Prestes a serem retirados de serviços, aeronaves de ataque AMX da Força Aérea Brasileira foram deslocados para operação na Amazônia
Como parte da segunda fase da "Operação Atlas", a Força Aérea Brasileira (FAB) posicionou aeronaves de ataque A-1M (AMX) para a região amazônica, apoiando a capacidade das Forças Armadas de projetar e sustentar uma força conjunta em um dos ambientes mais desafiadores do país.
O exercício conjunto das Forças Armadas brasileiras busca fortalecer a defesa de sua soberania em uma área de crescente importância geopolítica e estratégica.
As aeronaves, todas oriundas do 1º/10º GAv – Esquadrão Poker, foram deslocadas da Base Aérea de Santa Maria (BASM) no Rio Grande do Sul para a Base Aérea de Boa Vista (BABV) em Roraima.
Tanto as aeronaves A-1M quanto os A-29 Super Tucano (do 1º/3º GAv – Esquadrão Escorpião) irão cumprir a missão de Apoio Aéreo Aproximado (ApAA), em coordenação com os Guias Aéreos Avançados (GAA), cada um com sua performance e características específicas.
O A-29 possui maior capacidade de permanência e menor velocidade, facilitando o contato visual e coordenação, ideal para cenários irregulares. O A-1M possui maior poder de fogo, maior performance e armamentos guiados, o que favorece em um cenário com maiores ameaças.
A presença do A-1M, em conjunto com o A-29, visa adestrar os GAA nos mais variados cenários, perfis de voo das aeronaves e diversidade de armamentos, garantindo uma qualificação completa e que explore o máximo da capacidade bélica das Forças Armadas.
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