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F-X2: uma década depois

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  O programa F-X2 foi o substituto do programa F-X1, iniciado no ano 2000, que tinha por objetivo substituir o F-103 (Dassault Mirage IIIEBR). Apresentaram propostas: A Dassaut com o seu Mirage 2000BR, numa parceria com a Embraer; A Lockheed com o seu F-16 Fighting Falcon; A MAPO-MiG com seu MiG-29 Fulcrum; A Saab com o seu Gripen C/D; A Sukhoi com o seu gigantesco Su-35, numa parceria com a Avibras; O programa acabou suspenso em 2003 e em 2005 a FAB comprou 12 velhos Mirage 2000D usados da França para serem usados como “tampax” após a desativação do F-103. Os jatos foram retirados diretamente dos esquadrões da Força Aérea Francesa e vieram com poucas horas de voo disponíveis. Em 2006 o governo relançou a concorrência, sob a designação F-X2. Apresentaram propostas: A Boeing com o seu F/A-18E/F Super Hornet; A Dassault com o seu Rafale; A Saab com o seu Gripen JAS-39E; Todas as propostas incluíam a Embraer como parceiro local. Em dezembro de 2013 a Força Aérea Brasileira (FAB) decla...

B-17 "Idiots' Delight"

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  O B-17 " Idiots' Delight " foi o primeiro Boeing B-17 Flying Fortress a alcançar 50 missões de combate. Durante a sua 59ª missão, no dia 19 de junho de 1944, ele caiu no Canal da Mancha, enquanto retornava com severos danos de batalha, levando consigo nove de seus dez tripulantes.
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  A Atlas Aircraft Corporation (atual Denel Aviation) fabricou um total de 70 caças Atlas Cheetah para a SAAF ( South African Air Force - Força Aérea Sul Africana). Todos foram remanufaturados a partir de células existentes dos Mirages III operados pela SAAF. Houve uma versão de reconhecimento, que não entrou em operação. A SAAF aposentou sua frota de Cheetah em 2008.

Embraer e Northrop em parceria para promover o KC-390 para a Força Aérea dos EUA

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  A gigante aeroespacial brasileira informou que está ‌trabalhando em parceria com a norte-americana Northrop ‌Grumman Corporation para aprimorar as capacidades de reabastecimento da sua aeronave KC-390 Millennium com o claro objetivo de oferecer o produto para ⁠a ‌Força Aérea ⁠dos Estados Unidos USAF) e nações aliadas. Entre os recursos que farão parte ​das melhorias, estão um sistema boom de reabastecimento aéreo autônomo avançado, ‌comunicações aprimoradas, consciência ​situacional e opções de autoproteção.

A recusa do Reino Unido em permitir o uso de bases militares importantes pelos EUA afetaria o papel dos bombardeiros na campanha aérea contra o Irã

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  De acordo com o jornal The Times, o Reino Unido está bloqueando o uso pelos EUA de duas bases importantes para um ataque ao Irã. Tanto Diego Garcia, uma ilha no Oceano Índico, quanto a RAF Fairford , uma base no Reino Unido, seriam cruciais para qualquer plano norte-americano de usar bombardeiros de longo alcance em uma campanha prolongada contra o Irã. A medida decorre, segundo relatos, de preocupações legais britânicas sobre um possível ataque iraniano, bem como de uma disputa entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sobre o destino final de Diego Garcia. Nenhum bombardeiro foi detectado se deslocando para Diego Garcia e, em menor grau, para Fairford, o que provavelmente ocorreria antes de uma campanha de bombardeio aéreo prolongado. A decisão do RU, se o relatório for preciso, pode ser um dos principais motivos pelos quais esses deslocamentos não ocorreram. Diego Garcia tem sido, há muito tempo, um local operacional altamente est...

Questionados, Comandantes Brasileiros disseram que precisam de R$ 800 bilhões para recompor as Forças Armadas

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  Segundo o jornal Estadão, o Presidente Luis Inácio Lula da Silva questinou os comandantes militares brasileiros se uma ação dos EUA, igual a que ocorreu na Venezuela que resultou na captura do ditador Nicolas Madurao, seria possível no Brasil. Lula então teria ouvido dos comandantes que " seriam necessários investimentos de R$ 800 bilhões pelos próximos 15 anos para impedir que a força de uma potência estrangeira passasse impunemente pelo País sem sofrer baixas. " Só o Exército precisaria de investimentos de cerca de R$ 200 bilhões, que incluem todas as suas áreas estratégicas, além da aquisição de equipamentos como mísseis táticos de cruzeiro, radares e satélites que não dependam de outras potências. Pode parecer muito. Mas depois que a casa é invadida, toda economia sempre parece estúpida. FONTE: www.estadao.com.br

Rússia estuda sistema de comunicação por balão para preencher a enorme lacuna deixada pela perda do Starlink

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  A SpaceX cortou o acesso e agora Moscou está desenvolvendo um novo sistema embarcado em balões que poderá fornecer acesso a comunicações de dados de alta velocidade no campo de batalha, em um momento em que suas forças precisam desesperadamente manter-se conectadas. Os testes do balão Barrage-1 ocorrem enquanto as tropas ucranianas aproveitam a perda de acesso da Rússia à rede de satélites Starlink. Ambos os lados se tornaram dependentes do sistema da SpaceX para operações diárias em tempos de guerra, mas as restrições ao uso do Starlink pela Rússia estão permitindo que as forças de Kiev repelam ataques em algumas áreas enquanto avançam em outras. A introdução do Starlink no campo de batalha na Ucrânia revolucionou a forma como a guerra é travada, oferecendo aos usuários alta largura de banda e comunicações relativamente seguras praticamente em qualquer lugar, tudo em um pacote pequeno e pronto para uso. Embora a SpaceX tenha fornecido o serviço à Ucrânia, os russos logo passaram...