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Aeronaves de alerta aéreo antecipado doadas pela Suécia entraram em combate na Ucrânia

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  Em maio de 2024, a Suécia anunciou que transferiria duas aeronaves Saab 340 AEW&C ( Airborne Early Warning and Control - Alerta Aéreo Antecipado e Controle) para a Ucrânia como parte de um novo pacote de ajuda militar no valor de US$ 1,35 bilhão. Na época, estimava-se que levaria pelo menos um ano para treinar as tripulações e os técnicos ucranianos, bem como para preparar a infraestrutura e as redes logísticas necessárias para operar essas duas aeronaves. O desafio era significativo, visto que Kiev nunca havia possuído tais capacidades. Além disso, esses Saab 340 AEW&C também precisavam ser modificados para permitir a interação com os F-16, principalmente por meio da integração do sistema de enlace de dados táticos Link 16. No dia 4 de setembro, o Ministério da Defesa ucraniano confirmou que o Saab 340 AEW&C havia sido empregado pela primeira vez em missões de combate quase seis meses antes do previsto. O radar AESA PS-890 associado ao sistema Erieye, o Saab 340 AE...

Novo caça sueco?

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  A Saab recebeu um novo contrato no valor de US$ 303 milhões da Administração de Material de Defesa da Suécia (FMV) para dar continuidade ao trabalho conceitual do futuro sistema de caça do país. Segundo a Saab, o trabalho abrange demonstradores voadores e terrestres, estudos avançados e o desenvolvimento de conceitos de sistemas futuros para plataformas tripuladas e não tripuladas. A empresa afirma que o programa visa fortalecer as capacidades da Suécia em integração de sistemas, autonomia, adaptação de assinatura, propulsão e desenvolvimento digital, reduzindo o risco técnico e preservando a “liberdade de ação” para futuras decisões sobre a capacidade de combate aéreo do país. A encomenda faz parte do programa sueco Koncept för Framtida Stridsflyg (KFS), também conhecido como Vägval stridsflyg , que visa moldar o poder aéreo do país para além de 2040. A Saab desempenha um papel crucial na Suécia como a única fabricante de jatos de combate do país, e suas aeronaves constituem a ...

F-117 "em serviço" até 2034

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  Apesar de ter sido oficialmente aposentado em 2008, no entanto, o lendário F-117 Nighthawk foi visto e fotografado diversas vezes voando em rotas de treinamento em baixa altitude em áreas montanhosas e participando de grandes exercícios de combate aéreo, com poucos detalhes oficiais divulgados pela Força Aérea dos EUA. Embora as operações atuais do F-117 não sejam segredo, um relatório recente revelou que os jatos precisam de novas peças e devem continuar voando até 2034 — mais de 25 anos após a cerimônia de aposentadoria. O Nighthawk foi a primeira aeronave furtiva operacional do mundo, construída pela Skunk Works da Lockheed e testada em total sigilo a partir da Área 51, anos antes de o público saber de sua existência. Em meados dos anos 2000, plataformas furtivas mais modernas assumiram suas missões, e a USAF acelerou a aposentadoria do modelo para liberar verbas para modernização. O último sobrevoo — apelidado de “ Sunset Stealth ” — ocorreu na Base Aérea de Holloman em 21 de...

Os demônios da McDonnell: FH-1 Phantom

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Desenvolvido durante a Segunda Guerra Mundial e introduzido no pós-guerra (1947), o FH-1 Phantom foi um divisor de águas na aviação militar como o primeiro caça a jato puro a operar a partir de um porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos. A McDonnell Aircraft Aviation provou que aviões movidos a jato eram viáveis e seguros para pousar e decolar no mar, algo que muitos engenheiros da época duvidavam. O FH-1 era um jato equipado com dois motores Westinghouse instalados na raiz das asas retas para manter as linhas aerodinâmicas limpas. O jato contava com com quatro metralhadoras calibre .50 no nariz e capacidade para carregar foguetes sob as asas. O primeiro Phantom teve uma curta vida operacional, pois a tecnologia dos jatos evoluía muito rápido nos anos 1950. Foram produzidas apenas 62 unidades. Ele serviu principalmente para treinar a primeira geração de pilotos navais a jato antes de ser substituído pelo seu irmão mais forte, o F2H Banshee. O jato nunca entrou em combate O caça inau...

Irã capturou drone da Marinha dos EUA

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  Autoridades iranianas anunciaram - no dia 8 de setembro - que recuperaram um veículo subaquático não tripulado ( uncrewed underwater vehicle - UUV) Dive-LD dos EUA, praticamente intacto, próximo ao Estreito de Ormuz. O regime de Teerã divulgou posteriormente fotos e vídeos do UUV sendo retirado da água. Este parece ser o primeiro caso conhecido de implantação operacional do Dive-LD, que entrou em serviço há pouco mais de um ano e meio. Autoridades norte-americanas confirmaram o uso de UUVs para ajudar a manter o Estreito de Ormuz livre de minas navais iranianas, uma das muitas ameaças que reduziram drasticamente o tráfego marítimo nessa importante via navegável. Classificado como um grande veículo subaquático não tripulado, o Dive-LD tem 5,8 metros de comprimento, cerca de 1,2 m de diâmetro e um peso bruto próximo a três toneladas. O projeto apresenta um exterior impresso em 3D, mas é capaz de mergulhar a profundidades de até 6.000 metros. Os UUVs também podem permanecer no mar ...

França avança no desenvolvimento do "Super Rafale"

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  De acordo com o cronograma da Força Aérea francesa, 47 aeronaves Rafale F5 deverão ser entregues até 2035. De acordo com o General Jérôme Bellanger, Chefe do Estado-Maior da Força Aérea e Espacial Francesa, "o padrão F5 é um marco essencial. É uma nova aeronave – deveríamos até ter dado outro nome a ela! Na verdade, ela nos permite aprimorar as existentes – motores, sensores, atuadores… – mas também marca uma mudança de paradigma em relação à conectividade, à abertura do sistema, que garantirá sua escalabilidade, e em relação à capacidade computacional que ela poderá implantar e, portanto, ao processamento de dados". O padrão F5 engloba um novo motor, trocando o atual motor M88 pelo novo conhecido como "M88 T-REX", aproveitando a confiabilidade e o desempenho comprovados do M88, ao mesmo tempo que ampliaria seus limites com um empuxo aumentado para 9.000 kg com pós-combustão. A Safran objetiva alcançar 9.500 kg de empuxo total. Quanto ao radar, trata-se do RBE2 XG...

Os gatos da Grumman: F-14 Tomcat

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  O Tomcat foi o último 'gato" da empresa e sua história e trajetória dispensa comentários. Ele nasceu de uma necessidade e de um fracasso. Inicialmente, o Departamento de Defesa dos EUA tentou impor uma versão naval do caça-bombardeiro F-111A da General Dynamics. O F-111B fracassou por conta de fatores muito diferentes entre a Força Aérea e a aviação naval. Além disso, o enorme jato se motrou pesado e desajeitado demais para operar em porta-aviões. Diante disso, a Marinha abriu uma concorrência entre os fabricantes, que foi vencida pela Grumman. O Grumman F-14 Tomcat foi desenvolvido em plena Guerra Fria, com a missão crítica de interceptar bombardeiros soviéticos supersônicos a longas distâncias, protegendo os porta-aviões norte-americanos de ataques de mísseis. O Tomcat foi uma revolução tecnológica em vários aspectos. A Grumman projetou o jato com asas de geometria variável, que mudavam de ângulo automaticamente conforme a velocidade. Elas se abriam para dar sustentação em...