Cuba compra mais de 300 drones da Rússia e do Irã
Segundo informações da Inteligência norte-americana, existe a possibilidade de usá-los para atacar alvos dos EUA. Os alvos potenciais podem incluir a base de Guantánamo, navios de guerra e possivelmente a cidade de Key West, na Flórida.
A informação se tornou um dos fatores que levaram o governo de Donald Trump a enxergar Cuba como uma ameaça potencial, em meio ao desenvolvimento da guerra com drones e à presença de conselheiros militares iranianos em Havana.
O diretor da CIA, John Ratcliffe, teria visitado Cuba e alertado as autoridades locais sobre a inadmissibilidade de uma ação militar contra os Estados Unidos. Ele também teria instado a liderança cubana a abandonar o sistema político vigente para aliviar as sanções.
O o Departamento de Justiça dos EUA planeja publicar uma acusação formal contra o líder de fato de Cuba, Raúl Castro. Ele é acusado de envolvimento na ordem para abater um avião civil de uma organização sediada em Miami, em 1996.
Espera-se que os EUA anunciem novas sanções contra Cuba em um futuro próximo.
Segundo autoridades norte-americanas, desde 2023 Havana vem adquirindo diversos tipos de drones de ataque da Rússia e do Irã e os implantando em áreas estratégicas da ilha.
O Governo dos EUA alega que no último mês, representantes cubanos tentaram comprar mais drones e outros equipamentos militares da Rússia.
Cuba teria enviado cerca de cinco mil soldados para lutaresm ao lado da Rússia contra a Ucrânia, e alguns deles forneceram informações à liderança cubana sobre a eficácia dos drones na guerra moderna. O Kremlin teria pago cerca de US$ 25 mil por soldado enviado.

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