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Os gatos da Grumman: F7F Tigercat

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  O Grumman F7F Tigercat foi um caça pesado bimotor norte-americano desenvolvido para a Marinha (USN) e o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (USMC). Foi o primeiro caça bimotor a pistão operacional planejado para decolar de porta-aviões da Marinha norte-americana, forçando o desempenho dos motores a pistão ao limite da época. O Tigercat era capaz de atingir 740 km/h. Entre 1943 e 1946 a Grumman fabricou apenas 364 unidades do caça. A Era do jato atropelou o Tigercat. O caça chegou muito tarde aos esquadrões na Segunda Guerra Mundial, apenas alguns dias antes da rendição japonesa. O F7F lutou ativamente na Guerra da Coreia, conquistando as suas unicas duas vitórias ar-ar.

Marinha dos EUA mostra interesse em projeto que rejeitado há mais de uma década

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  Os requisitos mais recentes da Marinha dos EUA para seu programa de Aeronave de Combate Colaborativa ( Collaborative Combat Aircraft - CCA) apontam para um drone que se assemelha muito mais a um veículo aéreo de combate não tripulado ( uncrewed combat air vehicle - UCAV) avançado, em vez de um "ala leal" autônomo menor e menos capaz, destinado a complementar economicamente os caças tripulados. No geral, os novos requisitos servem como uma admissão tácita de que a Marinha ainda busca o tipo de drone que explorou anteriormente com grande potencial nos programas X-47B e UCLASS ( Unmanned Carrier-Launched Airborne Surveillance and Strike ). Os requisitos do UCLASS foram abruptamente arquivados e substituídos por um programa de reabastecimento aéreo não tripulado baseado em porta-aviões, que resultou no MQ-25 Stingray. Essa decisão foi vista por alguns como uma das mais controversas e enigmáticas da história da aviação naval moderna. Um drone de transporte com grande capacida...

Ucrânia enfrenta escassez de mísseis ar-ar para sua frota de F-16

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  Segundo a jornalista Shelby Wilder, da Newsmax, os pilotos ucranianos de F-16 enfrentam uma grave escassez de mísseis ar-ar, a ponto de, em algumas missões diurnas, terem que depender exclusivamente dos canhões internos dos caças para enfrentar ameaças aéreas russas. A falta de mísseis ar-ar significa que os estoques de armamento disponíveis estão sendo racionados. A revelação oferece um vislumbre notável da realidade diária das operações dos F-16 na Ucrânia. Os caças se tornaram uma parte importante da complexa rede de defesa aérea da Ucrânia, caçando drones e mísseis de cruzeiro russos, além de fornecerem uma potencial contrapartida para aeronaves de combate russas e realizarem missões ar-solo. A Ucrânia opera o F-16 desde o verão de 2024. A cada nova onda de drones e mísseis de cruzeiro russos se aproximando, pode simplesmente não haver mísseis suficientes para armar os jatos. Destruir o máximo possível de ameaças antes que elas atinjam as cidades e a infraestrutura ucranianas...

Marinha da Rússia recoloca em serviço cruzador parado há mais de 20 anos

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  A Rússia está reintegrando ao serviço ativo o cruzador de mísseis de propulsão nuclear Almirante Nakhimov após quase 27 anos de reparos e modernização. A previsão é que entre em serviço na Marinha Russa até o final de 2026, após os testes. Durante a modernização, o cruzador recebeu novos sistemas de radar, um canhão naval AK-192M de 130 mm e novo armamento de mísseis. Em vez dos 20 mísseis antinavio P-700 Granit, a embarcação recebeu sistemas de lançamento vertical. Estes permitem o lançamento de mísseis Kalibr, Oniks e Zircon hipersônicos. O cruzador possui 176 células de lançamento. Destas, 80 são destinadas a mísseis de ataque, enquanto outras 96 são alocadas para mísseis terra-ar S-400. Assim, após sua modernização, espera-se que o Almirante Nakhimov combine as capacidades de um porta-mísseis de ataque de longo alcance com as de um poderoso navio de defesa aérea. O cruzador não foi projetado para operar de forma totalmente autônoma. Dada a sua importância e tamanho, ele preci...

Os gatos da Grumman: F6F Hellcat

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  Entre 1942 e 1945, foram fabricados 12.275 caças Grumman F6F Hellcat. O caça foi projetado especificamente para corrigir as deficiências do seu antecessor, o F4F Wildcat, e para superar o temido caça japonês Mitsubishi A6M Zero. Embora os dois aviões compartilhassem uma filosofia de design robusta da Grumman, o Hellcat era uma aeronave consideravelmente maior, mais pesada e muito mais poderosa. O Hellcat alcançou um total de 5.163 vitórias ar-ar confirmadas pela Marinha dos Estados Unidos, sofrendo apenas 270 perdas em combate.Essa contagem oficial resulta em uma impressionante proporção de abates (kill ratio) de 19:1, a maior e mais bem-sucedida de qualquer aeronave naval na história da aviação.

BRASIL: Aviação do Exército completa ciclo de modernização do helicóptero HM-4 JAGUAR

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  A Aviação do Exército (Av Ex) completou uma importante etapa no seu processo de modernização com a entrega oficial de mais um helicóptero HM-4 - JAGUAR (designação militar do modelo AIRBUS/HELIBRAS H225M), prevista no cronograma de aquisições do Projeto H-XBR. A solenidade de recebimento da aeronave, realizada na fábrica da Helibras, em Itajubá (MG), marcou o encerramento de um ciclo fundamental de equipamento da Força Terrestre e a transferência tecnológica para a Base Industrial de Defesa brasileira. A nova aeronave, fabricada e montada no país, passará a integrar a frota da Av Ex, sediada em Taubaté (SP). Equipada com sistemas de autodefesa modernos e suíte de guerra eletrônica avançada, o HM-4 - JAGUAR é um vetor otimizado para realizar missões de transporte de tropa e assalto aeromóvel, infiltração e exfiltração de tropa, apoio logístico em missões humanitárias e de defesa, durante o dia ou de noite, entre outras possibilidades de emprego. Com o recebimento da última aeron...

BRASIL: Exército inicia aquisição do Centauro II

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  O Exército Brasileiro (EB) assinou o contrato de aquisição definitiva de um lote de unidades da viatura blindada de combate de cavalaria (VBC Cav) Centauro II. O acordo estabelece o começo das aquisições com um lote inicial, que desencadeará uma sequência de remessas posteriores até que seja atingido o número total de 98 viaturas. O Centauro II chega ao Exército Brasileiro para substituir os blindados 6x6 Cascavel em tropas de Cavalaria e Infantaria, e deve ser operado tanto em missões de defesa quanto em operações de manutenção da paz e de apoio. Dotado de tração 8x8, o blindado possui um canhão de calibre 120 mm capaz de atingir alvos a até 5 km. O disparo é auxiliado por um sistema de controle de tiro digital que inclui câmeras térmicas, telêmetro laser e estabilização avançada. Categorizado como um carro de combate “caça-tanques”, o blindado é capaz de atingir até 105 km/h com uma autonomia de 800 km. FONTE: https://www.eb.mil.br/web/noticias/w/exercito-inicia-aquisicao-de-vi...