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Mirage venezuelano

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  A Força Aérea Venezuelana (FAV) operou 26 aeronaves da família Mirage. Em 1971 a FAV assinou a compra da França de dez Mirage IIIEV, quatro Mirage 5V e dois Mirage IIIDV (biplace). O Mirage IIIEV/DV era especializado para missões de interceptação. Ao contrário dos demais, ele era armado com o míssil ar-ar AIM-9B Sidewinder norte-americano ao invés do francês R.550 Magic I. O Mirage 5V era especializado em missões de ataque. Tinha marior capacidade de carregar armas. Não possuía radar e sua aviônica era mais simples. Outras células, mesmo usadas, foram adquiridas ao longo dos anos para repor as perdas por atrito e acidentes. Um Mirage IIIDV venezuelano forma a um Mirage IIIEA argentino O Mirage 50V foi uma modernização de 16 aeronaves, recebendo eletrônica e peças similares as do Mirage F1 e do Mirage 2000. A modificação mais significativa foi a troca do motor Atar 9C pelo Atar 9K50. O jato recebeu canards e sua capacidade de armas foi aumentada, permitindo o uso do missil antinav...

Acidente com An-32

  Cinco membros da Força Aérea Indiana (India Air Force - IAF) morreram após a aeronave em que viajavam cair no nordeste da Índia. O co-piloto conseguiu sobreviver. O avião de transporte Antonov An-32 sofreu um acidente durante o pouso. Este é o terceiro acidente com o modelo desde 2009. O An-32 é a espinha dorsal do transporte leve da IAF, com mais de cem aeronaves em serviço.

14 de junho de 1982: Fim das hostilidades no Atlântico Sul

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  Neste dia, há exatos 44 anos, chegava ao fim a Guerra das Falklands com a rendição argentina. O conflito entre a Argentina e a Grã-Bretanha durou 74 dias e deixou um saldo de 649 argentinos, 255 britânicos e 3 habitantes das ilhas mortos. A derrota acelerou o fim da ditadura militar no país, levando à renúncia do General Leopoldo Galtieri e ao retorno da democracia. No Reino Unido, a vitória fortaleceu politicamente a Primeira-Ministra Margaret Thatcher, garantindo sua reeleição posteriormente. Os argentinos perderam cerca de 100 aeronaves, entre aviões (75) e helicópteros (25). Aviões A maior parte das perdas ocorreu com aviões de combate e ataque ao solo: Caças e Ataque: Cerca de 35 caças (incluindo modelos como o A-4 Skyhawk, Mirage III e IAI Dagger). Apoio Tático (COIN): Aproximadamente 25 aeronaves de contra-insurgência, majoritariamente o modelo argentino IA-58 Pucará. Outros: Incluem-se bombardeiros (Canberra), aviões de carga (C-130 Hercules) e treinadores armados. Helicó...

Freedom Fighter venezuelano

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  A Força Aérea da Venezuela (FAV) operou um total de 18 caças CF-5A (monoplace) e dois CF-5D (biplace), a versão do Northrop F-5A Freedom Fighter produzida sob licença pela Canadair do Canadá. Na Venezuela, o CF-5 recebeu a designação "VF-5". As aeronaves foram adquiridas no início da década de 1970 de segunda mão, vindas diretamente de lotes excedentes da Real Força Aérea Canadense, No início dos anos 1990, a frota passou por uma atualização aviônica, com novos computadores de bordo e sistemas de navegação melhorados. Essas aeronaves foram oficialmente retiradas de serviço em 2010, após quase 40 anos de serviço contínuo.

AMX: apenas 4 unidades em voo

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  De acordo com informações veículadas na mídia nacional, a Força Aérea Brasileira (FAB) tem apenas quatro jatos de ataque A-1AM em condições de voo. Quanto menor a frota em serviço, maiores são os custos de manutenção.

Por que os EUA não obtiveram um transporte supersônico?

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  Imagem gerada por IA do SST da Boeing A Era de ouro da proeza aeroespacial dos norte-americanos foi, sem dúvida, a década de 1960. Inúmeros avanços foram feitos em diversos campos da aviação. A Corrida Espacial demonstrou como os Estados Unidos podiam colocar, com segurança e confiabilidade, espaçonaves tripuladas e não tripuladas em órbita, na Lua e até mesmo em outros planetas. Na atmosfera terrestre, aeronaves militares magníficas, como o McDonnell F-4 Phantom II e o incomparável Lockheed A-12/SR-71, dominaram a corrida tecnológica aérea. Aeronaves comerciais, como o Boeing 707 e seu concorrente da Douglas, o DC-8, reinavam absolutas nas rotas aéreas entre as principais cidades do mundo. Contudo, a década também ficou marcada por um número considerável de fracassos aeroespaciais, e entre esses fracassos está a história do supersônico comercial (Supersonic Transport - SST). Muito antes do Concorde ou do Tu-144, a indústria aeronáutica dos EUA vinha examinando projetos de transp...

Versão naval do T-7A Red Hawk fora da competição para o novo jato de treinamento da Marinha dos EUA

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  A Boeing anunciou que desistiu da competição para o novo jato de treinamento da Marinha. Segundo a companhia, o jato de treinamento T-7A Red Hawk, que está sendo produzindo para a Força Aérea, não atende aos requisitos da Marinha, mesmo numa versão "navalizada". “Após uma avaliação cuidadosa, determinamos que o T-7A não atende aos requisitos do Sistema de Treinamento de Jatos para Graduados da Marinha dos EUA”, disse um porta-voz da Boeing. O T-7A, que teve sua produção inicial em baixa escala aprovada em maio, está equipado com o motor F404. No entanto, atender aos requisitos de qualificação do motor que a Marinha busca implicaria em um longo ciclo de desenvolvimento e prejudicaria a capacidade da Boeing de atingir rapidamente a capacidade operacional inicial, afirmou o porta-voz. Em abril deste anos a Lockheed também desistiu de ofertar o TF-50N juntamente com a Korea Aerospace Industries. Agora, As empresas de defesa restantes que disputam o programa são a Textron Avia...