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Imagem revelou quantas armas único esquadrão de caças da Marinha dos EUA lançou durante a Operação Epic Fury

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  O fotógrafo Jeff Rojas ( @jro_photography ) publicou a imagem de um quadro do Esquadrão de Caça de Ataque 41 (VFA-41) da Marinha dos EUA, os "Black Aces", mostrando todas as armas que foram utilizadas durante a campanha contra o Irã entre os dias 28 de fevereiro e 5 de maio: 173 bombas GBU-38/B JDAM (Joint Direct Attack Munition) de 500 libras, guiadas com precisão por GPS. 52 bombas JDAM GBU-31(V)4/B de 2.000 libras 48 bombas laser JDAM de modo duplo GBU-54/B de 500 libras (LJDAM) 41 bombas planadoras guiadas com precisão AGM-154 Joint Stand-Off Weapon (JSOW) 33 mísseis ar-ar AIM-9X Sidewinder 30 bombas JDAM GBU-31(V)2/B de 2.000 libras 27 bombas JDAM GBU-32/B de 1.000 libras 10 mísseis de cruzeiro de ataque terrestre AGM-84K SLAM-ER ( Standoff Land Attack Missile-Expanded Response ) 6 mísseis ar-ar de médio alcance avançados AIM-120 (AMRAAM) 1 bomba guiada a laser de precisão GBU-12/B Paveway II de 500 libras O JDAM é uma família de kits que transforma bombas convencion...

Blackbird de volta a vida?

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  Recentemente foi relatado que o SR-71, número de cauda 844 da NASA, desapareceu misteriosamente de seu local de armazenamento. Ao mesmo tempo, o atual administrador da NASA, Jared Isaacman, insinuou - durante uma conferência - de forma enigmática planos para um novo avião experimental de alta altitude e velocidade, com a silhueta de uma aeronave que imediatamente evocou comparações com o famoso SR-71 Blackbird, suscitando uma enxurrada de comentários de que o lendário pássaro estaria sendo trazido de volta a vida. O Blackbird era o mais próximo que se podia chegar de tecnologia alienígena há mais de 60 anos, e mesmo hoje, não existe nada parecido em operação. No entanto, ele permanece inativo há quase três décadas. Grande parte da expertise que o construiu, deu suporte e operou, infelizmente, se perdeu. O processo de engenharia e os aprendizados logísticos envolvidos em uma possível reativação do SR-71 Blackbird pela NASA podem ser tão valiosos quanto os próprios dados de teste d...

Pilotos ucranianos estariam treinando no Rafale?

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  A União Europeia concedeu à Ucrânia um empréstimo de US$ 101,65 bilhões. Parte desse empréstimo se destina a financiar a compra de 16 caças Rafales da França. Essa aquisição foi anunciada em julho de 2026 pelo presidente Macron e seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky. Os detalhes da ajuda militar francesa à Ucrânia são objeto de comunicação bastante obscura. De acordo com as últimas informações, seis Mirage 2000-5F foram transferidos para a Força Aérea Ucraniana. Quanto aos 16 Rafales, o objetivo é garantir que possam voar no espaço aéreo ucraniano a partir de 2028. Como cada Rafale leva cerca de 3 anos para ser fabricado, sua origem ainda é desconhecida. Como a Dassault Aviation ainda não mencionou nenhum contrato assinado por Kiev, é provável que sejam provenientes do 5º lote destinado à Força Aeroespacial francesa, ou que algum cliente de exportação tenha concordado em adiar a entrega das aeronaves encomendadas. No entanto, de acordo com a declaração conjunta publicada e...

AMRAAM

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  O AIM-120 AMRAAM (Advanced Medium Range Air-to-Air Missile / Míssil Ar-Ar Avançado de Médio Alcance) é um míssil ar-ar guiado de médio alcance equipado com um sistema de busca por radar ativo. O AMRAAM é um sucessor da série de mísseis AIM-7 Sparrow. O míssil é mais rápido, menor e mais leve, e possui capacidades aprimoradas contra alvos em baixa altitude. Ele incorpora um radar ativo com uma unidade de referência inercial e um sistema de microcomputador, o que torna o míssil menos dependente do sistema de controle de tiro da aeronave. Assim que o míssil se aproxima de um alvo, seu radar ativo o guia para interceptá-lo. Isso permite que o piloto mire e dispare vários mísseis simultaneamente contra múltiplos alvos. O piloto pode então realizar manobras evasivas enquanto os mísseis se guiam automaticamente até seus alvos. Para orientação, o míssil utiliza um sistema de navegação inercial, correção de trajetória durante a fase de cruzeiro e seu próprio buscador de radar ativo durant...

2 de outubro de 1952: Feliz Aniversário!

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  Neste dia, há exatos 74 anos, voava pela primeira vez o primeiro protótipo do Boeing XB-52 Stratofortress (matrícula 49-230). O primeiro dos dois protótipos de bombardeiros pesados ​​de longo alcance e alta altitude, o XB-52, sofreu danos durante testes em solo e necessitou de extensos reparos, o que atrasou seu voo inaugural. O protótipo do Stratofortress era o maior avião a jato construído até então. Tinha 46,5 metros de comprimento, 56,3 metros de envergadura e 14,7 metros de altura até o topo da deriva vertical. O bordo de ataque tinha um enflechamento de 36°. O peso vazio era de 70.398 kg e seu peso máximo de decolagem era de 176.900 kg. A capacidade de combustível era de 103.785 litros. O XB-52 era propulsado por oito motores turbojato Pratt & Whitney YJ57-P-3, com uma potência nominal de 3.8700 kg de empuxo seco ao nível do mar. A velocidade de cruzeiro era de 835 km/h e a velocidade máxima de 983 km/h a 6.000 metros. A altitude de bombardeio planejada era de 14.100 me...

Ucrânia desiste dos helicópteros de ataque Tiger da Austrália

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  O embaixador da Ucrânia disse que seu país retirou seu pedido para os 22 helicópteros de ataque Eurocopter Tiger que o Exército australiano está atualmente aposentando. A Ucrânia apresentou um pedido para os helicópteros em 2024, e a análise substancial do mesmo teve início em 2025. Segundo o embaixador, a Austrália estava disposta a transferir as aeronaves, mas, após avaliar as vantagens e os desafios da sua operação, a Ucrânia decidiu abandonar a opção. O embaixador observou que um dos fatores era o equipamento de fabricação norte-americana instalado nos Tigers australianos, sujeito às normas de controle de exportação. Sua transferência para um terceiro país exigiria aprovação dos EUA, enquanto a remoção de parte desse equipamento poderia ter limitado significativamente as capacidades de combate dos helicópteros. Outro fator foi o custo de manutenção dos helicópteros e o número limitado de operadores desse modelo. Após a Austrália aposentar os seus, os principais operadores da ...

Argentina recebeu o segundo lote de caças F-16

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  Com a chegada dessas "novas" aeronaves, sendo quatro caças monoplace e dois biplace, a Força Aérea Argentina (FAA) passa a contar com 12 das 24 aeronaves adquiridas. Manutenção dos motores Por meio de uma publicação da lista de contratos concedidos até 30 de setembro, o Pentágono anunciou que os caças F-16 operados pela Argentina estão inclusos em um importante contrato para a manutenção de seus motores F100, no qual serão investidos aproximadamente US$ 2,4 bilhões. O acordo permitirá a revisão, o reparo, a remanufatura e a fabricação de diversas peças associadas ao sistema de propulsão que equipa as aeronaves dos diferentes parceiros norte-americanos envolvidos.