AMX: as variantes que nunca voaram
Variantes propostas do AMX que nunca foram implementadas além da fase de planejamento:
- AMX-MLU (Mid-Life Upgrade / Atualização de Meia-Vida): A proposta conjunta de modernização entre Brasil e Itália não avançou devido a objetivos divergentes entre as duas Forças Aéreas. A proposta previa melhorias no HUD (Head-Up Display), na aviônica e nos painéis eletrônicos internos.
- AMX-ATA (Advanced Trainer/Attacker): A versão biplace, destinada à venda para a Venezuela, contaria com um novo radar Elta-EL M-2032, melhorias internas no sistema HOTAS e nova aviônica. Oito unidades seriam adquiridas, com a possibilidade de expansão para mais quatro. Isso não ocorreu devido a um veto dos EUA.
- AMX-ATA-2: Similar ao ATA, mas com um novo motor EJ200 sem pós-combustão.
- SUPER AMX: Seria semelhante à modernização do AMX brasileiro: radar SCP-01, HMD, modernização do HUD, modernização dos sistemas defensivos e cockpit digital. O projeto não prosseguiu porque a África do Sul optou por se concentrar em outras opções.
- AMX-E: Seria especializado em guerra eletrônica, apresentando uma protuberância maior na parte inferior para abrigar equipamentos avançados de guerra eletrônica. Seria usado em missões de escolta com interferência eletrônica e SEAD (saturation of enemy air defense / saturação de defesas aéreas inimigas). O projeto passou por testes de viabilidade, mas acabou não sendo implementado.
- AMX - Marinha do Brasil: A Marinha do Brasil demonstrou interesse na possibilidade de adaptar o AMX para operação no porta-aviões A-11 Minas Gerais. O projeto previa uma revisão do trem de pouso e da fuselagem para suportar o impacto e o estresse de operações prolongadas em pistas extracurtas com ganchos. O projeto acabou não avançando, com a Marinha focando em outras áreas.

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