Pilatus guatemalco

 


A Força Aérea da Guatemala (FAG) operou um total de 12 aeronaves Pilatus PC-7 Turbo Trainer, turboélices de fabricação suíça.
O modelo foi adquirido e entregue a partir de 1979, inicialmente com o propósito de servir como treinador avançado.
Devido à intensidade do conflito armado interno na Guatemala, a FAG adaptou rapidamente esses treinadores para missões de combate. Equipados com casulos para metralhadoras e lançadores de foguetes sob as asas, os PC-7 atuaram extensivamente em missões de apoio aéreo aproximado e contra-insurgência.
O uso em combate gerou fortes atritos diplomáticos com a Suíça. Por lei, o governo suíço proíbe a exportação de material militar para zonas de conflito ativo ou para fins de ataque. A Pilatus alegou que vendeu os aviões estritamente como treinadores civis/militares desarmados e que as modificações de armas foram feitas de forma independente pela Guatemala.
Com o fim da guerra e o passar dos anos, o número de unidades ativas caiu drasticamente devido à falta crônica de peças sobressalentes e a acidentes operacionais. Em meados de 2008, o país mantinha aeronaves funcionais, mas nos anos seguintes a frota foi quase totalmente paralisada.
Atualmente, a FAG mantém apenas 1 exemplar operacional em seu inventário, utilizado de forma muito limitada e esporádica.

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