Armstrong Whitworth R33
O dirigível R33 foi construído pela Armstrong Whitworth e concluído após o fim da Primeira Guerra Mundial. Seu primeiro voo ocorreu no início de 1919.
O R33 acumulou mais de 300 horas de voo em testes e treinamento de tripulações.
Em 1921, ele foi usado pela Polícia Metropolitana de Londres para controle de tráfego. No dia 31 de maio de 1921, o governo britânico cancelou todo o desenvolvimento de dirigíveis por razões financeiras.
Os dirigíveis militares foram todos sucateados, mas o R.33 foi preservado. Em 1925, após ficar inativo por quase quatro anos, o R.33, recondicionado, saiu de seu galpão em Cardington, onde estava armazenado.
Com o renascimento da construção de dirigíveis em 1925, o R33 recondicionado foi utilizado para treinamento.
No dia 16 de abril de 1925, ele decolou levando consigo uma tripulação reduzida, e atravessou o Mar do Norte.
Essa aventura ganhou destaque na mídia da época e a tripulação foi aclamada como heróis quando, mesmo danificado, retornou com sucesso para casa.
Em outubro de 1925, após reparos, ele foi usada para experimentos a fim de fornecer dados para a construção do dirigível R101.
Assim que essas etapas foram concluídas, em meados de outubro, ele foi usado para testes de lançamento de um avião de combate "parasita", utilizando uma aeronave leve DH 53 Hummingbird. Após algumas tentativas frustradas, um lançamento e recaptura bem-sucedidos foram realizados em dezembro daquele ano.
O dirigível R33 foi finalmente desmontado em 1928, após a detecção de severa fadiga do metal em sua estrutura. A parte dianteira da cabine de controle do R33 está em exibição no Museu da RAF em Hendon.
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