FAB já teria decidido as bases aéreas que irão receber o F-39E
Circulam nas redes sociais informações de bastidores que o Comando da Força Aérea Brasileira (FAB) teria decidido distribuir a força de F-39E Gripen por três bases aéreas.
Como já é de conhecimento público, a única base confirmada até o momento é a Base Aérea de Anápolis (BAAN), onde de dez a doze F-39E serão alocados no 1º Grupo de Defesa Aérea (1º GDA), Esquadrão Jaguar.
A segunda base, embora de forma não oficial, deverá ser a Base Aérea de Santa Cruz (BASC) no Rio de Janeiro, onde os jatos (de 10 a 12 unidades) deverão ser alocados no Primeiro Esquadão do Décimo Grupo de Aviação (1º10º GAV), Esquadrão Poker.
A novidade agora é que a Base Aérea de Santa Maria (BASM) no centro do Rio Grande do Sul surge como destino e, de acordo com os corredores da FAB, o Terceiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (3º/10º GAV), Esquadrão Centauro, receberia antes mesmo do Poker.
A boataria faz sentido, visto que a BASM é considerada a base aérea mais moderna do país e atualmente opera os poucos e ultimos A-1M AMX. Além disso, conta-se que o Centauro também receberá o A-29M Super Tucano, antes mesmo do F-39E.
Com a dotação atual de 36 caças F-39E, cada esquadrão deveria receber 12 unidades, mas isso não se reflete, pois é comum destinar algumas unidades para a reserva e testes contínuos.
A FAB espera adquirir mais 20 unidades do caça, permitindo atender mais um esquadrão e manter algumas na reserva, mas atualmente isso é só um protocolo de intenção.
O Rio Grande do Sul é o único estado brasileiro que possui duas bases aéreas ativas. A FAB já revelou que a Base Aérea de Canoas (BACO) concentrará toda a força de F-5M a medida que os caças forem sendo substituídos pelo F-39E nas demais unidades. Pelo atual cronograma, o Esquadrão Pampa será o ultimo a receber o Gripen em algum momento da década de 2030.
Infelizmente voltou a ganhar força a ideia de fechar a BACO na próxima década. Há anos os especuladores imobiliários trabalham ativamente para esse fim. Além disso, os altos custos de manutenção justificariam o fechamento.

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