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Sabre boliviano

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  A Força Aérea da Bolivia (FABol) operou um total de 9 caças F-86F Sabre. Em 1973, a Bolívia adquiriu um lote de 9 caças Canadair CL-13B Sabre Mk.6 (versão canadense do F-86F). Os jatos eram oriundos da Força Aérea da Venezuela (FAV). As aeronaves substituíram os antigos P-51 Mustang a pistão da linha de frente. O F-86 foi o primeiro e único caça supersônico da história do país. Manter os jatos voando na Bolívia foi um desafio crítico devido à severa crise econômica do país e ao embargo informal de peças sobressalentes. A FABol foi o último operador do Sabre. Após a desativação, a maior parte das fuselagens restantes foi vendida para colecionadores privados de "Warbirds" nos Estados Unidos devido ao excelente estado de conservação estrutural, enquanto um exemplar foi preservado para exibição estática em museu na Bolívia.

F-5E Indonésia

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  1980: Northrop F-5E Tiger II da Força Aérea da Indonésia capturado no momento exato que disparava um AIM-9N Sidewinder

Super Étendard Modernisé para a Marinha do Brasil?

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  Imagem gerada por IA de um hipotético Super Étendard Modernisé com o cocar da MB Apenas alguns dias após a confirmação da Força Aérea Argentina da retirada de serviço de seu A-4AR Fightinghawk, o governo argentino estaria propenso a desativar seus poucos caças-bombardeiros Super Étendard e Super Étendard Modernisé (SEM) do Comando de Aviação Naval da Marinha Argentina. Em 2019 a Marinha Argentina conseguiu fundos para comprar 5 SEMs que pertenceram a Marinha francesa. Os jatos estavam desativados e estocados, mas ainda apresentavam uma relativa boa vida util. Problemas econômicos e o embargo britânico impediram que essas aeronaves entrassem em serviço. Elas nunca voaram desde que chegaram na Argentina. E a Marinha do Brasil, onde entra nisso? Com a inevitável desativação dos poucos Douglas A-4 Skyhawk que a MB ainda mentem em serviço, surgem rumores de que esses cinco SEMs poderiam ir para São Pedro Da Aldeia. Oficialmente, não existe nenhuma informação, mas não seria uma má idei...

FAB vai desativar um Esquadrão de F-5M?

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  De acordo com publicação do Defesanet , circulam pelos corredores da Força Aérea Brasileira (FAB) a possibilidade de desativação de um dos dois esquadrões de F-5M ainda em operação: o 1º/14º GAV “Pampa”, sediado em Canoas (RS), ou o 1º Grupo de Aviação de Caça “Jambock”, baseado em Santa Cruz (RJ). O tema, tratado com extrema discrição dentro da FAB, deixou de ser apenas uma hipótese distante e passou a integrar avaliações operacionais concretas. A razão é simples: a redução contínua da disponibilidade de células do F-5M tornou extremamente difícil sustentar duas unidades operacionais completas. Hoje, tanto Canoas quanto Santa Cruz operam com um número cada vez menor de aeronaves disponíveis. A situação afeta diretamente a capacidade de treinamento, prontidão operacional e geração de pilotos de caça. Em alguns períodos, a quantidade de aeronaves prontas para voo torna-se insuficiente até mesmo para manter a rotina operacional ideal de ambos os esquadrões. A FAB já enfrentou situa...

Folland Gnat

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  A Folland Aircraft (posteriormente absorvida pela Hawker Siddeley) fabricou 432 jatos subsônicos Folland Gnat O pequeno jato foi operado pelas Forças Aéreas do Reino Unido, Índia, Finlândia e Iugoslávia. A empresa indiana Hindustan Aeronautics Limited (HAL) adquiriu a licença para produzir e modificar localmente o caça. O projeto resultou no Ajeet (uma versão aprimorada do Gnat Mk.1 com asas modificadas e novos tanques de combustível), somando as unidades finais para atingir o total histórico da aeronave.

Rockwell B-1A

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  1977: Protótipo do Rockwell B-1A dispara um AGM-69 SRAM (Short-Range Attack Missile) durante testes de compatibilidade. O AGM-69 era um míssil ar-superfície com ogiva nuclear.

Falklands 1982: Operações dos Sea Harrier

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  Um Sea Harrier armado com mísseis ar-ar AIM-9L Sidewinder decola para mais uma CAP (combat air patrol - patrulha aérea de combate) sobre as ilhas Os Sea Harrier foram um fator decisivo para a vitória britânica. O preço, porém, foi elevado: seis desses aviões foram perdidos na campanha. “ Sem o Sea Harrier, não poderia ter havido a Força-Tarefa. ” Com essas palavras inequívocas, o Almirante Sir Henry Leach registrou um tributo da Marinha ao papel do caça a jato STOVL da BAe à vitória britânica na Guerra das Falklands. E óbvio que os navios de guerra possuíam suas defesas de SAM, e a limitada quantidade de caças disponíveis não podia pretender montar uma malha defensiva 24 horas por dia. O que mais contava era o respeito com que o inimigo logo aprendeu a encarar o Sea Harrier. Além de ser o único interceptador equipado com radar à disposição da Força-Tarefa, o Sea Harrier FRS.Mk 1 teve também que mostrar outras habilidades durante o conflito. Até a chegada dos Harrier GR.Mk 3 da RA...