Cheetah equatoriano

 



A Força Aérea Equatoriana (FAE) operou um total de 12 caças Atlas Cheetah.

Os caças foram adquiridos em 2010, todos de segunda mão, oriundos da África do Sul, com o objetivo de substituir a antiga frota de jatos Dassault Mirage F1.

A frota equatoriana era composta por duas variantes, sendp 10 monoplaces Cheetah C para missões de interceptação e combate ar-ar e dois biplaces Cheetah D para conversão operacional e treinamento avançado quanto para missões de ataque.

As aeronaves foram entregues oficialmente em fevereiro de 2012. Essas aeronaves ficaram em serviço até 2021.

Embora o plano inicial fosse mantê-los operando por mais tempo, a frota sofreu uma desativação precoce devido a falta de manutenção e peças. A maior parte das aeronaves já estava em solo nos anos anteriores por dificuldades em obter peças de reposição diretamente da África do Sul.




Por fim, a fabricante sul-africana Denel Aviation, que dava o suporte técnico e logístico para os jatos, enfrentou severas crises financeiras, inviabilizando a continuidade do contrato de manutenção.

Com a retirada dos Cheetahs em 2021, o Equador encerrou oficialmente a sua Era de aviação de caça supersônica, deixando o espaço aéreo sob a responsabilidade dos turboélices Embraer A-29 Super Tucano.

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