Ataque ao Irã iminente?

 



Uma grande onda do poderio aéreo dos EUA está se dirigindo para o Oriente Médio para reforçar as forças já presentes na região, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, considera um ataque contra o Irã.

Rastreadores de voos online mostram caças F-22 Raptor, F-16 Fighting Falcon, aviões de radar E-3 Sentry e um avião espião U-2 Dragon Lady em trânsito pelo Atlântico ou recém-chegados à Europa.

Além disso, um sétimo destróier de mísseis guiados da classe Arleigh Burke, o USS Pinckney, também foi recentemente enviado para a região.

Embora um ataque ao Irã seja uma especulação, esses são exatamente os movimentos que denotam uma preparação para uma operação sustentada, tanto defensiva quanto ofensiva.

O deslocamento de aeronaves norte-americanas para o leste representa a fase mais intensa de um reforço militar que começou depois que Trump passou a ameaçar o Irã por seu tratamento severo aos manifestantes contrários ao regime.

Em conjunto, a força que está se reunindo no Oriente Médio, combinada com as capacidades da Força Aérea Israelense (Israel Air Force - IAF), incluindo centenas de caças, bem como os voos de bombardeiros da USAF, seria suficiente para uma grande operação que poderia durar semanas, e não dias. É provável o envio de recursos adicionais nos próximos dias.

Dados de rastreamento de voos online mostram que pelo menos uma dúzia de caças F-22 partiram da Base Aérea de Langley, na Virgínia, rumo ao leste.

Os Raptors são,os caças ar-ar mais capazes dos Estados Unidos, mas também podem ser usados ​​para destruir defesas aéreas inimigas e atacar outros alvos terrestres. Os F-22 protegeram os bombardeiros furtivos B-2A Spirit durante a Operação Martelo da Meia-Noite, em junho passado, contra instalações nucleares iranianas.

Vale ressaltar que, quatro dias antes da Operação Martelo da Meia-Noite, os F-22 realizaram uma travessia semelhante pelo Atlântico e participaram da missão.

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