EUA liberaram os primeiros arquivos sobre OVNIs
O governo dos EUA divulgou 162 vídeos, fotos e documentos desclassificados referentes aos chamados fenômenos aéreos não identificados (unidentified aerial phenomena - UAP), também conhecidos como objetos voadores não identificados (OVNIs).
Os registros datam das décadas de 1940 a 2020, provêm de diversas Agências e incluem materiais relacionados a supostos avistamentos de UAPs em território nacional, no exterior e até mesmo na superfície da Lua. Em uma análise inicial superficial, não parece haver nada de inovador nesta divulgação, o que não deve ser surpresa. Essa avaliação pode mudar à medida que ufologos estudem os arquivos.
As autoridades norte-americanas afirmam que este é apenas o primeiro lote de registros a ser compartilhado como parte de um novo esforço por “transparência total” sobre o assunto, que há muito tempo é fonte de controvérsia e críticas. Preocupações com a segurança nacional têm aumentado em relação aos avistamentos de OVNIs, muitos dos quais foram identificados como drones ou balões.
Os registros divulgados até o momento provêm das Forças Armadas dos EUA, do FBI, da NASA e do Departamento de Estado. Além de vídeos e fotos que supostamente mostram objetos não identificados, também existem relatórios de inteligência, declarações sobre alegados avistamentos, telegramas diplomáticos e outros documentos.
A Operação PURSUE é resultado de uma diretiva do presidente Donald Trump emitida no início deste ano.
Muitos dos documentos estão parcialmente censurados, principalmente para omitir nomes e outras informações protegidas por lei. Alguns dos registros, incluindo os do FBI e da NASA, já teriam sido divulgados, pelo menos em parte, no passado.
Neste momento, não parece haver nada realmente revelador, e tudo indica que se trata de mais do mesmo, o que não é necessariamente uma surpresa. Em outras palavras, não criem muitas expectativas.


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