Dragonfly equatoriano
A Força Aérea do Equador (FAE) operou um total de 28 jatos Cessna A-37B Dragonfly
Os primeiros aviões foram recebidos pelo Equador a partir de 1975. A frota equatoriana de A-37B desempenhou um papel ativo em combates reais na fronteira, como na Guerra de Paquisha (1981) e na Guerra de Cenepa (1995) contra o Peru.
O conflito de 1981 ficou marcado historicamente como o único registro de combates aéreos reais envolvendo aviões A-37 lutando entre si, já que ambos os países operavam o modelo.
Os jatos foram desativados gradualmente a partir do final dos anos 2000. Eles foram integralmente substituídos pelos turboélices de ataque Embraer A-29 Super Tucano de fabricação brasileira.
Em 2014, como parte de acordos de cooperação militar, o Equador realizou a doação de três A-37B para a Força Aérea Uruguaia (FAU), além de peças e componentes sobressalentes.

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