14 de junho de 1982: Fim das hostilidades no Atlântico Sul

 


Neste dia, há exatos 44 anos, chegava ao fim a Guerra das Falklands com a rendição argentina.

O conflito entre a Argentina e a Grã-Bretanha durou 74 dias e deixou um saldo de 649 argentinos, 255 britânicos e 3 habitantes das ilhas mortos.

A derrota acelerou o fim da ditadura militar no país, levando à renúncia do General Leopoldo Galtieri e ao retorno da democracia.

No Reino Unido, a vitória fortaleceu politicamente a Primeira-Ministra Margaret Thatcher, garantindo sua reeleição posteriormente.

Os argentinos perderam cerca de 100 aeronaves, entre aviões (75) e helicópteros (25).

Aviões

A maior parte das perdas ocorreu com aviões de combate e ataque ao solo:

  • Caças e Ataque: Cerca de 35 caças (incluindo modelos como o A-4 Skyhawk, Mirage III e IAI Dagger).

  • Apoio Tático (COIN): Aproximadamente 25 aeronaves de contra-insurgência, majoritariamente o modelo argentino IA-58 Pucará.

  • Outros: Incluem-se bombardeiros (Canberra), aviões de carga (C-130 Hercules) e treinadores armados.

Helicópteros
As perdas de helicópteros foram significativas para a logística e mobilidade das forças em terra:

Modelos principais: Foram perdidos helicópteros dos modelos Puma SA330, Bell 212, Chinook CH-47C e Agusta A109.

Muitos foram destruídos em solo por ataques aéreos ou forças especiais britânicas, enquanto outros foram abatidos por mísseis ou fogo terrestre

Muitas dessas aeronaves não foram apenas abatidas em combate aéreo (onde o Sea Harrier britânico teve um papel dominante), mas também foram destruídas em solo, perdidas em acidentes devido às condições climáticas extremas ou capturadas pelas forças britânicas após a rendição

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