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Havoc nicaraguense

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  A Força Aérea da Nicarágua (FAN) operou apenas um único Douglas A-20H Havoc. A aeronave (número de série original da USAAF 44-20) chegou ao país em 1956, operando com a matrícula FAN-60. O avião operou por muito pouco, sendo retirado em 1957. O custo logístico de se manter uma única célula operacional de bombardeiro pesou na decisão, além de o país ter focado seus recursos na consolidação da frota de caças P-51D Mustang e na transição para a chegada dos bimotores Douglas B-26 Invader, mais adequados à doutrina da época. O avião foi utilizado principalmente para missões de reconhecimento fotográfico, patrulha marítima de longo alcance e como um vetor de demonstração de força e prestígio militar pelo regime de Anastasio Somoza García.

USAF vai operar o B-21 com dois pilotos

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  A Força Aérea dos EUA decidiu oficialmente que o B-21 Raider terá uma tripulação composta por dois pilotos, assim como acontece atualmente com o B-2. Inicialmente a USAF havia considerado operar o bombardeiro com apenas um piloto e um oficial de sistemas de armas ( weapon systems officer - WSO), assim como no F-15EX. O plano agora é capacitar alguns WSOs e oficiais de sistemas de combate ( combat systems officers - CSOs) qualificados para se tornarem pilotos da futura frota de B-21. Quando surgiram os primeiros relatos de que a Força Aérea estava considerando operações com um único piloto do B-21 em novembro de 2025, analistas viram isso como fortes indícios de que um alto nível de automação e autonomia com inteligência artificial (IA) já havia sido incorporado ao projeto. “Após uma análise cuidadosa das capacidades avançadas do B-21, a liderança da Força Aérea determinou que uma configuração com dois pilotos oferece o suporte ideal ao perfil de missão da aeronave”. FONTE:...

Japão lança e aterrissa com sucesso foguete reutilizável

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  O protótipo de foguete reutilizável da Agência espacial japonesa atingiu uma altura de cerca de 10 metros e pousou, em um voo que durou aproximadamente 40 segundos. O voo ocorreu no dia 11 de julho, marcando um avanço na tecnologia de redução de custos dominada pela SpaceX. A maioria dos foguetes é projetada para uso único, com componentes que caem no mar, se desintegram na atmosfera ou permanecem em órbita como detritos. O primeiro estágio de lançamento é considerado o componente mais caro. Mas a implantação de foguetes parcialmente reutilizáveis ​​reduziria drasticamente os custos de lançamento. O Japão está empenhado em impulsionar a competitividade internacional da indústria de foguetes do país. FONTE: https://www.channelnewsasia.com/east-asia/japan-reusable-rocket-success-space-agency-6248826

JF-17 do Azerbaijão entrou em serviço

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A Força Aérea do Azerbaijão publicou que realizou os primeiros exercícios oficiais com seus novos caças JF-17 Thunder Block III. O país comprou um total de 40 caças JF-17 Block III em junho de 2025 ao custo de US$ 4,6 bilhões com o objetivo de substituir sua frota de caças MiG-29 da Era soviética. Até o momento a Força Aérea do Azerbaijão teria recebido e colocado em serviço seis JF-17C e três JF-17B (biplace).

Fazendo história! China aterrissa foguete em lançamento orbital pela primeira vez

  Pela primeira vez na história, o país recuperou um foguete durante um lançamento orbital, realizando o feito durante o lançamento inaugural do Longa Marcha 10B na sexta-feira (10 de julho). E essa recuperação foi única: o primeiro estágio do foguete encaixou-se delicadamente em uma estrutura semelhante a uma rede, transportada por um navio no mar. O Longa Marcha 10B é um foguete de dois estágios com cerca de 63 metros de altura. O primeiro estágio utiliza querosene e oxigênio líquido (LOX) como propelentes, enquanto o segundo estágio utiliza LOX e metano líquido. No modo reutilizável, o Longa Marcha 10B pode transportar cerca de 16 toneladas de carga útil para a órbita terrestre baixa.

Os canards são pequenas superfícies aerodinâmicas localizadas na parte dianteira da fuselagem do caça

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  Essas superfícies funcionam como asas menores e exercem um papel crucial na estabilidade, controle e manobrabilidade, especialmente para aeronaves com asa delta e em altos ângulos de ataque (AOA). As empenagens verticais tradicionais também contribuem para a estabilização, portanto, os canards oferecem benefícios adicionais quando usados ​​em projetos sem cauda. No entanto, eles não são bons para projetos furtivos, comprometendo a baixa observabilidade, principalmente na vista frontal, que é de importância crítica para a sobrevivência de jatos táticos em voos de combate.

Será este o design do F-47?

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  A maioria dos projetos de caças de sexta geração apresenta fuselagem delta sem cauda, ​​e a China está seguindo esse formato, mas o F-47 da Boeing tomou uma direção bem diferente. Com base no vídeo supostamente gravado perto da Área 51, que viralizou após sua divulgação, o artista gráfico ollysaerospace recriou o hipotético Boeing F-47. Seu design aparente, com um longo nariz em forma de pá, grandes canards e asas enflechadas recuadas, é muito diferente do caça pesado sem cauda e com asas em delta que muitos esperavam que surgisse do programa Next Generation Air Dominance (NGAD). Isso, por sua vez, levanta questões interessantes sobre os motivos que levaram a certas decisões de projeto e as implicações mais amplas das compensações resultantes. O design do vídeo lembrou muitos da aeronave demonstradora de tecnologia avançada 'Bird of Prey' da Boeing, que também foi testada na Área 51 na década de 1990, mas só foi revelada ao público em 2002. Essa forma de asa também estaria e...