Dos jatos suecos, o J29 Tunnan foi o primeiro a entrar em combate real quando realizou missões de paz das Nações Unidas

 



Entre 1961 e 1962, a Força Aérea Sueca integrou o J-29 em unidades de combate na linha de frente. Suas missões consistiam principalmente em atacar alvos terrestres com canhões e foguetes não guiados.

Um total de nove J-29B e dois S-29C foram enviados para o Congo, realizando um feito de aeronavegação que foi o voo de translado de 12.000 km em quatro dias.

Nenhum Tunnan foi perdido em combate, mas várias aeronaves foram atingidas por fogo de artilharia antiaérea e armas leves inimigas. Ao término das hostilidades, decidiu-se deixar alguns dos Tunnans no Congo, pois não eram mais necessários na Suécia e o custo do transporte de volta para casa foi considerado muito alto. Quatro J 29B foram explodidos e incendiados na base aérea.

O J-39 Gripen também entrou em ação, mas de modo reservado, realizando apenas missões de reconhecimento sobre a Líbia em 2011, durante a Operação Unified Protector da OTAN.



Oito caças JAS 39 Gripen C/D para a base de Sigonella, na Sicília. Eles realizaram mais de 650 missões, com mais de 2.000 horas de voo e produziram cerca de 1.500 imagens de reconhecimento, destacando-se pela facilidade de manutenção em ambiente de destacamento.

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