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Itália mobilizou secretamente caças e sistemas de defesa para proteger países do Oriente Médio

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  De acordo com o The Aviationist, o governo italiano enviou discretamente uma força-tarefa aérea e terrestre para o Oriente Médio para proteger seus aliados no Golfo Pérsico de ataques de mísseis e drones iranianos. A missão teve início na segunda quinzena de março, em resposta às tensões regionais e aos pedidos de assistência da Arábia Saudita, do Kuwait e do Bahrein. Oficialmente, o grupo é composto por cerca de 400 militares e 4 Typhoon da Força Aérea Italiana destacados para a Base Aérea Rei Fahd em Al-Taif, Arábia Saudita, perto do Mar Vermelho. A detecção e o controle por radar são realizados por uma aeronave E-550A CAEW.

2000 brasileiro

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  A Força Aérea Brasileira (FAB) operou um total de 12 caças Dassault Mirage 2000, sendo dez monoplaces (designadas no Brasil como F-2000C) e dois biplaces (F-2000B). O modelo foi selecionado para cobrir a lacuna deixada pela desativação do Mirage IIIEBR. O valor do negócio na época foi de cerca de US$ 60 milhões e todas as aeronaves foram retiradas diretamente dos esquadrões da Força Aérea francesa. O contrato de transferência foi assinado em julho de 2005 entre os governos do Brasil e da França. Armamento Os caças vieram com um pacote mínimo de mísseis ar-ar Matra Super 530D e Matra R.550 Magic II. O F2000 operou por pouco tempo, de 2006 e 2013, por conta do estado das células e da aviônica defasada. Todos os deltas foram alocados na Base Aérea de Anápolis.

Utilizado pelos Fuzileiros Navais Reais, um drone de superfície teria enviado dados secretamente para a China

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  Desde março, os Royal Marines têm operado 20 unidades do drone de superfície K3 Scout (USV), adquiridos da Kraken Technology Group por US$ 16 milhões. Com um deslocamento de 2,5 toneladas e 8,4 metros de comprimento, a embarcação não-tripulada pode ser rapidamente reconfigurada para se adequar às missões de guerra antissuperfície, vigilância, proteção de forças ou transporte. Com uma autonomia de 30 dias, pode atingir uma velocidade máxima de 100 km/h. De acordo com informações do jornal The Telegraph, a câmera que equipa o veículo estaria enviando dados para um servidor na China, através de um software do tipo "Heartbreak", usado para verificar o funcionamento correto de equipamentos. Ao descobrir essa vulnerabilidade, o jornal relata que o Ministério da Defesa removeu "toda a conectividade com a internet das câmeras" usadas por esses veículos. Para equipar os veículos blindados K3 Scout destinados aos Fuzileiros Navais Reais, o Kraken Technology Group adquiriu a...

Huey brasileiro

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  A Força Aérea Brasileira (FAB) operou um total de 68 helicópteros entre 1967 e 2018 da lendária família Huey, onde a aeronave recebeu o apelido de "Sapão". A frota foi composta por diferentes lotes e variantes do fabricante Bell (e construções sob licença da Agusta), sendo: 14 helicópteros Bell UH-1D / SH-1D: Adquiridos no final dos anos 1960. Desse lote, onze unidades foram posteriormente atualizadas e convertidas localmente para o padrão H; 54 helicópteros Bell UH-1H: A maioria era nova de fábrica. Lotes adicionais contendo aeronaves usadas do inventário do Exército dos EUA foram adquiridos para repor perdas e reforçar esquadrões. No final dos anos 1980, a FAB padronizou toda a frota sobrevivente para a versão UH-1H, que em 2006 recebeu a designação oficial simplificada de H-1H. O modelo foi oficialmente aposentado em 2018.

EAU não irão mais vender seus Mirage 2000-9

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  Tendo encomendado oitenta caças Rafale F4, os Emirados Árabes Unidos (EAU) pretendiam, até então, revender os 60 Mirage 2000-9 adquiridos da Dassault Aviation no final da década de 1990. Pelo menos três países demonstraram interesse: Marrocos, Grécia e Egito. Contudo, as tensões regionais, particularmente com o Irã, levaram a Força Aérea dos Emirados a rever seus planos e até mesmo a modernizar as aeronaves. Equipado com um radar RDY-2, o Mirage 2000-9 pode transportar mísseis ar-ar MICA, o antinavio Exocet e o míssil de cruzeiro Black Shaheen (versão de "exportação" doSCALP), bem como bombas guiadas PGM-500 e PGM-200. Em maio, foi noticiado que os EAU haviam mobilizado seus caças Mirage 2000-9 em um ataque contra instalações petrolíferas iranianas localizadas na Ilha de Lavan, em resposta a ataques lançados por Teerã contra seu território. Recentemente o grupo emiradense Edge divulgou duas fotografias anunciando que havia aprimorado as capacidades de ataque ao solo do Mira...

Huey uruguaio

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  A Força Aérea Uruguaia (FAU) operou um total de 12 helicópteros da família original Bell UH-1 Huey O primeiro lote composto por três unidades do monomotor Bell UH-1H (Iroquois) chegou ao país em 1970. O segundo lote, também composto por três aparelhos, só foi afquirido em 1998. Posteriormente, outras células foram recebidas, todas de segunda mão. O país também operou 6 unidades do Bell UH-1B, uma versão mais antiga e menor. Elas foram recebidas em 1975, todas excendes do Exército dos EUA. O Uruguai também opera 3 unidades do bimotor Bell 212 (Twin Huey / UH-1N). Em 2021, os EUA doaram mais uma unidade, destinada a recompor a capacidade operacional do esquadrão. Atualmente 8 helicópteros estão no serviço ativo, sendo quatos Bell UH-1H "Iroquois" e 4 Bell 212 "Twin Huey" (Bimotor).

Índia busca participar do desenvolvimento do caça francês FCAS

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  O Ministério da Defesa da Índia afirmou ter iniciado os trâmites oficiais para aderir ao programa francês de caças de sexta geração Future Combat Air System (FCAS). A Índia já havia considerado participar de um dos dois programas europeus de caças de sexta geração: o FCAS francês ou o Programa Global de Aviação de Combate (GCAP) britânico-italiano-japonês. A situação mudou após o fim da cooperação franco-alemã no caça de nova geração (NGF), que se tornaria a peça central da arquitetura original do FCAS. Em junho de 2026, França e Alemanha concordaram em encerrar o projeto conjunto após prolongadas divergências sobre sua implementação. Na sequência disso, a França começou a considerar o envolvimento de novos parceiros. Em julho, o CEO da Dassault Aviation, Éric Trappier, afirmou que apoiava a expansão da cooperação internacional no desenvolvimento de um caça de sexta geração, incluindo a participação de países não europeus. A Força Aérea e a Marinha da Índia buscam evitar ficar pa...