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Acidente com Gripen

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  No dia 24 de agosto um JAS-39 Gripen C da Força Aérea Húngara caiu na Base Aérea de Szolnok enquanto o caça se aproximava para um pouso de emergência após o piloto reportar uma falha técnica. O piloto conseguiu se ejetar em segurança. Este é o terceiro acidente envolvendo um caça Gripen da Força Aérea Húngara. FONTE: https://www.opex360.com FONTE: https://www.reuters.com

Próximo porta-aviões da China está ganhando forma

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  O novo porta-aviões chinês Tipo 004 está em construção no estaleiro de Dalian desde pelo menos 2024. Imagens de satélite recentes mostram avanços na sua estrutura, exibindo uma proa mais completa. Este será o quarto porta-aviões da Marinha chinesa e o maior de sua frota, superando oLiaoning, o Shandong e o Fujian (Tipo 003). Atualmente, o casco do Tipo 004 mede cerca de 320 metros de comprimento e 46 metros de largura máxima. Espera-se que essas dimensões aumentem com a instalação do convés de voo. O navio adotará o sistema CATOBAR ( catapult takeoff but assisted recovery ), herdando as catapultas eletromagnéticas já testadas no Fujian. Essa configuração o posiciona mais próximo em escala aos superporta-aviões norte-americanos, como o USS Gerald R. Ford, que possui 337 metros de comprimento. Há fortes indícios de que o Tipo 004 será o primeiro porta-aviões chinês com propulsão nuclear. Monitoramentos espaciais anteriores revelaram duas estruturas internas semelhantes a compartime...

Marinha dos EUA está desenvolvendo um pequeno míssil ar-ar para aeronaves de combate furtivas

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  O poderoso míssil ar-ar de longo alcance AIM-424 'Malice' ganhou as manchetes, mas a Marinha norte-americana também está desenvolvendo uma nova arma para um uso exatamente oposto. Ao mesmo tempo, a Marinha também destacou planos para um novo míssil ar-ar compacto (Compact Air-to-Air Missile - CAAM) otimizado para engajamentos de curto alcance e transporte interno em caças furtivos como o F-35 e futuros drones, como parte de sua visão mais ampla para mísseis. Os objetivos principais do CAAM parecem praticamente idênticos aos que a Força Aérea dos EUA delineou anteriormente em relação a uma "variante compacta" do AIM-9X Sidewinder (AIM-9X CV). Um míssil nessa categoria geral ofereceria um aumento na capacidade de armazenamento, o que poderia ser especialmente valioso para a defesa mais localizada de porta-aviões e outros ativos de alto valor contra grandes ondas de mísseis e drones. A descrição do CAAM como uma “arma de perímetro interno” aponta para um foco em combat...

AIM-424 “Malice”

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  O mais novo míssil ar-ar de alcance extremo da Marinha dos EUA foi projetado para ser usado pelos caças F/A-18E/F Super Hornet, F-35C e pelo futuro F/A-XX. O míssil é claramente grande e tem um alcance significativamente maior do que o AIM-120 AMRAAM, já consagrado, e o novo AIM-260 Joint Advanced Tactical Missile (JATM), que compartilha o mesmo molde do AIM-120. Não se sabe qual será a posição do Malice em relação ao AIM-174B "Gunslinger", de alcance muito longo, que foi adaptado do míssil de superfície SM-6. O Malice possui um projeto de dois estágios, o que deve resultar em alcance extremo e altíssima velocidade. O Pentágono tem demonstrado interesse em mísseis ar-ar de múltiplos estágios há anos e agora cogita a meta de desenvolver armas ar-ar de alcance extremo, capazes de atingir a marca de 1.600 quilômetros nos próximos anos. Esse alcance é considerado crucial para sobreviver às futuras capacidades inimigas de negação de acesso de alcance equivalente e para tirar pro...

Nova ilha artificial da China pronta para ser militarizada

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  O que era um recife submerso há um ano é agora uma ilha artificial de 6 km² com uma grande pista de pouso em construção, à medida que a militarização do Mar da China Meridional pela China se acelera. Novas imagens de satélite mostram o que a China é capaz de construir após 10 meses de dragagem ininterrupta: uma ilha artificial com um porto de águas profundas, um cais de mais de 600 metros capaz de atracar navios de guerra e o início de uma pista de pouso militar de 3.000 metros de comprimento. Quase irreconhecível hoje, o Recife Antelope se tornou o mais recente, e um dos maiores, postos avançados artificiais na agressiva campanha de Pequim para militarizar e dominar o Mar da China Meridional. O ritmo de construção e a velocidade das mudanças têm sido impressionantes e demonstram o enorme progresso alcançado pela China em suas capacidades de aterro e construção de novas terras. Em menos de um ano, mais de um milhão de toneladas de areia foram dragados para aterrar aproximadamente...

F-20 Tigershark; a ruína da Northrop

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  O F-5G/F-20 continua sendo um dos grandes “e se” da aviação de caça. Para entender seu fracasso, é preciso voltar ao F-5. Na década de 1950, a Northrop desenvolveu um caça pequeno, leve, barato e fácil de manter. O resultado foi o F-5A Freedom Fighter, adotado em 1962 pelos EUA para equipar aliados através do Programa de Assistência Militar. Com 1.223 exemplares produzidos, tornou-se um sucesso. Seu sucessor, o F-5E Tiger II, incorporou radar, motores mais potentes, aviônicos aprimorados e armamentos modernos, chegando a 1.417 unidades. Apesar do sucesso, o F-5E tinha limitações, especialmente contra caças soviéticos equipados com mísseis BVR. Taiwan desejava justamente essa capacidade, mas o governo Nixon restringiu a venda de armas avançadas ao país para não prejudicar a aproximação com a China. O Departamento de Defesa, porém, incentivou a Northrop a desenvolver uma versão do Tiger capaz de utilizar o AIM-7 Sparrow. Surgiu o F-5G. O projeto foi interrompido em 1978, quando o p...

McDonnell Douglas F-15N Sea Eagle; rival do Tomcat

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O F-15 Eagle e o F-14 Tomcat entraram para a história como dois dos mais importantes caças dos EUA de sua geração. O F-15, desenvolvido a partir das lições da Guerra do Vietnã, foi concebido para obter superioridade aérea e, graças à sua grande capacidade de evolução, transformou-se também em uma excelente aeronave de ataque. Sua versão mais recente, o F-15EX, deverá permanecer por décadas como peça central da Força Aérea dos EUA. O F-14, por sua vez, nasceu após o fracasso do F-111B e do programa TFX. A Marinha dos EUA recorreu à Grumman para desenvolver um interceptador naval capaz de combinar sensores e armamentos avançados, grande autonomia e desempenho em combate aproximado. O Tomcat incorporava o radar AWG-9 e o míssil AIM-54 Phoenix, fundamentais para enfrentar bombardeiros soviéticos de longo alcance e seus mísseis antinavio. Entretanto, o F-14 era consideravelmente mais caro que o F-15 e utilizava o problemático motor TF30, que apresentava tendência a estol e falhas nas pás ...