Até ser cancelado, o programa F-111B já havia consumido US$ 400 milhões
O F-111B foi um fiasco dispendioso, mas lições importantes foram aprendidas e a Marinha dos EUA, que já era extremamente cética em relação a todo o conceito, pôde recorrer à Grumman para aplicar essas lições e construir a aeronave que realmente desejava. Iniciando o desenvolvimento em 1966, quando ficou evidente que o F-111B estava com problemas, o F-14 foi selecionado para ser o novo caça/interceptador da Marinha em 1969. Era um projeto notavelmente ambicioso. O Tomcat empregava os sensores e armamentos mais poderosos e avançados disponíveis, com uma tripulação de dois homens, para otimizar a eficiência em longas missões sobre a água. Mas também conseguiu combinar isso com um desempenho surpreendentemente ágil em combate aéreo aproximado, que superava praticamente qualquer coisa anterior e que, nas circunstâncias certas, podia igualar o do novo F-15 Eagle, que estava em fase avançada de desenvolvimento na mesma época para a Força Aérea dos EUA.