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Starship V3 pouso
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Reveja o pouso da nave Starship V3. Note o lento giro que o veículo executa a poucos metros do solo. Acredita-se que tenha sido proposital para que as cameras pudessem observar o estado do escudo de calor.
Quando se fala no F-5, logo se desperta na comunidade aeronáutica uma relação de amor e ódio. Afinal, o avião atende ou não atende aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira? Quando em 1974 trovejava sobre os céus brasileiros o segundo caça supersônico da FAB, o país entrava definitivamente na Era da “ moderna Força Aérea ”. Segundo o historiador e jornalista aeronáutico Rudnei Cunha, o F-5E foi o primeiro caça da FAB capaz de reabastecimento em voo. Enquanto o Mirage IIIEBR se destinava a cumprir missões de interceptação, ao F-5, desde o início, coube-lhe o papel de superioridade aérea, interdição e ataque. Mas afinal, foi uma boa escolha? O F-5E Tiger II nasceu das lições aprendidas no Vietnã pelo F-5A Freedom Fighter, ‘sanando’ as deficiências do jato. Apesar do F-5A ter sido considerado o caça menos oneroso, tanto em homens/hora quanto em custos. O Freedom Fighter foi muito elogiado no ataque ao solo, embora usa-se em 1967 uma simples mira, tão moderna ...
Conta-se que quando estourou a primeira guera do Golfo, os entusiastas da aviação, talvez ainda emocionados pelo filme Top Gun e pelas vitórias ar-ar sobre a Força Aérea da Líbia, viram ali a oportunidade do Grumman F-14 Tomcat da Marinha dos EUA de brilhar. Acontece que as coisas não sairam como o esperado... Os estrategistas colocaram a frota norte-americana - e seus porta-aviões - para patrulhar o Golfo Pérsico. A Marinha dos EUA esperava um maior protagonismo para o F-14, mas acabou que o Tomcat ficou encarregado de realizar missões de escoltas até uma determinada latitude, o que na prática limitou o Tomcat ao sul do Iraque e Kuwait. Nos primeiros dias de guerra dois F-14 estavam em patrulha, aguardando o retorno de uma célula de ataque composta por caças F/A-18 Hornet e A-6 Intruder quando o controlador de solo alertou sobre a presença de possíveis inimigos, vetorando-os. Os RIOs dos jatos logo plotaram os alvos e a biblioteca do radar AWG-9 os identificou como sendo i...
Recentemente surgiu a informação de que o Comando da Força Aérea Brasileira (FAB) está considerando manter o Northrop/Embraer F-5M Tiger II por mais tempo no serviço ativo, esticando sua desativação para o ano de 2035. O motivo seria a baixa cadência de entrega do Saab F-39E Gripen por conta de um cronograma refém do Erário Público. A FAB ainda pode se dar ao luxo de remanejar sua cada vez menor frota de voo, mesmo com a iminente retirada de serviço dos caças bombardeiros Embraer A-1M AMX. O mesmo não se pode dizer da Marinha do Brasil (MB) com sua diminuta frota de caças Douglas A-4KU, designados localmente como AF-1M, que estão com a vida util até 2030. Atualmente, os AF-1M são os únicos Skyhawks em serviço ativo no mundo. A Marinha está num dilema: se não repor uma aeronave, perde sua capacidade de "asas fixas" e tudo, simplesmente tudo pelo qual o Comando lutou para reconsquistar o direito de voar com asas fixas terá sido em vão. A MB começou bem. Ela fez a coisa cert...
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