Falcon venezuelano

 



A Força Aérea da Venezuela (FAV) operou um total de 24 caças General Dynamics F-16 Fighting Falcon, adquiridos dos Estados Unidos na década de 1980.

A frota era composta por duas variantes, sendo 18 unidades do modelo monoposto F-16A e 6 unidades do modelo biposto F-16B para treinamento. Todas os caças eram do bloco 15.

Em maio de 1982, Caracas e Washington assinaram o acordo com base no programa "Peace Delta".

Inicialmente o governo norte-americano tentou fazer com que a FAV recebesse o modelo F-16/79, uma versão degradada do F-16 equipado com o motor General Electric J79.

O chamado F-16/79 surgiu da política de exportação de armas mais restritiva do início do governo do presidente Jimmy Carter. Essa versão garantiria que os clientes estrangeiros recebessem um F-16 com desempenho inferior aos exemplares da Força Aérea dos EUA e de seus aliados próximos.

Status Atual da Frota

Embora o país tenha recebido 24 aeronaves, o número de unidades listadas no inventário caiu para 18 ao longo dos anos devido a acidentes e desgaste natural. Atualmente, o número de aviões que realmente conseguem voar é drasticamente menor.



Por conta do embargo militar imposto pelos Estados Unidos, a Aviación Militar Bolivariana enfrenta imensas dificuldades para obter peças de reposição originais e realizar atualizações de sistemas. Relatórios especializados de monitoramento aeroespacial indicam que a Venezuela mantém apenas entre 4 e 13 unidades com alguma capacidade de operação, sendo a maioria mantida em solo para servir de fonte de peças.

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