Fala de ex-comandante do NORAD pode validar ataque de F-5 iranianos contra as forças dos EUA no Kuwait
É o que afirma um ex-comandante aposentado do NORAD. Apesar da falta de confirmação, a suposta missão de bombardeio iraniana demonstra a necessidade urgente de repensar as defesas aéreas.
De acordo com o General aposentado da Força Aérea dos EUA, Glen VanHerck, os EUA levaram uma surra de drones e outros veículos. Para ele, foi "inadimissível três velhos F-5E terem decolado do Irã, voarem em baixa altitude e lançaram bombas sobre uma base aérea norte-americana”.
Uma série de relatos, bem como alegações não confirmadas, afirmam que caças F-5 iranianos alvejaram o Campo Buehring no Kuwait em uma missão de bombardeio a baixa altitude extremamente perigosa. O ataque teria ocorrido por volta de 1º de março, apenas três dias depois que as forças norte-americanas e israelenses começaram a lançar ataques combinados contra o Irã.
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) nega tal acontecimento. A NBC News foi a primeira a noticiar esse ataque em abril, citando fontes anônimas do governo. Na ocasião, a emissora informou que o ataque foi realizado por apenas um F-5 iraniano.
Segundo a PressTV do Irã, os F-5 voaram para o Kuwait a 15 metros de altitude em alta velocidade para evitar a detecção, inclusive por jatos E-3 Sentry do Sistema de Alerta e Controle Aerotransportado (AWACS) que sobrevoavam a área. Os pilotos mantiveram silêncio de rádio durante todo o voo. Os pilotos seguiram uma rota especificamente planejada para evitar as baterias de mísseis terra-ar Patriot e outras defesas aéreas em Camp Buehring.
A PressTV alegou que os ataques dos F-5 causaram um caos e confusão generalizados que contribuíram para que um caça F/A-18 Hornet do Kuwait abatesse três jatos de combate F-15E Strike Eagle da Força Aérea dos EUA. As autoridades norte-americanas e kuwaitianas reconheceram o incidente de fogo amigo na época, que felizmente não resultou em vítimas fatais, mas ainda não ofereceram uma explicação oficial sobre como ocorreu.
Não está claro de onde os jatos decolaram, e é bem possível que precisassem transportar uma quantidade significativa de combustível em tanques externos. Isso também teria afetado sua velocidade máxima e capacidade de carga bélica.


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