataque da Guarda Revolucionária Islâmica ( Islamic Revolutionary Guard Corps - IRGC) contra um navio cargueiro que saía do Estreito de Ormuz, marcando a primeira resposta militar dos EUA contra o Irã desde que Washington e Teerã assinaram um Memorando de Entendimento sobre um acordo de paz. O CENTCOM afirmou que os ataques foram contra locais de armazenamento de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, depois que o Irã atingiu o M/V Ever Lovely no dia 25 de junho com um drone de ataque unidirecional. O navio cargueiro, com bandeira de Singapura, estava saindo do Estreito de Ormuz pela costa de Omã no momento do ataque. O incidente “ violou claramente o cessar-fogo”, declarou o comando. “Além disso, o comportamento perigoso do Irã prejudicou a liberdade de navegação, visto que o comércio flui cada vez mais por esse corredor comercial internacional vital. ” O ataque ao Ev...

Corsair salvadorenho

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  A Força Aérea de El Salvador (FAS) operou um total de 25 caças Vought F4U / FG-1D Corsair. A frota foi adquirida em lotes no final da década de 1950, dividindo-se entre duas variantes principais: Vinte unidades do Goodyear FG-1D Corsair (adquiridos em 1957). Essa versão era idêntica ao F4U-1D da Marinha dos EUA, mas construída sob licença pela Goodyear. Cinco unidades do Vought F4U-4 Corsair (adquiridos posteriormente para suplementar a frota). Embora o país tenha recebido 25 aeronaves, o desgaste operacional e a falta de peças de reposição ao longo dos anos reduziram drasticamente a frota ativa. Quando a "Guerra do Futebol" contra Honduras eclodiu em julho de 1969, apenas 6 caças FG-1D estavam operacionais. Durante esse conflito, ocorreu o histórico e último "dogfight" entre aviões com motores a pistão da história da aviação, onde os Corsair salvadorenhos enfrentaram os F4U Corsairs operados pela Força Aérea de Honduras. A FAS retirou o Corsair de serviço em 1971...

Cessna A-37 Dragonfly: A Lenda Esquecida do Vietnã

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  O Cessna A-37 Dragonfly é uma aeronave de ataque leve norte-americana, desenvolvido a partir do treinador básico T-37 Tweet, o que lhe valeu o apelido de "Super Tweet". O modelo lutou no Vietnã com a Força Aérea dos EUA e Sul Vietnamita. A aeronave também acumulou extensa experiência de voo - e combate - fora dos Estados Unidos. Muitas Forças Militares da América do Sul fizeram extenso uso dele e alguns ainda estão em serviço regular. Desenvolvimento No início da década de 1960, com o crescente envolvimento dos EUA no Vietnã , surgiu a necessidade de uma aeronave de contra insurgência ( counter insurgency -COIN). As operações de COIN incluíam controle aéreo avançado (forward air control - FAC), reconhecimento, escolta aérea e missões de apoio terrestre. Em 1962, o Centro de Guerra Aérea Especial da USAF considerou o T-37C como a plataforma ideal para essa função. Visto como uma opção promissora com as modificações necessárias, o serviço contratou a Cessna para a produção d...

Magister salvadorenho

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  A Força Aérea de El Salvador (FAS) operou um total de 12 jatos Fouga CM.170 Magister, a variante fabricada sob licença em Israel conhecida como IAI Tzukit. O primeiro lote de 9 jatos chegou ao pequeno país da latinoamericano em 1974, sendo todas ex-Força Aérea de Israel. Outras 3 aeronaves foram adquiridas usadas da França. Curiosamente o suporte técnico e apoio logistico ficou a cargo da França. A pequena frota foi ativamente empregadas durante a Guerra Civil Salvadorenha em funções de treinamento avançado e ataque ao solo leve, equipadas com bombas e metralhadoras de 7,62 mm instaladas no nariz. O Magister foi oficialmente aposentado pela FAS em 1999.

J-10CE para a Força Aérea de Bangladesh

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  Segundo a mídia chinesa, o J-10C da Chengdu teria sido melhor avaliado pela Força Aérea de Bangladesh sobre o Eurofighter Typhoon para seu futuro caça multifuncional. Segundo o jornal bangladês Daily Waadaa, o governo de Bangladesh planeja avançar as negociações com Pequim para até 24 caças. O interesse de Bangladesh no J-10CE não é recente. Em outubro de 2025, diversos relatórios indicaram que o país estava considerando a compra de 20 desses caças multifuncionais por um valor estimado em US$ 2,2 bilhões. A proposta incluiria não apenas os caças, mas também treinamento para pilotos e pessoal técnico, além de suporte logístico e de manutenção. Atualmente, a Força Aérea de Bangladesh opera uma frota de combate limitada, com uma presença significativa de caças J-7, de fabricação chinesa e mais antigos.