Oficiais da USAF afirmam que o F-35 demonstrou prontidão para combate durante missões no Oriente Médio
O Major-General Brian Laidlaw e o Coronel Charles A. Fallon, ambos da Força Aérea dos EUA, elogiaram a capacidade da frota de F-35 Lightning II de executar missões durante conflitos armados, meses depois de um órgão de fiscalização independente ter questionado a prontidão de combate da aeronave.
Os discursos rebateram um relatório recente do GAO (Government Accountability Office - Escritório de Responsabilidade Governamental) que apontava uma queda na taxa de prontidão da frota para 25% devido a problemas de software, corrosão e falta de peças.
Segundo os oficiais, o caça manteve excelentes taxas de prontidão operacional durante as operações Epic Fury e Midnight Hammer, superando os desafios logísticos de fornecimento de peças em ambientes de conflito.
Diferente de jatos mais antigos, o F-35 exige menos reparos complexos na pista. O processo de reabastecimento e rearmamento leva apenas 45 minutos, o que aumenta a capacidade de sobrevivência das tripulações.
O caça provou ser capaz de realizar múltiplos tipos de missões. Isso forçou a integração e a certificação recorde de novas armas em tempo de guerra, servindo de modelo para colaborações futuras com a indústria e aliados.
Devido a esse sucesso, os oficiais preveem que a demanda e o ritmo de desdobramento do F-35 continuarão intensos nos próximos anos.


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